...encoding
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Autor Tópico: ...encoding  (Lida 2079 vezes)
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Rui Ribeiro
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« em: 31 / Dez / 2006, 00:41 »

... boas!

Fiz dois DVDs de teste e os dois apresentam "drops" sendo que o segundo apresnta mais que o primeiro. Em várias sequências na imagem em sitos diferentes na primeira e segunda versão. As imagens em .avi, à primeira vista, estão limpas de "Drops". Alguém já experimentou este problema, pode ser derivado a falta de memória ou a algum conflito de hardware ou software?

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« Responder #1 em: 31 / Dez / 2006, 01:36 »

Boas.

Com o advento do digital deixou de se chamar Dropouts. Chama-se Pixelização. Diz-se Dropouts só no caso das cassetes analógicas, em que se vê riscos na imagem.

Quanto ao teu problema, se os AVIs estão "limpos", e se os dois DVDs apresentam problemas em zonas diferentes, a razão mais provável é os próprios DVDs. Os DVDs não têm todos a mesma qualidade de construção, pelo que podem ocasionar erros na leitura. É aconselhádo utilizar DVDs de boa qualidade. Sony, Verbatim são bons. Utilizo Verbatim á anos e não tenho problemas.

O facto de utilizares uma velocidade de gravação elavada também pode ocasionar erros na leitura. O sistema de gravação dos gravadores ópticos é diferente do processo magnético dos discos de computador. O gravador está sempre a gravar, mesmo que o disco do computador não esteja a enviar dados com a cadência necessária.

Experimenta reduzir a velocidade de gravação do gravador. Verifica se os discos estão preparados para essa velocidade.

Outra razão pode ser a alta compressão dos dados video. Quanto maior a compressão, mais sujeito se está a pixelização. Mais de 1hora e 50 não aconselho. E já é trabalhar nos limites.

A leitura foi feita no PC ou num leitor de DVD? Á a possibilidade de o computador estar a correr programas de fundo, o que provoca sobrecarga e erros. Que tanto podem ocorrer na gravação como na leitura.

Á distancia é dificil avaliar os problemas. Não resta senão a velha máxima de tentativa e erro. Mas apostáva na qualidade dos DVDs. Boas.
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« Responder #2 em: 31 / Dez / 2006, 02:23 »

Com o advento do digital deixou de se chamar Dropouts. Chama-se Pixelização. Diz-se Dropouts só no caso das cassetes analógicas, em que se vê riscos na imagem.

A saber que:
O Dropout é uma característica de todos os suportes de gravação em fita magnética e não só das cassetes analógicas. Tem é representações diferentes, quer no analógico, quer no digital.

Rui, como diz o José a probabilidade é bem capaz de ser do disco óptico, visto que o AVI está em boas condições. Verificas-te se o MPEG-2 estava OK?

Não compres os DVD's dos hipermercados, mesmo que sejam Sony ou outra marca conhecida, neste tópico indico umas boas lojas Alemãs, têm bons preços e portes em conta, desde que mandes vir grandes quantidades. Os Taiyo Yuden, são os mais caros mas a sua compatibilidade e ausência de erros é garantida.

Ah!! E não graves os DVD's a velocidades superiores a 4x, isto caso não tenhas pressa.
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« Responder #3 em: 31 / Dez / 2006, 02:53 »

Boas.

Uma má comunicação ocasiona por vezes mal entendidos.

Creio que estamos perante um caso desses.

Não afirmei que só as cassetes analógicas têm Dropouts. As digitais também têm. Um Dropout é a ausência de material magnético na Tape ou o despreendimento do óxido na mesma, que origina ruido electrónico.

O que afirmei é que nas cassetes analógicas o ruido CHAMA-SE Dropouts e nas digitais CHAMA-SE Pixelização. Muito diferente de dizer que só as analógicas é que têm dropouts. O que não afirmei.

