Encore CS3
02 / Dez / 2008, 15:38 *
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Autor Tópico: Encore CS3  (Lida 1480 vezes)
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Marcos Bras Iba
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« em: 19 / Out / 2007, 02:24 »

Saudações Caríssimos!

Em virtude do clima de mútua colaboração vivido pelos membros e visitantes de tão digno site, sinto-me na obrigação de dividir com os colegas o que segue:

- Utilizadores do Pacote CS3 Adobe!

Aos que utilizam o Premiere ( verão 1.5 e 2.0 ) ... a forma convencional para finalizar DVD era exportar Mpeg ( 7mb; 8mb aos que possuiam plug-ins ), abri-lo em seguida no Encore ( versão compatível ) ... montar link's Menu/Time-line e gravar.

Com o advento da familia CS3, este processo foi alterado, embora hajam outras e inúmeras formas de fazê-lo ( finalização para DVD ) ... o processo que a mim tornou-se mais conveniente, resultando inclusive em ganho considerável de qualidade e ocupação de espaço da mídia do DVD foi: deixar de exportar para Mpeg ( até porque o CS3 não possui esta opção direta ) ... passar a exportar a trilha de vídeo em AVI ( sem compactação alguma ) ... abri-la diretamente no Encore ... e aí sim ... utilizar das diversa opções e modalidades de configuração de Transcoder ... para finalizar o DVD.

Evidente que desta forma necessitamos de muito mais espaço em disco rígido.

Contudo, até porque o volume de DVD's que gravo é considerável, notei que, ao utilizar o transcoder diretamente do Encore, consegui melhorar ainda mais a qualidade do produto final - DVD com melhora considerável de qualidade, menor vibração Alpha e, por incrível que possa parecer, embora utilize o Transcoder a 8mb com opção de áudio PCM com 44 Mhz Stereo ( praticamente a melhor configuração para áudio ), consigo colocar mais informação em disco do que qdo utilizava Encore 2.0 ( Mpeg 7mb + audio PCM na mesma configuração - e não estou a falar em DVD dupla camada ou BlueRay mas sim de um DVD vulgar - única face ).

Desta forma, consegui, como venho buscando e penso em continuar, melhorar a qualidade do produto final entregue ao meu cliente.

Despeço-me com abraços e votos de sucesso!


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Pedro Rocha
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« Responder #1 em: 19 / Out / 2007, 08:30 »

Oi Marcos,

estou muito contente de teres encontrado aqui um espaço onde te identifiques.

Mas vamos aqui a alguns pontos que me estão a deixa confuso. Quando dizes que o video sai com melhor qualidade exportando do Premiere CS3 em DV AVI (acho que é DV) para depois o Encore CS3 fazer a codificação para MPEG-2 contradiz aqui alguns pontos. Que até pode funcionar melhor no Premiere mas não deixa de ser contraditório, vou explicar:

Quando o editamos num programa como o Premiere, Vegas, FCP, Liquid e Edius (desculpem meter os outros de parte), colocamos efeitos, transições, Key's, etc. Estamos a alterar a imagem que tem de ser reprocessada, esse reprocessamento é mais eficaz nuns programas que outros. No Vegas (o Premiere também o deve fazer) o processamento de todos os efeitos, máscaras, caracteres e transições são feitos progressivamente e na amostragem (sampling) 4:4:4 RGB, elevando a sua qualidade para evitar maiores percas quando acontece esse processamento.

Ora o DV AVI PAL é 4:2:0 e o DV AVI NTSC é 4:1:1 que por sua vez quando são codificados para DVD MPEG-2 em que a sua amostragem é 4:2:0.

