Cine look ou Film look
22 / Nov / 2008, 11:19 *
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Autor Tópico: Cine look ou Film look  (Lida 6146 vezes)
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Jose Costa
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« em: 24 / Jan / 2007, 08:09 »

Boas.

O cinema e o vídeo exibem de maneira diferente as imagens. E as imagens de negativo têm uma aparencia diferente das imagens captadas por uma câmera de vídeo, algo a que se chama de Cine look ou Film look. O cinema exibe as suas imagens a uma frequência de 24 imagens por segundo (fps), e o vídeo no sistema PAL exibe a 25fps.

A proporção entre altura e largura da imagem, conhecido por aspect ratio, também é diferente: 1,33:1 na televisão (o conhecido 4:3), 1.85:1 no cinema americano e 1.66:1 no cinema europeu, havendo ainda outras variantes.

O que confere ao cinema uma imagem  diferente da imagem do vídeo é a latitude de exposição, sendo diferente no vídeo e no cinema. De notar que a película cinematográfica não é mais que uma película fotográfica. Sensibilidades diferentes (ASA/ISO) comprimentos de peliculas diferentes, mas de resto iguais.  Por latitude entende-se a faixa de variação da exposição, das partes mais claras até ás partes mais escuras da imagem, que a mesma consegue registar. A latitude de exposição do vídeo é cerca de metade da latitude máxima de exposição conseguida pela película. Num teatro impera o uso de contrastes de luz e de variações de meios-tons. A gravação nesta situação é muito diferente no video e no negativo. Um vaso de plantas, localizado num canto do palco com pouca iluminação, fará com que o negativo "grave" os detalhes e as nuances das folhas, além de outros pequenos pormenores, embora possa ser em tons escuros. O vídeo, por sua vez, irá gravar uma imagem, em que o vaso e as plantas serão vistas  como um objeto totalmente negro. O mesmo acontece com as altas luzes. Por isto é que a imagem do vídeo é diferente da imagem do cinema.

Para além disto, á ainda um outro factor: a profundidade de campo. A profundidade de campo é a parte nitida da imagem, á frente e atrás do ponto focado. Um exemplo, quando a imagem por trás da pessoa que focamos está difusa, dizemos que temos pouca profundidade de campo. Uma vez que os CCDs usados nas câmeras de vídeo têm uma área de captura menor do que a do negativo de 35mm, o cinema normalmente tem pequenas profundidades de campo, a cena está focada mas o fundo encontra-se desfocado, algo que não é comum no vídeo. No entanto, a profundidade de campo também depende de outros factores, como seja a abertura (Iris).

À ainda o contraste. As imagens capturadas em negativo são por norma mais contrastadas que o video.

Assim, a latitude da exposição, a menor profundidade de campo e o contraste elevado do negativo, é que são as verdadeiras razôes do chamado Film Look. Os outros aspectos, como seja o aspect ratio da imagem e os 24fps, também ajudam, mas não são o factor principal.

Existem vários softwares e plug-ins cuja função é transformar o sinal vídeo em algo parecido com o Film Look do cinema. Estes softwares, adicionados a técnicas e truques durante a filmagem, como sejam filtros para suavizar a imagem, o uso da profundidade de campo, situações de luzes de alto contraste minoradas, o uso do corte seco e dissolves (fugindo assim a efeitos mais "garridos" ), permitem que o vídeo tenha um aspecto semelhante ao do negativo. O "formato" 16:9 (que não é igual a nenhuma proporção utilizada no cinema mas que se aproxima da 1.85:1) pode ser feito directamente em muitas das câmeras existentes actualmente.

Boas.
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JC Duarte
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« Responder #1 em: 24 / Jan / 2007, 09:33 »

Companheiro:
Este é um tema particularmente interessante para quem andar nestas coisas da imagem. Acontece que possui algumas imprecisões, tanto quanto me parece, que podemos ventilar.

Por um lado, a película fotográfica, ainda que o aparente, não é rigorosamente igual à película cinematográfica.
Se a película reversível (aquela que, após exposta e revelada, resulta em positivo, tal como os diapositivos ou slides) o é, já com o negativo não é tanto assim. O contraste do negativo de cinema é menor que o contraste do negativo fotográfico. Entre outros motivos, isto acontece porque terá que ser “positivado” para película e, neste processo, há sempre um incremento de contraste diferente do que sucede ao positivar-se para papel.
Antes do surgimento da fotografia digital existiam alguns vendedores pouco escrupulosos que vendiam os negativos de cinema virgem em pequenas bobines para os fotógrafos inexperientes. Os resultados eram sempre desastrosos, já que as fotografias impressas a partir deles tinham um ar “deslavado”, pouco contrastado.

