Fotografia=lucro / Vídeo=subproduto!
07 / Jan / 2009, 22:09 *
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Autor Tópico: Fotografia=lucro / Vídeo=subproduto!  (Lida 1043 vezes)
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Marcos Bras Iba
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« em: 20 / Nov / 2007, 21:00 »

Saudações Caríssimos!

Está aí ... um Tópico para despertar a ira de muitos por aqui ( mas não é esta a intenção - somente "aprender" com Nobres Colegas - pessoas até onde sei - do mais Alto Nível )!

Faz-me confusão esta afirmação: "O que dá lucro é a Fotografia ... o Vídeo ... bem ... é somente um subproduto das Empresas Fotográficas )!

Aos menos atentos, também sou empresário do Setor. Vendo Fotografias para viver. Não tenho razão de queixas ... justo o contrário ... defendo-me bem com o que faço - embora já não seja como no passado ( onde a concorrência éra menor e o lucro maior )!

Contudo, por força de aptidão dedico-me faz tempo integralmente ao audiovisual para eventos sociais.
Há muito ouço aqui e acolá esta afirmação: Fotografia=lucro / Vídeo=subproduto!

Alguém consegue explicá-la para mim?
Será assim mesmo?
Seremos nós os culpados por esta situação ou serão os clientes que afinal não percebem o vídeo em toda a sua magnitude?

Será o Vídeo realmente um Subproduto?

Abraços e Sucesso!
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JC Duarte
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« Responder #1 em: 20 / Nov / 2007, 22:10 »

Companheiro:
Não ando na vida do registo de eventos sociais, pelo que a minha opinião é a de alguém que vê a coisa de fora.
No entanto, lembremo-nos da frase célebre da Kodak: “Para mais tarde recordar.”

A fotografia tem um peso, na mente do comum do cidadão, de durabilidade, de eternidade. E o vídeo não o tem. Sendo este muito mais novo que ela, as experiências que o consumidor tem de vídeo passado anos é de fraquíssima qualidade, ainda que relativa. Muitos vêem uma reportagem com uns vinte anos e constatam o ruído, a falta de definição dos suportes de então: video8, Hi8 e VHS. Comparando com o que existe agora, é realmente fracote. Das fotografias, desde que com um mediano a bom trabalho de laboratório, as imagens estão lá, com uma mínima, se alguma, perca de qualidade.
Claro que dizemos ao cliente que as coisas hoje não são assim, que o suporte digital não tem perda de qualidade (não tem mesmo?), que daqui por 50 anos vai continuar a poder ver na mesma… E nós sabemos que não é verdade, que daqui por 50 anos será difícil encontrar um leitor compatível com os suportes que hoje usamos.
O consumidor, consciente ou inconscientemente, sabe-o ou desconfia-o.

Por outro lado, façam uma pequena pesquisa junto dos vossos clientes. Perguntem quantas vezes re-viram um vídeo de um casamento ou equivalente e quantas vezes re-viram as respectivas fotografias. A resposta, as mais das vezes, será que as fotografias foram mais vistas que os vídeos.
Porquê? Bem, há sempre aquele argumento do “Instante decisivo”. Naquela fotografia os retratados ficaram bem, com o sorriso bonito, sem vincos no vestido ou com o penteado meio desfeito com o vento. O vídeo é bem mais cruel, que ao registar todo o evento, mostra tudo e todos com uma fidelidade que nem sempre é do maior agrado dos que lá se vêem.
Além do mais, colocar uma fita ou um DVD no leitor, sentar e ficar a ver 45 ou 60 ou 90 minutos de uma cerimónia é, sejamos honestos, uma seca! Estão lá aqueles parentes ou intervenientes que não conhecemos ou de quem não gostamos, o tempo que dura a nossa imagem ou a de quem queremos ver nem sempre está de acordo com os nossos desejos (pausa, andar para trás, pausa, andar para a frente, pausa…).
Com a fotografia, basta puxar do álbum e ali está, na página tantas, a cara que procuramos, o detalhe que gostamos, o sorriso que nos delicia.
Acrescente-se que a fotografia é manipulavel, palpável, real, enquanto que o vídeo, seja qual for o suporte, apenas é acessível com um complexo sistema de visionamento e audição.