Resumido em NTSC (usado pelo Marcos)

Codificação para DV AVI no Premiere e depois no Encore para MPEG-2:
DV AVI 4:1:1 »»» MPEG-2 4:2:0
- os efeitos e transições não aproveitam o 4:4:4 para o MPEG-2 4:2:0, pois a amostragem dos efeitos é "esmagada" para a amostragem 4:1:1 logo no Premiere

Codificação para MPEG-2 directamente no Premiere:
DV AVI 4:1:1 + Trans. e Efeitos 4:4:4 »»» MPEG 4:2:0
- Aqui isso já não acontece, assim todos os efeitos e transições são processados juntamente com o ficheiro DV AVI em 4:4:4 havendo apenas um downscaling para 4:2:0 dos efeitos e transições, elevando a sua qualidade e evitando um processo de upscaling para MPEG-2 4:2:0 que em nada melhora a imagem, pois a sua origem é 4:1:1 como indicado no processo anterior.

Para ajuda na compreensão de alguns termos técnicos existem um endereço em português brasileiro (agradecimentos ao José Costa) que explica com algum pormenor todos os termos mencionados anteriormente.

Sampling
4:1:1
4:2:0
4:2:2
4:4:4
« Última modificação: 20 / Out / 2007, 07:38 por Pedro Rocha » Registado

Pedro Rocha
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Marcos Bras Iba
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« Responder #2 em: 20 / Out / 2007, 02:32 »

Saudações Caríssimo Pedro!

Ao ler seu Post, atentamente, percebi exatamente sua dúvida em relação ao processo por mim utilizado para finalização em DVD no Premiere CS3, até mesmo porque as informações por você brilhantemente ilustradas técnicamente, não deixam lacunas à serem preenchidas.

Embora, não espantosamente, não seja ainda totalmente fiável, é fato que o resultado final é satisfatoriamente "mais" eficiente que o tradicionalmente por mim utilizado. ( captura DV AVI NTSC - nativo 60 Frames Entrelaçados ( embora "entrelaçados" não seja expressão mais correta em meu entendimento, mas sim "sobrepostos" - em se tratando de Filmadora JVC 5100 e/ou Panasonic DVC60 ... / outros formatos nativos de captura como HD ou mesmo HDV com certeza permitiriam esta nomenclatura / posterior Edição + export Mpeg2 - finalização DVD).

Interessado que sou, senti-me oportunamente honrado com as questões e explicações por você impecávelmente explanadas.

A verdade é que deixou-me "com a pulga atrás da orelha".
Passei a ver este processo com outros olhos ( evidentemente após seus esclarecimentos ).

Contudo sublinho: ( extraído dos "links" por vc postados em sua mensagem )

Artefatos de compressão

Quanto maior a taxa de compressão utilizada para reduzir o tamanho ocupado por um sinal de vídeo digitalizado, maior a probabilidade de surgirem 'defeitos' na imagem final descomprimida. Isto ocorre porque os processos de compressão utilizados para comprimir sinais de vídeo geralmente acarretam perdas de detalhes durante a compressão e não há como reconstruí-los no processo inverso (descompressão). Estes defeitos são mostrados na imagem na forma de falhas em cores ou resolução em determinados pontos da imagem.


Assim sendo, utilizando eu como formato navito de captura NTSC DV AVI 60 Frames "Entrelaçados", e ... após editado, devolver ao mesmo formato "nativo" minha trilha, "supostamente" não existe compressão - exceto aquela que será feita posteriormente no Encore CS3. Então, a ausência de compactação ou minimização de compactação não seria a resposta às suas ( agora minhas também ) dúvidas?

Neste dado momento a falta de tempo não permite que "avance" em pesquisas para julgamento, mas, comprometo em fazê-lo o mais rápido possível!

PS - Parafrazeando Nobre Colega em mensagem aqui mesmo postada: "Quando pensamos deter as resposas ... vem a vida e muda as perguntas" - e assim o é!

Abraços e Sucesso!
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« Responder #3 em: 20 / Out / 2007, 05:33 »

Boas.
Muito rápidamente, pois mais tarde posso complementar, o MPEG-2 se bem que possa utilizar um sampling 4:2:2, como a futura XDCAM HD da Sony, o sampling usádo nos DVDs utiliza o 4:2:0 e não 4:2:2 como errádamente é referido.