Por outro lado, tanto em cinema como em vídeo existe um trabalho prévio a que se chama “direcção de fotografia”. Estes profissionais têm como função, entre outras, o iluminar as cenas a captar, fazendo com que nelas existam a quantidade e qualidade de luz necessária ao trabalho em causa. E, presumindo que o profissional sabe o que está a fazer, controlará os contrastes de luz existentes na cena para que, em função do suporte usado (cinema ou vídeo) ela fique reproduzida como se quer. Num suporte que resulte numa imagem mais contrastada as relações de contraste de luz da cena serão menores e vice-versa.
Acrescente-se que é também trabalho do director de fotografia definir a profundidade de campo do trabalho final, pelo que ajustará a quantidade de luz existente em função disso e do suporte em causa. É que a profundidade de campo, tal como a perspectiva e o contraste, são algumas das “ferramentas” com que nós, técnicos de imagem e criadores de histórias e estórias, trabalhamos para dar ênfase ao que contamos.

O que acontece é que se ajusta a profundidade de campo, e para além das questões técnicas da tomada de vista, em função do suporte final que chega ao consumidor. A tela de cinema comparada com o televisor doméstico, ainda que grande. Uma imagem com uma profundidade de campo pequena tem um impacto no espectador completamente diferente se vista no cinema, numa tela bem grande, ou se vista em casa, num ecran de reduzidas dimensões. E se numa tela grande servirá para evidenciar as partes nítidas da imagem das restantes, se as menos nítidas ocuparem uma grande área, já num televisor poderá perturbador, chuva de informação ou elemento de distracção do centro de interesse.
Claro que os realizadores e os directores de fotografia, sabendo disto, jogam com os factores que mais lhes convêm. Além do mais, sendo certo que a indústria cinematográfica cada vez mais tem como consumidores não apenas as salas de cinema mas também o público doméstico, vão ajustando estes factores por forma a criarem uma linguagem de imagem válida nos dois suportes finais.

Em qualquer dos casos, e não sendo eu director de fotografia, deixo aqui um repto aos que o são para darem a sua contribuição e experiência.



Divirtam-se e aproveitem bem a luz
JC Duarte

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A bem do ambiente, e a menos que seja estritamente necessário, por favor não imprima esta mensagem.

Divirtam-se a aproveitem bem a luz
JC Duarte

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Jose Costa
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« Responder #2 em: 24 / Jan / 2007, 17:46 »

Boas.

Fico contente por verificar que o meu tópico despertou o interesse em alguém. Quanto aos comentários... Vamos por partes.

Citar
possui algumas imprecisões
O objectivo foi o de passar uma informação, mas sem entrar muito no aspecto técnico. Passar só o essencial. Como tal, á factores que não são abordados. Teriamos que despender muito mais tempo e não é esse o objectivo pretendido.

Citar
a película fotográfica... não é rigorosamente igual à película cinematográfica.
Evidentemente que não. Assim como as peliculas fotográficas não são todas iguais. Emulsôes diferentes, quimica de revelação diferente, processamento diferente. Com a minha frase "a película cinematográfica não é mais que uma película fotográfica" e "mas de resto iguais" quis passar a ideia de que os precessos envolvidos são muito identicos. Mas não quer dizer que sejam "exactamente iguais". A ideia é mostrar que são semelhantes. Quando se fala de assuntos mais técnicos, em que se tenta passar o máximo com o minimo de palavras, não se pode entrar em "tecnecismos?". As coisas não são assim tão simples. Mas temos que tentar simplificar para os menos entendidos compreenderem.

Citar
existe um trabalho prévio a que se chama “direcção de fotografia”.
A direcção de fotografia é obrigatória em cinema e muito utilizada em estudio de TV. Em reportagem, praticamente não existe. Em meios controlados, cinema e estudio, controla-se tudo, desde tempo, luz, métodos. Em reportagem, não se controla nada, ou quase nada. Dai não existir a direcção de fotografia. E mais uma vez, tentei simplificar. Existe imensa literatura para os que quiserem aprofundar o tema.