O consumo do vídeo, em eventos sociais ainda é coisa mais ou menos nova. Ter uma reportagem em vídeo dá “status” e quem não a tiver sentir-se-á menorizado. Daí que, a maioria dos consumidores contrata o vídeo quase que por obrigação social, sem que lhe dê o valor que realmente tem. É uma despesa que há que ter, assim como a do aluguer do carro bonito, do “copo-de-água” para todos os convidados, etc.

Sabemos, enquanto produtores de audiovisuais, que o vídeo não é um subproduto. Tem as suas características próprias, a sua linguagem própria, a sua leitura própria. E o seu consumidor próprio! Pelo menos nos tempos que correm.
Quando o vídeo deixar de ser uma questão de “status” e passar a ser um produto que realmente se queira ter porque se quer e gosta de consumir, então aí a coisa será diferente. Tal como o mercado de oferta, em que o que será importante será a qualidade do que se vende e não o preço concorrencial.


Mas esta é a opinião de quem está fora do mercado, que não produz nem consome, apenas vai ouvindo as opiniões de amigos e companheiros.
Dois cêntimos apenas!
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A bem do ambiente, e a menos que seja estritamente necessário, por favor não imprima esta mensagem.

Divirtam-se a aproveitem bem a luz
JC Duarte

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« Responder #2 em: 20 / Nov / 2007, 22:53 »

boas.
uma pergunta estupida.
mas qual é a duvida que nos dias de hoje o video não rentabiliza a não ser que seja a longuissimo prazo, quando o material estiver mais ke recesso?!

um abraço JP
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« Responder #3 em: 20 / Nov / 2007, 22:57 »

ok e vou mais longe. vou dizer, em opinião pessoal, o futuro do video em reportagens de casamento.
as edições deixaram de existir e começa-se a entregar o filme em bruto.
este ano tive clientes a pedir os originais de casamentos que filmei . e porque será...
tanto é que estamos a pensar em mudar a politica de video aqui na empresa. fazer um BREVISSIMO apanhado de todo o casamento, colocar em 5 a 10 min de video, naqueles cd's mais pequenos, ou dvd (se existir) e entrgar o original ao cliente.
é uma triste e dura realidade, mas está a acontecer...

um abraço JP
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Marcos Bras Iba
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« Responder #4 em: 21 / Nov / 2007, 02:16 »

Saudações Caríssimos!

Realmente sei ... é um tema complexo ... e fazem-se necessárias:

( ... ) A fotografia tem um peso, na mente do comum do cidadão, de durabilidade, de eternidade. E o vídeo não o tem. Sendo este muito mais novo que ela, as experiências que o consumidor tem de vídeo passado anos é de fraquíssima qualidade, ainda que relativa. Muitos vêem uma reportagem com uns vinte anos e constatam o ruído, a falta de definição dos suportes de então: video8, Hi8 e VHS. Comparando com o que existe agora, é realmente fracote. Das fotografias, desde que com um mediano a bom trabalho de laboratório, as imagens estão lá, com uma mínima, se alguma, perca de qualidade. ( ... )

Estas são afirmações mais que verdadeiras, incontestáveis!

(...) Além do mais, colocar uma fita ou um DVD no leitor, sentar e ficar a ver 45 ou 60 ou 90 minutos de uma cerimónia é, sejamos honestos, uma seca! Estão lá aqueles parentes ou intervenientes que não conhecemos ou de quem não gostamos, o tempo que dura a nossa imagem ou a de quem queremos ver nem sempre está de acordo com os nossos desejos (pausa, andar para trás, pausa, andar para a frente, pausa…).
Com a fotografia, basta puxar do álbum e ali está, na página tantas, a cara que procuramos, o detalhe que gostamos, o sorriso que nos delicia.
Acrescente-se que a fotografia é manipulavel, palpável, real, enquanto que o vídeo, seja qual for o suporte, apenas é acessível com um complexo sistema de visionamento e audição. (...)