A exportação do sinal DV para DV, também ao contrário do que é referido, sofre uma "codificação", o que se traduz numa perda de qualidade. Minima, mas que existe. Boas.
« Última modificação: 20 / Out / 2007, 05:35 por Jose Costa » Registado

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« Responder #4 em: 20 / Out / 2007, 07:32 »

Boas.
Muito rápidamente, pois mais tarde posso complementar, o MPEG-2 se bem que possa utilizar um sampling 4:2:2, como a futura XDCAM HD da Sony, o sampling usádo nos DVDs utiliza o 4:2:0 e não 4:2:2 como errádamente é referido.

Sim tens razão, obrigado pela correcção. Mesmo assim continuo-o a fundamentar que a codificação feita no editor têm mais qualidade.

Citar
A exportação do sinal DV para DV, também ao contrário do que é referido, sofre uma "codificação", o que se traduz numa perda de qualidade. Mínima, mas que existe. Boas.

Aqui entra a qualidade do codec DV cada empresa...


Para o Marcos:

Sim claro que a qualidade é melhor se usares o DV AVI, porque sofre menos compressão, mas se o objectivo final é o MPEG-2 para DVD, não vamos precisar do DV AVI para nada, a não ser para guardar o Master numa cassete. Já fiz testes sobre isso, quer de tempo quer de qualidade, porque se fores a ver tens de codificar para DV AVI e depois MPEG-2. Apesar de muitas vezes deixar as coisas a render durante a noite, à situações em que preciso das coisas o mais rápido possível. Mas provavelmente o CS3 está optimizado para funcionar no processo que mencionas. 
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« Responder #5 em: 24 / Out / 2007, 16:44 »

Boas.
Como prometi, aqui vai um "complemento". O video é uma área muito técnica, pelo que não é fácil transmitir  a informação em meia dúzia de palavras. Mas vou tentar. E vou tomar á letra o processo de exportação mencionádo pelo Marcos Bras.

Qualquer conversão de um ficheiro video para outro formato, provoca uma perda de informação. Um simples video, em fita magnética, quando é transferido para o PC, mesmo que em video não comprimido, significa perda. Em função do codec e formato utilizádo, pode ser maior ou menor. A conversão de um video 4:1:1 ou 4:2:0 para 4:4:4 acarreta perdas. Irrisórias, mas que existem. E abaixo explico.

A sobreposição de conversôes faz com que essa perda seja ainda mais acentuáda. E quanto maior a perda, menor a qualidade do video final.
A exportação de um projecto video para um sinal DV cujo sampling é 4:1:1 (no caso em questão) e depois novamente exportádo para MPEG-2 significa, na prática, que passam a haver duas ou três conversôes de sinal, pelo que o sinal fica com pior qualidade (abaixo explico melhor). Ão facto relatádo de que procedendo desta forma se obtinha uma melhor qualidade no DVD, é preciso ter em conta uma questão que é muitas vezes descuráda, quer por desconhecimento, quer por esquecimento. Estou a falar de comparação subjectiva.

Os processos de conversão video provocam alteraçôes de luminosidade e saturação de cores. Visualmente, podemos gostar mais de uma imagem do que de outra, mas isso não significa que o sinal video tem mais qualidade. Até pode ser bastante inferior. Mas visualmente, gostarmos mais de um em particular. Sem equipamento de medida de precisão, não é possivel avaliar, muitas vezes, a perda de qualidade do sinal video, por ser tão pequena. Um sinal video de um fundo preto é um fundo preto. Mas algumas pessoas podem gostar de ver alguma "claridade" no fundo, achando assim que o sinal é de melhor qualidade. Não é, está adulterádo.