Citar
controlará os contrastes de luz existentes na cena
Estamos a falar de situaçôes ideais, controladas. Mas nem sempre isso acontece, como por exemplo nas reportagens. Mais uma vez, a ideia que quis passar, é que em situaçôes iguais, e é o que se verifica, o negativo "grava" melhor as nuances da imagem. Responde muito melhor ás baixas e altas luzes que o video.

Citar
definir a profundidade de campo do trabalho final
Em negativo, a profundidade de campo é mais controlável que em video. Isso tem a ver com o equipamento em si. Em situaçôes iguais, consegue-se um maior controle da profundidade de campo no negativo que no video. Estou a falar de equipamento sem acessórios extras acoplados.

Citar
se as menos nítidas ocuparem uma grande área, já num televisor poderá perturbador
As telenovelas brasileiras são um bom exemplo de que tento passar. Vejam os grandes planos feitos aos actores, em que eles estão nitidos e o fundo está desfocado. E isso não perturba nada a imagem, muito pelo contrário. Apenas faz sobresair o que interessa. Agora, tentem fazer o mesmo com as vossas câmeras. Vão verificar que não têm o mesmo controle.

Já sei o que vão dizer: "As telenovelas são filmádas em video". Pois são, mas em situaçôes controladas, desde tempo, luz, contrastes de côr, distâncias, altura do dia, etc. E as câmeras não são "câmeras de video", são câmeras video equipadas com as objectivas do cinema, acessórios adaptadores, e mais diábo a quatro.

O que escrevi não tinha como objectivo ser um artigo técnico. Apenas passar alguns aspectos, os que considerei mais importantes. Por muito que se escreva, á sempre algo que fica por escrever. Tentar dizer o máximo, com o minimo, creio que para estes fórums é o ideal. Quem quer se aprofundar nos temas, procura a literatura técnica. Não escrevi com esse objectivo.

Mas acredito que o teu "artigo", junto com o meu, passaram o fundamental do que tentei dizer. Boas.
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Paulo César
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Bons Takes!


« Responder #3 em: 24 / Jan / 2007, 19:30 »

...e ambos os artigos mostraram ser enriquecedores.
gostei do fairplay, josé costa.

cumptos, e bons takes.

P.C
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Rui Barros
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« Responder #4 em: 25 / Jan / 2007, 00:17 »

Interessante este tema, o "Duelo entre Quimica e Electrónica".
Havemos de dar mais uns anos ao video, pois o cinema já conta com o seu centenário.
Pobre do video que custa a ultrapassar os 5MHZ de definição, que porcaria quando aparecem aqueles tipos nas entrevistas, de camisa de riscas muito finas que provocam aquela "rede visual", "moire" para os entendidos, na imagem.
Mas também quem é que pode ter um cinema em casa?
Até na edição o processo é diferente, para televisão o timing dos takes normalmente é mais curto do que no cinema. O olho "varre" mais depressa um plasma do que um pano enorme.
Mas viva a televisão, ficamos em casa a disfrutar da nossa pequena atmosfera, mas também viva o cinema, para vermos outras pessoas, partilhar opiniões, aprender como se pode agradar uma plateia, etc...
Aquilo que realmente interessa é que se faça boa televisão e bom cinema.

Abraço
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« Responder #5 em: 25 / Jan / 2007, 02:04 »

José Costa, não vou tomar o exemplo de rebater por ponto as questões que alguém expõe como já nos vens habituando.

Neste fórum cabem todas as perspectivas, quer aquelas mais ligeiras quer aquelas mais aprofundadas. De modo geral estas últimas são provenientes de profissionais com muitos anos de experiência na área da produção profissional em vídeo, especialmente nas áreas, e agora é uma opinião estritamente pessoal, mais criativas e de maior exigência técnica, que são o teatro, a ópera, ou séries de ficção, especialmente aqueles vulgarmente denominados de "época".

Gostaria de ter escrito o texto do JC Duarte, o qual assino por baixo indiscutivelmente. Diz não ser director de fotografia, mas sei de forma segura que se o fosse, seria bom, muito bom, tem os conhecimentos teóricos e práticos necessários até mesmo muito para além do que seria exigido.