- Os tempos realmente são outros mas alguns de nós insistem em pecar pela falta de conhecimento, pela falta de equipamento e ainda pela falta de mão de obra especializada. Especializada sim! Como dito aqui mesmo ( citação de JotaPe ) é grande o número de "profissionais de ocasião" em se tratando de Coberturas BBC's. Obviamente não se pode descredibilizar estes "profissionais" ... até mesmo ( concordo com JotaPe ) ... são necessários, visto por vezes o grande número de eventos que se tem que cobrir em um só final de semana ( lembremos que via de regra um mês possui apenas quatro finais de semana ). Porém esta situação, ou seja, a falta de profissionais qualificados em se tratando da construção de vídeo para eventos ... alimenta a condição deste ( o vídeo ) continuar a ser visto como um "biscato" ... um "free" ... um "dinheirinho extra ao final do mês" ou mais longe ainda "um mal necessário" - Status somente!

Em minha área de atuação esta condição subalterna do vídeo começou a mudar! É um processo "sofrido" ( por vezes pouco lucrativo - mas certo a curto ou médio prazo ). Atualmente ( aqui ) já se consegue atribuir ao vídeo o Status atualmente ocupado pelos composites de fotografia ... por vezes até mais valor se dá a um bom DVD do que um álbum de fotos.

... mas isto não acontece por acaso ... gratuitamente!
Produtoras ( como a minha ) vem se especializando na produção deste material.
Sem dúvida requer algum investimento ( para não dizer investimento considerável ) ... mas ... eu mesmo ... já trabalho com diversos formatos de captura ( vou do Beta ao MiniDV - [ agora HDV - hehe ] à medida das possibilidades do cliente )! Isto, no fim de contas, traduz-se em resultados. Não somente em DVD's ... mas em postura frente ao cliente. Coloca-se à disposição dele um aparato até então não vislumbrado por ele ... passa-se a idéia de Profissionalismo ... idéia que até o momento não fazia parte do seu "circulo de conhecimento"!

Os DVD's por nós produzidos possuem outra "formatação" em se tratando de edição. Assistir a um DVD de casamento ( por exemplo ) já não é massante como outrora, visto agressividade no Lay-Out ... visto construção de Clipes com critério ... com conteúdo. Já não basta mais apertar o Rec da Filmadora durante os eventos. É preciso saber o que capturar ... quando capturar ... e mais ... capturar a pensar na edição do produto.

Obviamente não serei eu leviano a ponto de dizer que consigo esta igualdade de Status a 100%  ... mas o vídeo que faço custa o mesmo preço das fotografias que vendo. O cliente compra se quiser ... mas qdo compra ... compreende esta "igualdade"!

O consumo do vídeo, em eventos sociais ainda é coisa mais ou menos nova. Ter uma reportagem em vídeo dá “status” e quem não a tiver sentir-se-á menorizado. Daí que, a maioria dos consumidores contrata o vídeo quase que por obrigação social, sem que lhe dê o valor que realmente tem. É uma despesa que há que ter, assim como a do aluguer do carro bonito, do “copo-de-água” para todos os convidados, etc.

... Condordo!

Quando o vídeo deixar de ser uma questão de “status” e passar a ser um produto que realmente se queira ter porque se quer e gosta de consumir, então aí a coisa será diferente. Tal como o mercado de oferta, em que o que será importante será a qualidade do que se vende e não o preço concorrencial.

Ao recorrer a esta afirmativa recorro também aos dizeres do Nobre Colega JotaPe ... " de que estamos neste negócio para ganhar dinheiro" ...

Sem dúvida ... temos que fechar o mês com superávit ... mas é preciso atitude. o Vídeo será num futuro bem próximo razão de lucros em empresas de fotografia ... não mais um subproduto ... mas é preciso ter atitude ... abandonar os "profissionais de ocasião" ... os "curiosos em edição" ... e recorrer à profissionais de nível. Obviamente estes custarão mais do que os anteriores ... mas ... a palavra de ordem é vender. Qualidade e conteúdo em DVD's de casamento ( por exemplo ) são já uma necessidade ... não é um luxo como podem pensar alguns menos interessados no assunto!