Quando se exporta um projecto da timeline do NLE, podem acontecer duas coisas. O video não teve qualquer alteração no seu sinal (efeitos, filtros, etc), apenas o corte seco, e neste caso, o sinal video não sofre qualquer processamento, limitando-se o NLE a copiar o video bit a bit, do ficheiro original, interrompendo a cópia no local do corte e recomeçando a cópia no corte a seguir. Experimentem o seguinte: Exportem dez segundos de um qualquer clip. Vai-se chamar N1. Arrastem o clip N1 para a timeline e cortem um pouco no final. Exportem novamente, só o clip N1. Vai-se chamar N2. Arrastem o N2 para a timeline e cortem mais um pouco. Exportar e temos o N3. Fazer o mesmo até chegar ao N10. Comparem o N1 com o N10 e vão verificar que têm a mesma qualidade.

Agora a outra situação. No mesmo clip N1 coloquem uma PIP. Exportem o resultado. Vai-se chamar A1. Arrastem o A1 para a timeline e coloquem a mesma PIP no mesmo local exacto (fica por cima da anterior, portanto). Exportem só o A1 com a PIP. Temos assim o A2. Arrastem o A2 para a timeline e novamente coloquem uma PIP no mesmo local. Exportem e temos o A3. Fazer o mesmo até chegarmos ao A10. Comparem agora o N1 (o clip original) com o A10. A perda de qualidade é super-visivel.

Apesar dos NLE fazerem a conversão de 4:1:1 ou 4:2:0 para 4:4:4 que o Pedro Rocha referiu, e que está correcto, voltam novamente a converter para 4:1:1 ou 4:2:0 na exportação. A cada exportação, a dupla conversão de 4:1:1 para 4:4:4 e depois para 4:1:1 (ou 4:2:2) acrescenta perdas. O 4:4:4 tem vantagens quando se sobrepôe varios efeitos uns em cima dos outros, pois reduz as perdas nos vários processamentos, além de agilizar o processo dos renderings, pois assim o sistema não precisa tanto de processar as conversôes.

Assim, exportar o projecto para DV provoca perda de qualidade nas partes que precisam de ser processádas (filtros, efeitos, etc), e depois a conversão de DV para MPEG-2 provoca novamente uma perda de qualidade, pois o sistema acaba por fazer duas conversôes de sinal. Se se exportar directamente o projecto da timeline para o MPEG-2, só existe uma conversão, pelo que o resultado é de melhor qualidade, ainda que visualmente possa parecer o contrário, como acontece com o Marcos Bras. Mas não se esqueçam que é o que ele acha. Outra pessoa pode entender o contrário. Comparação subjectiva: pessoas diferentes podem ter opiniôes diferentes sobre o mesmo assunto. Só o equipamento de medida de precisão é que pode determinar com exactidão a quantidade de perda. Mas ela existe.

Para além do facto da perda de qualidade, ainda que possa não ser aparente na maioria dos casos, temos o tempo de processamento, que é maior na exportação e depois na conversão, mais o espaço em disco extra que é necessário para tal.

Espero assim ter clarificádo algumas questôes. Dúvidas, coloquem.  Tentarei responder. Boas.
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« Responder #6 em: 24 / Out / 2007, 17:26 »

... sem abusar novamente dos conhecimentos do Colega, tenho cá algumas dúvidas sobre o Mpeg4. Por exemplo: ao exportar para o Média Encoder, dentro do Premiere CS3, tem-se a opção Windows Média Mpeg 4 ( e suas infinitas variações ). Afinal, este formato, dentro dos conceitos técnicos por vc já nominados, acabaria por "conseguir" melhor resultado que o Mpeg2?

Abraços e Sucesso!
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« Responder #7 em: 24 / Out / 2007, 18:00 »

Boas.
O MPEG-4 tem uma melhor qualidade de imagem comparativamente ao MPEG-2, utilizando a mesma quantidade de bits. Derivádo ao facto de utilizar uma "compressão" mais eficiente, necessita de um poder de processamento superior para codificar e descodificar o sinal video. A sua utilização está limitáda, actualmente, ao PC, pois os leitores de DVD comerciais são incapazes de ler este "formato". Boas.
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« Responder #8 em: 24 / Out / 2007, 18:10 »

... sim sim ... estamos a falar sempre de finalização em DVD.