O "tem é representaçôes diferentes" entendo que se está a referir á imagem que ocasiona, o aspecto do ruido, que é diferente nos dois casos. Por isso, é que no digital se chama Pixelização. Disse CHAMA-SE, não disse que não á dropouts. Boas.
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« Responder #4 em: 31 / Dez / 2006, 03:27 »

Caro José, segundo me lembro uma das suas primeiras mensagens envias, haviam informações erradas no fórum que logo foram clarificadas por questões de interpretação.

Ora aqui não se trata de má interpretação ou comunicação, um dropout é um dropout, quer seja em digital ou analógico. Quando estamos a ver imagens de uma cassete digital e aparece um dropout, não dizemos: Olha uma Pixelização!!! E nas analogicas: É pá, tenho muito ruídos na cassete!!!. Até posso aceitar os termos; Ruído e Pixelização como o produto final de um dropout, mas não para caracterizar o mesmo.

Fico por aqui...
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« Responder #5 em: 31 / Dez / 2006, 03:38 »

Boas.

Afirmei "...nas cassetes analógicas o ruido CHAMA-SE Dropouts e nas digitais CHAMA-SE Pixelização."

Diferente de "Até posso aceitar os termos; Ruído e Pixelização como o produto final de um dropout"

Mas en vez de estar para aqui a "discutir" a interpretação das frases, talvez seja melhor eu procurar as referencias bibliográficas para o que digo. Vou ver se faço isso. Boas.
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« Responder #6 em: 31 / Dez / 2006, 12:06 »

 ... obrigado pelas prontas linhas!

... o primeiro DVD foi gravado em velocidade alta, não tenho em presença o valor, e apresentou problemas mais a meio, este não o cheguei a ver em TV. O segundo, foi gravado a quatro vezes, e apresentou-se pior que o segundo. Este consegui visionar em TV e fora os "drops" pareceu-me bem.
 
 Notei a diferença com dois clips paticamente iguais. Tenho um menu de extras onde apresento uma versão ligeiramente diferente de um dos clips da sequênçia normal. Sendo que estes dois têm a sua fonte em .avi diferentes, no mesmo DVD, os "drops" aparecem em zonas diferentes em cada um dos clips. O que me levou a  pensar que pode ser o processo de enconding.


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« Responder #7 em: 02 / Jan / 2007, 00:00 »

Boas.

Duas respostas, uma curta e outra longa, para pessoas diferentes.

Para o Rui Ribeiro, lamento, mas para além do que escrevi na 1º mensagem, não me ocorre mais nada. Não tenho conhecimento de que o processo de encoding em si "acrescente" erros aos ficheiros. Pode demorar mais ou menos tempo, dependendo de vários factores, mas os ficheiros são "limpos". Os erros ocorrem normalmente derivádo ão processo de gravação e ao próprio suporte, neste caso, os DVDs em que gravas. Para além disso, só me ocorre um outro problema, que já o tive no passado, e demorou a dar por ele: o próprio gravador. O hardware não dura eternamente, não envia e-mails a avisar que vai ou está avariádo, pelo que é uma hipotese em aberto. Para além disto, lamento, mas não posso ajudar mais. Como já disse antes, a distância....

Para o Pedro Rocha, e para todos que têm gosto em aprender e que querem aprender, a resposta longa.

Ficar a "discutir" um assunto, em que um diz sim e o outro diz não, não leva a nada. Só faz com que o leitor fique dividido, sem saber para que lado "cair". Assim, com isto em mente, fiz uma pesquisa, com vista a fazer luz sobre o assunto - dropouts. Ao longo da vida aprendemos coisas. Fixamos umas, esquecemos outras, mas na maioria das vezes, esquecemos aonde forão lidas. Sabemos que o lemos, mas não sabemos aonde. Além do mais, o facto de nunca termos ouvido ou lido algo, não significa que essa informação está certa ou erráda. Significa apenas que desconhecemos tal informação, certa ou erráda.