O que vejo e tento humildemente praticar ... é responsabilizar o Cliente à cerca do "produto a ser adquirido", mas para isso, é preciso criar opção. Também tenho aqui uns videozinhos fracotes ... aos que não pretendem investir ... mas aos que procuram trabalho bem acabado ... com conteúdo ... feito sob medida ... para estes sim ... tenho produto à altura ... mas como disse ... tem que estar à disposição. Não adianta tentar vender aquilo que não se tem. Se não sei trabalhar com "Raw" ... porque raios digo que sei ... se meu vídeo é "fracote" ... porque raios tento "valorizá-lo"?

... como disse ... é uma questão de atitude ... conhecimento!

Abraços e Sucesso!
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António Cristo
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Show Time Fox


« Responder #5 em: 21 / Nov / 2007, 02:38 »

Sem duvida que o que foi descrito por todos vós é real.....
A minha expriência, não de fazer BBC porque não foi até agora meu trabalho, mas sim de estar no mercado audiovisual diz-me o seguinte:
Será interessante e talvez neste momento já se justifique é gravar o BBC e depois ter à disposição do cliente uma série de sub-produtos do mesmo.
muitos Ficheiros MPEG curtos mas com as passagens significativas/temáticas/engraçadas/.....
Moldura digital com imagens (foto) e imagem (vídeo) misturado....

Esta história faz lembrar-me de uma cliente com uma posição relevante numa empresa pedir-me se lhe fazia um currículo audiovisual com atributos "diferenciados" do que rolava 1994 no mercado ..... a minha resposta foi e o seu currículo é diferenciado????

é que há festas destas (BBC) que não teem piadinha nenhuma outras nem tanto.....
se querem algo "para mais tarde se falar" .... com  pontinhos....
façam uma apresentação (no caso dos casamentos) mostrem aos convidados quem eles eram de onde vêem o que fizeram até ali .... etc.... funciona muito bem já o experimentei e posso vos dizer que é só louvores.... Agora que dá trabalho dá.... é preciso falar com os próprios ou com alguém que os conhece bem é.... No fundo é preciso ser caricaturista com o material que nos fornecem.... bom sem alongar mais fiz 5 apresentações destas para Boda(1 a primeira) e 4 Casamentos claro que tem custos um pouco elevados mas funciona pois muitos amigos nunca nos conheceram quando ainda andávamos de calções....
meu 1 centimo

INTé Laughing
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« Responder #6 em: 21 / Nov / 2007, 02:44 »

Saudações Carissimo Cristo!

São sem dúvidas variações como estas que permitem apresentar o vídeo ao cliente e suas infinitas e atraentes variações. No meu caso, tem sido esta a "receita" por mim utilizada para a mudança de mentalidade que tanto pleiteio. "Roupa Nova" para um produto "Velho" ... boa combinação de certeza! Grato!

Abraços e Sucesso!
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« Responder #7 em: 21 / Nov / 2007, 10:39 »

Além do mais, colocar uma fita ou um DVD no leitor, sentar e ficar a ver 45 ou 60 ou 90 minutos de uma cerimónia é, sejamos honestos, uma seca!
Com a fotografia, basta puxar do álbum e ali está, na página tantas, a cara que procuramos, o detalhe que gostamos, o sorriso que nos delicia.

boas. isso não é bem assim... atenção à palavra cerimónia!!!
uma reportagem BBC não é apenas missa! e era bonito se na edição eu fosse pensar que fulando primo da tia não gosta do primo do tio, então vou pôr menos tempo de imagem, ou nem ponho. pah se há conflitos familiares é simples. ou vai um ou vai outro. infelizmente tenho um caso desses na minha familia e é assim que é feito!
o problema é quando abrimos um album e a pessoa que queremos ver ficou de costas, ou ao fundo, ou ate mesmo no plano de tras e desfocado... (e num album digital não há fotos de convidados inseridas) enquanto que no video se essa mesma pessoa de deslocar, dá sempre para dizer "ei olha ali o fulano a passar atras daquela. puxa atras!!!"
acho que me fiz entender.