Técnicamente, ao ler seus post's, evidenciado fica que o processo por mim descrito ( exportar DV-AVI ) acaba por não ser o mais indicado, ainda bem lembrado pelo Colega, não disponho de equipamentos de medição de sinal.

É apenas questão agora de, mesmo que de forma "equivocada", com base naquilo que conheço, observar como se comporta o sinal após finalizado em DVD.

Noto que, ao utilizar o Mpeg2 ( Premiere + Encore ), existe de fato vibração em demasia em imagens cujo canal Alpha esteja dominante, sensação que não tenho ao utilizar o DV-AVI como nativo para finalizar DVD.

PS - a vibração a qual me refiro não é ocasionada por ineficiência de máquina ( PC ), visto que utilizo um CoreDuo ( sobra máquina )!

Estou a iniciar finalização de um DVD agora. O farei utilizando o Windows Média Mpeg4 ( a 30 fps - embora possa utilizar 60 fps ). Após concluí-lo comento aos colegas o resultado ( mesmo que à olhos )!

Agradecido mais uma vez!

Abraços e Sucesso!
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« Responder #9 em: 13 / Nov / 2007, 12:20 »

... sim sim ... estamos a falar sempre de finalização em DVD.

Técnicamente, ao ler seus post's, evidenciado fica que o processo por mim descrito ( exportar DV-AVI ) acaba por não ser o mais indicado, ainda bem lembrado pelo Colega, não disponho de equipamentos de medição de sinal.

É apenas questão agora de, mesmo que de forma "equivocada", com base naquilo que conheço, observar como se comporta o sinal após finalizado em DVD.

Noto que, ao utilizar o Mpeg2 ( Premiere + Encore ), existe de fato vibração em demasia em imagens cujo canal Alpha esteja dominante, sensação que não tenho ao utilizar o DV-AVI como nativo para finalizar DVD.

PS - a vibração a qual me refiro não é ocasionada por ineficiência de máquina ( PC ), visto que utilizo um CoreDuo ( sobra máquina )!

Estou a iniciar finalização de um DVD agora. O farei utilizando o Windows Média Mpeg4 ( a 30 fps - embora possa utilizar 60 fps ). Após concluí-lo comento aos colegas o resultado ( mesmo que à olhos )!

Agradecido mais uma vez!

Abraços e Sucesso!

Boas Caro Marcos,

Estive a ler o seu contribuito com muita atenção, pois é uma área que me interessa bastante e que lido bastante...

Eu de facto enquanto tive o CS2 fazia como de facto como você... e com o upgrade para o CS3 continuei a o fazer, até que vi este seu post, dizendo que exportando em AVI sem compressão existe uma melhoria de qualidade (não eu tendo ainda pensado nisso) vou fazer uns testes para a confirmar, e se comprovar vou o passar a utilizar no meu trabalho...

Desde já agradeço a si e a ao PortugalVideo por ajudarem bastante e tão prontamente os seus utilizadores...

Tenho só uma coisa a perguntar:

Este seu DVD que utilizou o Mpeg4, o que achou do resultado...?

Os meus melhores cumprimentos a si aos Membros do PortugalVideo,
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Marcos Bras Iba
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« Responder #10 em: 13 / Nov / 2007, 12:31 »

Saudações Caríssimo Antonio Ramos!

Continuo em pesquisa para saber se existe plugins para o Encore ou Premiere CS3 que exporte diretamente para Mpeg ... pois ... a opção Mpeg4 ( embora anunciada no programa ) ... acaba por utilizar formato Windows Média, sem a costumeira compactação dos Mpeg's ... tal qual o conhecemos!

Contudo ( pena não possuir aparelhos fiáveis para medição de sinal ... vibração alpha ... etc ) o resultado foi exatamente igual ao conseguido utilizando como formato navito o DV-AVI.

Mas posso assegurar ... segundo meus conhecimentos ... que o resultado final é sem sombra de dúvidas melhor que os anteriormente conseguidos no CS2 ... em se tratando de Mpeg ou mesmo AVI!

Abraços e Sucesso!
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