Para complicar mais, muita informação está espalhada, e muita dela diluida no meio de outros assuntos. Extrair a que interessa, leva tempo, obriga a muita pesquisa, e quando não temos tempo para estas coisas, só complica mais. Responder a algo que sabemos, e ter que a seguir provar que estamos certos, não faz muito sentido. È o mesmo que um aluno questionar o professor de matemática acerca do resultado da equação de 2 + 2 = 4. Não é o professor que tem de provar que está certo.  O aluno é que deve provar que o professor está errádo. Neste caso, dos dropouts, o objectivo não deve ser o de provar que o outro está errado e nós certos, nas sim o de informar convenientemente.

Um outro problema, este relacionado com as pesquisas feitas na internet, é que uma grande parte das páginas são cópias de outras, que por sua vez são de outras, de outras e de outras. A informação é a mesma, pelo que basta a primeira conter algumas incorreçôes, para que toda a informação posterior fique adulteráda. Dai, o cruzamento das informaçôes de várias fontes, crediveis - livros, teses, manuais - é fundamental para não se ser errádamente informádo.

Não se trata aqui de "discutir" o que pensamos ou achamos acerca de determinado assunto, qual duas pessoas  a discutir se Deus existe ou não, ou se os extraterrestres já nos vieram visitar ou se são paranoias de alguém com uma mente fertil. Trata-se de dar a informação técnica, correcta, aos outros. O facto de terem sempre conhecido algo por um nome, de toda a gente tratar isso de determinada forma, não significa que estejam certas. Apenas foram informadas, e formadas, dessa forma. São centenas de casos em que isso acontece, nos mais variádos meios e profissôes, e apesar de muitas vezes saberem que estão erradas nesse tratamento, continuam a fazer igual. Todos assim o fazem, sempre o fizeram assim, pelo que assim continua. Mas isso não significa que passou a estar correcto.

E antes que alguém comece a tirar segundas conclusôes, não estou aqui a chamar de aluno ou de professor a ninguém, apenas dei um exemplo para melhor clarificar a minha ideia. Foi só e apenas isso.

Quanto ao dropout:
Dropout NÃO é um termo exclusivo do meio audiovisual. Dropout é um termo que é utilizado em video, audio, telecomunicaçôes, informática, ciclismo, engenharia electrónica, astronomia, musica e no meio escolar.

http://www.answers.com/topic/dropout-astronomy
http://en.wikipedia.org/wiki/Dropout

Em video e informática, dropout significa a perda momentânea de informação, quer durante a leitura, quer durante a gravação, nas fitas. Essa perda pode ser originada pelo despreendimento do óxido da fita, pelo "entupimento" das cabeças com sujeira, que tanto pode ser o óxido solto como poeira e sujidade (o chamado "head colgs"), defeito da tape, como pela falta ou excesso de tensão nos roletes do suporte.

http://www.stkstorage.com.br/apresentacao/Seminario_DEZ_2004_STK_STORAGE.pps
http://www.fazfacil.com.br/Cameras3.htm
http://www.wrslabs.com/videoglos.html

Os fabricantes referem-se aos dropouts como meio de "identificar" a qualidade das fitas. Quanto menos dropouts, melhor a qualidade destas (entre outros factores).

http://www.videouniversity.com/gloss1.htm
http://digitalcontentproducer.com/mag/video_content_insurance_policy/

Quando uma fita tem um excesso de dropouts, por uso intensivo desta ou por condiçôes de utilização deficiente, deve ser "encostada".

Livro "Dictionary Of Video Television Technology", da editora Newnes
http://www.sony.pt/res/attachment/file/42/1150907431342.pdf
http://awm.br.tripod.com/awm/id4.html

A maneira como se manifesta esse dropout, no video, é diferente nas cassetes analógicas e nas digitais. Nas analógicas, a imagem surge com riscos horizontais, brancos ou negros. Nas digitais, surge com pixeis quadrados, que podem ser uma repetição da imagem, assim como podem adquirir uma côr.

