Fernando Ascenso
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« em: 14 / Jan / 2008, 11:24 » |
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Bom dia a todos e obrigado pela existencia deste forum, pois este é o meu 1º post! Tenho tentado aprender algumas coisas de ediçao de video para fzr umas brincadeiras caseiras!E começei logo por um programa bem facil como o premier pro 2.0...A minha duvida, entre muitas claro, é para q formato passar para o disco para depois editar em filmes caseiros, tendo em conta a melhor qualidade possivél, n compremetendo muito o espaço em disco na maquina?Isto para ficar para arquivo para mais tarde se for preciso fazer novos filmes!Geralmente faço a passagem para o disco directamente da camera, mas para depois n ficar um ficheiro tao grande ponho em mpeg2-dvd, será esta a melhor opçao? Outro problema com o q me tenho deparado é q no export, esta a separar o filme do audio, o pq disso? Obrigado desde já, e espero q me tenham precebido pois os meus conhecimentos como disse n sao muitos e poderei n estar a empregar a linguagem mais correcta! Abraço
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Pedro Rocha
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« Responder #1 em: 14 / Jan / 2008, 19:59 » |
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A melhor opção mesmo Fernando é guardares as imagens originais em cassete recapturares mais tarde. As cassetes miniDV estão baratissimas não justifica regravar por cima!! Outro problema com o q me tenho deparado é q no export, esta a separar o filme do audio, o pq disso? Deve haver uma opção no Premiere que te permite gravar audio em MP2 ou MP3 juntamente com o video MPEG2.
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Marcos Bras Iba
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« Responder #2 em: 14 / Jan / 2008, 21:14 » |
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Saudações Caríssimo Fernando! Bem vindo ao PortugalVídeo.com!
Ao exportar Mpeg2-DVD, o áudio de sua trilha de vídeo é exportado em separado para criar condições para que, qdo da autoração ( gravação ) do DVD, seja no Encore bem como em outro software de igual performance, se consiga associar não somente o áudio original mas qualquer outra trilha de áudio equivalente. Para que possas entender perfeitamente, é o mesmo conceito das dobragens de um filme qualquer. Não tens áudio em Português, Inglês, Espanhol .. etc? ... Então ... a Adobe utiliza o mesmo conceito para Autoração em DVD, seja via Premiere ou Encore.
Já não opero as versões anteriores do Premiere, mas estes não exportam para MP3 ... inclusive o CS3 já nem aceita mais este formato ... nas versões anteriores ainda é possível construir um clip utilizando uma música em MP3 ... no CS3 não dá!
Mas o Pedro Rocha tem toda razão. Por questões de economia e inclusive para preservar a qualidade "original" de seus feitos, convém que armazene o bruto de suas capturas nas próprias fitas miniDV ( se for este o formato de captura que está a utilizar ). É preciso apenas lembrar de mantê-las em local adequado e, se armazenadas por longa data, deixá-las "deitadas" ... como uma moeda - por exemplo - impedindo assim que a "oxidação" natural da fita comprometa seu estado físico e qualidade.
Se preferir ainda, após a edição do material e após autorado o DVD, podes ainda reproduzir seu conteúdo no Premiere para armazenamento em miniDV.
Espero contrubuir para o esclarecimento de suas dúvidas!
Abraços e Sucesso!
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Paulo César
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Bons Takes!
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« Responder #3 em: 14 / Jan / 2008, 21:48 » |
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Boas a todo o pessoal do forum, pois que tenho andado ausente, mesmo limitado pra me actualizar com está nossa casa. Bom ano para ti tb, Marcos, que penso que ainda não nos "vimos" neste ano novo ! É preciso apenas lembrar de mantê-las em local adequado e, se armazenadas por longa data, deixá-las "deitadas" ... como uma moeda - por exemplo - impedindo assim que a "oxidação" natural da fita comprometa seu estado físico e qualidade. Marcos, Agora baralhaste-me, pois a esse respeito tinha o conceito, já de ha muito que deve-se armazenar tapes, ao que em portugal se diz ser a posição de "cutelo" ou seja, ao alto, com a grossura destinada a colar etiqueta para baixo, e fita magnetica para cima. tenho ouvido e lido isso por ai várias vezes . Ainda para mais, reforçou-me esta convicção o facto de que as caixas lacradas com tapes novas embaladas de fabrica, pelo que recordo vêem sempre nessa posição, e nunca se sabe quanto tempo poderão ficar na prateleira.... Já se sabe que há que ter o cuidado de bobinalas e rebobinalas pelo menos uma vez por ano, e portanto fiquei mesmo na dúvida. Quais as vantagens de armazenas as cassetes deitadas, tipo moeda? ou isso aplica-se a tapes made in alentejo? (brincadeira) fiquei de facto curioso. um abraço, P.C.
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Marcos Bras Iba
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« Responder #4 em: 15 / Jan / 2008, 00:25 » |
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Saudações Caro Paulo!
Não fique baralhado!
As Cassetes vem transportadas na horizontal ( assim como são acomodadas nas caixas ), acredito, porque seu tempo de acondicionamento ( armazém + transporte + revenda ) com certeza é pequeno ... se comparado aos anos que passam em nossas arrecadações, escritórios ou Studio!