Mas passando a questões objectivas. Tal como já dito anteriormente, a profundidade de campo, o contraste, e outros aspectos, mais do que uma característica dos equipamentos ou suporte, podem e devem ser vistos mais como uma ferramenta de trabalho ao serviço do resultado da história que se pretende contar, e podem ter que se variar ao longo dela, ou mesmo de uma cena para outra, seja o suporte vídeo ou filme.

Apenas relativamente à profundidade de campo:

Pode escolher-se determinada objectiva apenas porque se pretende ter uma certa profundidade de campo, e a situação não permite um total controlo da intensidade de luz na cena, ou, até se tem controlo total da luz, mas estamos numa situação de multi-câmara e por exemplo numa deles pretendemos ter uma profundidade de campo especifica. Já estive envolvido num programa tipo talk Show, em que para uma das câmaras foi escolhida uma objectiva com a finalidade de, com o plano próximo do pivot, ter determinada profundidade de campo, com as condições de luz que serviriam para todas as outras câmaras. Para quem está a ler isto mais profundamente, sim, a câmara não se mexia do mesmo sítio, a dimensão do plano não variava significativamente, e o diafragma nesse plano obviamente era sempre o mesmo, o projecto era espanhol, teve emissão em directo, diariamente durante mais de 9 meses na SIC, produzido com meios técnicos e humanos no estúdio 5 da RTP do Lumiar. Chamava-se Noites Marcianas!

Porque é que estou a referir um caso especifico? Por estar na sequencia do tema e por no inicio ter falado de criatividade e técnica, e o exemplo evidenciar que até em programas em que muitas vezes se pensa que aquilo é "luz para cima", e a imagem é apenas a representação “do que lá está” as coisas não são bem assim. Por detrás do pivot estava uma cidade vista ao longe numa perspectiva superior, com muitos edifícios de vários tamanhos e tons, zonas de luz e sombra, na verdade eram apenas vários paralelepípedos de madeira e todos da mesma cor. Um plano próximo do pivot, sem a correcta profundidade de campo e estava tudo estragado.

Parafraseando o JC Duarte, aproveitem sempre bem a luz
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« Responder #6 em: 25 / Jan / 2007, 03:10 »

Boas.

Por vezes gostava que as pessoas fossem mais directas. Algumas frases podem ter dois sentidos, depende de quem as lê. E por vezes, tenho dificuldade em ver o sentido da frase.

Este é um caso "rebater por ponto as questões que alguém expõe como já nos vens habituando". Concretamente, quer dizer o quê? Que devo mudar a forma como respondo? Que devo ser mais "corrido" no texto? Que devo continuar a escrever assim? Peço desculpa, mas não atingi o significádo. Só através de comentários directos, criticas, é que por vezes vamos ao encontro daquilo que os outros esperam. Pelo que se puder ser mais especifico, iria agradecer.

Quanto ás perspectivas, estou perfeitamente de acordo. À experiencia de alguns, não questiono. As respostas, bem... creio não estar errádo ao afirmar que a grande maioria dos users, pelo menos os que participam, não tem conhecimentos a nivel profissional, Broadcasting. Tirando meia-duzia, os restantes encaixam-se nesta "situação". Assim sendo, tento abordar assuntos que creio ir ao encontro das necessidades e dúvidas deles. Tento fugir ao aspecto técnico, broadcasting, se é que me faço entender, e ir mais pelo ládo "simplista".

Não quero dizer com isto que não reconheço o mérito dos "profissionais". Que não dou valor aos "amadores". Mas se as perguntas são mais de cariz "amador e prosumer", vou entrar com questôes "profissionais"?

O video, a fotografia, a iluminação, tem muito que se lhe diga. Mas a maneira de abordar cada um deles depende do meio em que nos movimentamos. O seu é a iluminação de palco, creio. Mas um "amador ou prosumer" não lida com os problemas que você tem de resolver. Os problemas são outros. Por sua vez, o "amador ou prosumer" não tem os recursos que você tem ao seu dispôr. Meios diferentes, trabalhos diferentes, respostas diferentes. À que adequar as coisas. Penso eu assim.

Vem, não sei se li correctamente o sentido da sua mensagem e não sei se passei correctamente o sentido da minha. Portanto, resposta directa preciso. Boas.
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Jose Costa
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« Responder #7 em: 25 / Jan / 2007, 03:38 »

Boas.