Livro "H.264 And MPEG-4 Video Compression", da editora Wiley Publishing
Livro "Digital Video And Hdtv Algorithms And Interfaces", da editora  Morgan Kaufmann
http://www.amianet.org/publication/resources/guidelines/videofacts/glossary.html
http://www.amianet.org/publication/resources/guidelines/WheelerVideo.pdf
http://www.bavc.org/preservation/dvd/resources/gloss.htm#bind

Essas manifestaçôes nas imagens não é mais que ruido electrónico. Como a causa que lhes dá origem é o dropout, convencionou-se dar-lhe esse nome, desde o advento da gravação video magnética, em 1952 e comercial em 1956.

http://www.reference.com/browse/wiki/Videotape
http://www.burnworld.com/dvd/primer/history-of-videotape.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/2_inch_Quadruplex_videotape
http://www.answers.com/topic/vera-videotape-format

Com a vinda do digital, em meados de 1991, e uma vez que o aspecto da manifestação do dropout é diferente neste formato, foi-lhe dado o nome de pixelização, em semelhança ao aspecto que este apresenta na imagem.

Livro "Handbook of image & video processing", da editora Academic Press
Livro "Flash MX Design for TV and Video", da editora Wiley Publishing
Livro "A Practical Guide to Video and Audio Compression", da editora Focal Press
http://www.highdefinitionblog.com/?page_id=101

No entanto, e como a causa é a mesma, tanto nas analógicas como nas digitais, o nome de dropout continuou-se a usar indiferentemente. E se bem que não é errádo de todo esse nome nas digitais, não é o termo correcto.

O termo dropout é utilizado á décadas para descrever uma interferencia na imagem video, e como tal, ficou. O motivo porque acontece, a antiguidade do termo, a "latência" da mente humana ás mudanças, e muitas vezes, a deficiência da formação e falta dela, contribui para que continue a ser assim chamádo, errádamente.

Informaçôes adicionais podem ser obtidas em:
Livro "Illustrated Dictionary of Electronics - Audio/Video", da editora  McGraw Hill
Livro "Advances in Image And Video Segmentation", da editora IRM Press
http://www.telesatelite.net/dicionario/index.asp?q=p

Boas.
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« Responder #8 em: 02 / Jan / 2007, 00:36 »

Boas

Temos endereços de verificação e pesquisa que 24 horas não chega.....são bem vindos e quem tenha opurtunidade de explora-los melhor.

Dropout é um defeito num quadro....Na base do field/frame que pode ter frequencia diversa (caso de fitas de má qualidade ou não e tambem de armazenamento "inadequado")

Pixelização usa-se na qualificação de uma imagem e do ver seus artefactos que a compoem.
Quando em digital (falo de Broadcast) tenho erro na leitura/gravação do quadro tenho um Dropout.

Ruido e Pixelização não é uma falha... é qualidade do quadro.

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« Responder #9 em: 02 / Jan / 2007, 00:47 »

Boas.

Não é por nada não, mas só estás a repetir o que já foi dito. Ou fui eu que não percebi aonde queres chegar? Boas.
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« Responder #10 em: 03 / Jan / 2007, 00:23 »

... boas!

Eis que tenho alguns pontos para acrescentar ao problema. Pelo que encontrei nas linhas do José Costa não descarto que se possa tratar de um problema de Hardware ou de software( que sugestões apresentas para essa verificação no pc?  ).

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« Responder #11 em: 03 / Jan / 2007, 00:46 »

Boas.

Suponho que te estás a referir ao gravador, que talvez seja a hipotese mais válida.

Se utilizas o Nero como software de gravação, tens uma maneira simples.

Seleciona cerca de 4,3GB de dados, para encher todo o dvd, convém ser muitos ficheiros de vários tamanhos, e grava-os. No Nero tens uma opção de verificação dos dados depois da gravação. Não é o teste, é mesmo uma opção de gravação e verificação dos dados. Tens de a activar antes de procederes á gravação.