abraço JP
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« Responder #8 em: 21 / Nov / 2007, 10:46 »

quanto mais leio mais com esta impressão fico.
todos querem mais e mais. daqui a pouco vão querer fazer um formato para casamentos, outro para batizados, outro para TV, outro para desporto... e assim sussecivamente  Brick wall

na minha modesta opinião, para mim BBC's formato HDV (chega oerfeitamente)
Broadcast (XDCAM HD)
e cinema (HDCAM SR)
e assim ficava...

pouco sei do passado, mas nunca vi um futuro tão confuso como este.
quando o dvcam chegou, foi tudo dvcam e mais nada!
um ou outro que ainda ficou pelo betacam SP, Betacam SX e DigiBetacam, mas maioria foi dvcam e "sopa" pro resto!!!

sinceramente não percebo onde nos querem levar...

um abraço JP
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« Responder #9 em: 21 / Nov / 2007, 11:33 »

Citar
na minha modesta opinião, para mim BBC's formato HDV (chega perfeitamente)
Broadcast (XDCAM HD)
e cinema (HDCAM SR)
e assim ficava...

A tua opinião não é nada modesta, pois é essa a ideia da Sony, atribuir um formato para cada mercado, embora o HDV na forma de gravação em estado solido já possa ser uma realidade com os novos modelos. Estou a reunir informação para escrever algo sobre eles.

Repara uma coisa o chamado XDCAM HD é um HDV "vitaminado", existem poucas diferenças entre ambos.

XDCAM HD 422 - 50Mbps VBR / 4 canais audio sem compressão
XDCAM HD - 35Mbps VBR / 4 canais audio sem compressão
HDV - 25Mbps CBR / 2 canais audio com compressão

VBR - Variable bitrate
CBR - Constant bitrate

Resumindo, o codec é sempre o mesmo, só varia a taxa de gravação de dados e a compressão audio.
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« Responder #10 em: 21 / Nov / 2007, 11:38 »

Resumindo, o codec é sempre o mesmo, só varia a taxa de gravação de dados e a compressão audio.

UUUAAAUUUU!!!!
BOA!!!
dessa não sabia! muito bem visto!!!!!

eu disse a minha modesta opinião, porque eu não sou entendido na matéria. falei mais em sopusição.
para mim HDV 1080P chega mais que bem para BBC. na minha opinião!
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« Responder #11 em: 21 / Nov / 2007, 15:16 »

Gostaria antes de mais felicitar todos os intrevenientes deste magnifico forum.
Em relação ao HDV e embora hoje seja ainda uma moda, em que toda a gente quer mas practicamente ninguem filma ou edita (com excepção da Broadcast),este é um formato que vai vencer ,senão as marcas não estariam a apostar tão seriamente neste formato e falo não dos fabricantes de camaras de video mas tambem dos que produzem os LCD´s e os Plasmas.
Quanto aos formatos esse será um só :1080i /1080p, os restantes XDCAM,HDV,HDCAM etc,não são formatos mas sim suportes de gravações que irão dar mais ou menos qualidade ao HD.
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« Responder #12 em: 21 / Nov / 2007, 15:20 »

Quanto aos formatos esse será um só :1080i /1080p, os restantes XDCAM,HDV,HDCAM etc,não são formatos mas sim suportes de gravações que irão dar mais ou menos qualidade ao HD.

não estás confundido?! lol Smile
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« Responder #13 em: 21 / Nov / 2007, 18:23 »

Não. Podes gravar HD numa camara HDV em fita ,cartão ou outro e depois passar para um Blu ray ,que o formato continua a ser o mesmo :HD.
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« Responder #14 em: 21 / Nov / 2007, 18:28 »

deixa-me ver se percebi.
HDV HDCAM XDCAM HD é tudo igual para si?! é tudo High Definition! é isso?

bem só falta ver se é HD entrelaçado ou progressivo ou se é gravado a 25fps ou 50 fps ou até mesmo 24 fps, ou se está no sistema Pal ou Ntsc, por exemplo, entre outras coisas que não estou à vontade para falar...
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