Depois de colocar a mensagem anterior, fui ler novamente o que tinha escrito inicialmente. E escrevi algures "Teriamos que despender muito mais tempo e não é esse o objectivo pretendido." Pois não sei se me fiz entender, mas queria dizer que não era o MEU objectivo... Fálo por mim, não pelo fórum ou outros users.

Creio que é dai que bem a frase do A. Caneira "Neste fórum cabem todas as perspectivas". Como disse antes, não sei se compreendi o sentido e se passei o sentido. Voçês dirão. Boas.
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« Responder #8 em: 31 / Jan / 2007, 00:15 »

Olá a todos, é a primeira vez que participo neste fórum e gostaria de poder enviar aos interessados um pequeno clip duma curta metragem que estou a fazer. As opiniões serão muito válidas para que possa melhorar o meu trabalho.
Cumprimentos a todos e espero poder entrar da melhor maneira nesta esfera de discussão sobre "cinema digital!?"
Rui Caria.
 Ps. O clip em questão tem 12Mb... capazes de entupir qualquer caixa de correio desprevenida. 
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« Responder #9 em: 31 / Jan / 2007, 00:52 »

Boas.

Por mim, podes enviar. Mas se puderes "dividir" em ficheiros mais pequenos, agradecia. Creio que a minha caixa não suporta um ficheiro tão grande. Ficheiros de 3MB era o ideal. Boas.
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Rui Barros
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« Responder #10 em: 31 / Jan / 2007, 12:25 »

Olá Rui,

Deixo-te uma sugestão, envia a curta para o Youtube.com e indica-nos depois o link.
É mais facil e todos os interessados podem dar os seus comentários.
José Costa, se quiseres posso enviar-te um convite para o Gmail, +- 3 GB de espaço para uma caixa de correio.

Abraço
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« Responder #11 em: 31 / Jan / 2007, 13:02 »

Boas.

Ao Rui Barros:
A sugestão do Youtube.com é uma boa sugestão. Applause Applause Applause
Tenho um limite de 5MB na minha caixa de correio, e está sempre cheia de mensagens. Não sei como se coloca um filme no Youtube, mas pelo menos sei ir lá ver.

Quanto ao "convite para o Gmail" agradeço, mas vais ter de me traduzir isso. Não sei as condiçôes e como funciona. È qualquer coisa do género do Hotmail, ou estou errádo?  Think Só conheço mesmo o Clix. Isto dos chats, mensagens, páginas pessoais, estou muito apagádo nesta área.  Brick wall Se me puderes ilucidar, agradeço.  Pray
Boas.
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« Responder #12 em: 31 / Jan / 2007, 13:33 »

Olá pessoal, a ideia do youtube é sempre uma boa solução, no entanto não quero ainda divulgar o trabalho, pois a ideia é participar para já num festival de curtas e numa apresentação pública do filme nos Açores, como tal e porque ainda não está todo filmado e montado, não posso divulgá-lo assim. A unica razão de querer mostrá-lo aos participantes neste fórum era colher opiniões técnicas visto ter filmado tudo em HDV com um adaptador de 35mm feito por mim e adaptado à Z1, que não é uma câmara fácil com este sistema devido ao aspecto 16.9. Se quiserem que envie por mail já só tem 2Mb...menos que isto já começa a não se poder ver...
Obrigado e cumprimentos. Rui
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« Responder #13 em: 31 / Jan / 2007, 13:40 »

Passo a PUB. e Off-Topic.
O Gmail é de borla, tem quase 3 Gigas de espaço, está também em português e tem as instruções de configuração. É acessivel de qualquer computador, via browser, e no teu podes configurar o programa de correio.
Manda-me uma mensagem privada com o teu mail e mando-te o convite.
No Youtube, 1º registas-te como utilizador e 2º segues as instruções de Upload de videos.

Abraço
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« Responder #14 em: 31 / Jan / 2007, 23:03 »

... existe uma outra solução para a partilhar ficheiros na rede, nomeadamente videos: http://rapidshare.com/.

Fazes o UpLoad do video e é dado um link que serve para os interessados fazerem o DownLoad. Ao fim de, aproximadamente, 40 dias sem DownLoads o ficheiro desaparece.

RR
« Última modificação: 31 / Jan / 2007, 23:06 por Rui Ribeiro » Registado

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