Espera e verás. Demora tempo, mas é funcional. Se o Nero acusar gravação defeituosa, ou é do gravador ou do disco  de DVD. Experimenta com um disco de qualidade. Eu utilizo Verbatim, não quer dizer que sejam os melhores que á, mas são bons. Nunca me deram problemas. E já trabalho com eles desde que foram lançados os gravadores de DVD. Já agora, que marca utilizas?

Se mesmo assim der erro, considera a hipotese de experimentar outro gravador.
Podem ser várias as razôes. Aconselhar sem verificar "in loco" é dificil. Teria-se de correr algum software e fazer alguns testes.

Mas grava o disco. Muitos ficheiros, pequenos, e 4,3GB, para encher o disco. Depois diz algo. Boas.
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« Responder #12 em: 03 / Jan / 2007, 14:41 »

Rui,

O Pedro Costa já referiu isto mas se não me engano não respondeste: verificaste o mpeg2? se estiver bom, verifica se o software de authoring te permite fazer um build do dvd, de modo a ficares com a pasta VIDEO_TS no disco rigido. Depois testas com o player vês se tem erros ou não.

Palpita-me que seja problema no encoding, experimenta usar um encoder mpeg2 externo, tens o encoder da cinemacraft que é dos melhores, senão o melhor, ainda é das unicas ferramentas que me fazem ir ao windows do meu irmao, pois não existe versão osx, apesar de agora ter encontrado o bitvice que consegue ter praticamente a mesma qualidade.  Wink

Outra coisa, estas a fazer o encoding a que bitrate? cbr ou vbr? convem saber.
De qualquer maneira o melhor é fazeres um videozinho de 10 segundos, que vendo a situação é outra.

Bons encodings
Miguel
« Última modificação: 03 / Jan / 2007, 18:32 por Miguel Quental » Registado
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« Responder #13 em: 03 / Jan / 2007, 21:03 »

 ... boas!


Fiz uma experiência e deu para verificar que o problema pode estar no software de para fazer authoring.

Fiz o export  para .mpg  para DVD authoring ( dois ficheiros, imagem e som ). Quando os importei para o DVD Encore 2.0 e os coloquei na timeLine passaram a apresentar "drops". Ao visionar no mediaPlayer os .mpg's não dei com nenhum problema.

Estou a usar o Encore 2.0, na sua versão tryOut, e acho que pode ser da versão. No entanto, queria entender se o problema também pode ser, por exemplo, falta e de memória, ou alguma outra coisa que podesse influênciar o processo. QUe vos parece?

Obrigado

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« Responder #14 em: 21 / Jun / 2007, 01:56 »

... boas!


Fiz uma experiência e deu para verificar que o problema pode estar no software de para fazer authoring.

Fiz o export  para .mpg  para DVD authoring ( dois ficheiros, imagem e som ). Quando os importei para o DVD Encore 2.0 e os coloquei na timeLine passaram a apresentar "drops". Ao visionar no mediaPlayer os .mpg's não dei com nenhum problema.

Estou a usar o Encore 2.0, na sua versão tryOut, e acho que pode ser da versão. No entanto, queria entender se o problema também pode ser, por exemplo, falta e de memória, ou alguma outra coisa que podesse influênciar o processo. QUe vos parece?

Obrigado

RR



Eu uso o Encore DVD 2.0, e trabalho lá com os avi sem "encoder" e deixo essa operação para fazer no próprio Encore e nunca tive qualquer problema, já mesmo com a versão 1.5. Sempre funcionou impecavél!
Tive já problemas quando fazia o "encoder" de avi para mpeg em softwares adicionais, ou por vezes mesmo no programa de edição de video. Vim a descobrir mais tarde que era mesmo do software, pois troquei e nunca mais tive problemas!
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