A composição de qualquer fita magnética ( falo genéricamente ) ... envolve desde polietileno, conservantes, minerais, dentre outros vários componentes ( posso pesquisar inclusive ... até para realmente ficar à par de sua exata composição ). Acontece que, ao permanecer a fita deitada ( como uma moeda ) ... o peso da fita, volta após volta no centro do rolo, não recai sobre nenhuma parte da mesma. Este fenômeno, é fácilmente identificado nas antigas Cassetes VHS ... que ... ao associar seu "peso" ao processo natural de oxidação ( apodrecimento de componentes minerais da fita ) ... promovem "buracos" nas mesmas. Com as miniDV, obedecendo suas devidas proporções ( peso X largura X comprimento ), também são vítimas deste fenômeno.
Aqui no Brasil as Cassetes miniDV's não são tão em conta como em Lisboa ( por exemplo ). Estava habituado a utilizar por várias vezes a mesma cassete para capturar eventos. Em uma visita para manutenção de uma de minhas camcorders, na cidade de Campinas - São Paulo ( a empresa de chama Merlin ) ... várias dúvidas me foram esclarecidas sobre a utilização das miniDV's ... inclusive sobre acondicionamento!
As cassetes miniDV ( assim como outras fitas magnéticas ) ... possuem em suas duas superfícies ( lados ) ... uma foligem ( uma espécie de poeira ) ... foligem esta que impede justamente que a fita se "cole" a outro pedaço de fita quando do processo de "enrolamento" ... seja na indústria ou utilização para captura. Acontece que esta foligem - por um lado extremamente útil e necessária - torna-se um problema com o passar do tempo. Grande parte desta ( a foligem ) fica depositada na cabeça de gravação da camcorder e em toda sua estrutura mecânica ( qdo de sua utilização ). Ao final de X horas de uso - por exemplo - o volume de foligem acumulada na cabeça é demasiado que chega a comprometer a qualidade das imagens. Acontece ainda que, esta foligem, possui uma espécie de "prazo de validade". Quanto mais velha, mais prejudicial ao equipamento ... tornando-se inclusive veículo acelerador da "oxidação" da própria fita.
Desta forma, fica evidenciado que a utilização das miniDV por mais de uma vez acelera o desgaste do equipamento e promove perda de qualidade na captura de imagens, à curto ou à longo prazo!
Outro fator que com certeza deve ser levado em consideração é a temperatura ambiente. No Brasil - por exemplo - grande parte do ano é verão - em algumas regiões pouca humidade relativa do ar. Em Portugal - onde grande parte do ano é inverno - elevada humidade relativa do ar - é preciso ter-se mais atenção ainda aos processos de acondicionamento das Cassetes, visto a humidade ser um dos vilões e responsável pela aceleração da oxidação das mesmas.
Estas informações a mim foram repassadas pela assistência técnica da empresa supra citada ( autorizada Panasonic - se não me falha a memória ). Desde então, não utilizo mais que uma vez a mesma cassete e também as mentenho armazenadas na posição referida - como uma moeda! Não tive mais problemas de acumulo de foligem na cabeça de gravação. Também é verdade que este episódio ocorreu recentemente, não houve tempo para "testar" de facto a teoria de "acondicionamento" das cassetes à mim repassada ... mas faz todo o sentido do mundo!
Será também o caso de contactarmos fabricantes de Cassetes. Ficaria então mais evidente esta ou aquela informação sobre acondicionamento!
Abraços Caríssimo ... Sucesso!
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« Última modificação: 15 / Jan / 2008, 01:36 por Marcos Bras Iba »
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Pedro Rocha
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« Responder #5 em: 15 / Jan / 2008, 02:13 » |
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De facto também fiquei baralhado como o Paulo ao ler a mensagem do Marcos, mas aguardei a resposta para saber o porquê de guardar as cassetes como uma moeda (deitadas). Ora isto vinha contradizer todo o que aprendi em termos de conservação de cassetes, logo fui investigar, e realmente a informação que transmitiram ao Marcos não está correcta, a culpa não é dele, mas está errada. Não sou técnico na matéria nem faço testes exaustivos a cassetes mas tento sempre aprender com a melhor e a mais correcta informação possível, existe muita na Internet mas grande parte das vezes o que encontramos nem sempre está correcto, à que saber filtra-la. Por isso deixo-vos aqui dois link's que valem ouro em temos de conservação de cassetes se possível peço ao A. Caneira para colocar o livro PDF na documentação do Portal (caso não haja problemas de direitos). Este primeiro link tem mais ou menos um resumo da info do livro que vem a seguir em PDF: Texas Commission on the Arts - Videotape Identification and Assessment GuideO seguinte é de uma associação de arquivistas de imagens: Association of Moving Image Archivists - Videotape Preservation Fact Sheet
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António Cristo
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« Responder #6 em: 15 / Jan / 2008, 02:35 » |
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 Muito bom pEDRO rOCHA documentos a reter.
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A. Caneira
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« Responder #7 em: 15 / Jan / 2008, 14:01 » |
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se possível peço ao A. Caneira para colocar o livro PDF na documentação do Portal (caso não haja problemas de direitos). Olá Pedro Vou ver isso dos direitos e se possível, publico o documento. Obrigado Cumprimentos
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A. Caneira
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Marcos Bras Iba
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« Responder #8 em: 15 / Jan / 2008, 17:51 » |
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Saudações Caríssimos - desta em particular ao Pedro Rocha!
É preciso aprender com quem sabe! Temos aqui um ditado popular que diz: "quem pode manda ... quem tem juízo obedece"! ... em outras palavras: "ensina quem pode ... aprende quem quer"!
Ainda não terminei a leitura pelo amigo indicada no post anterior ... mas ... agora fiquei eu confuso!
O amigo discorda apenas da "posição" que sugeri para armazenamento das Cassetes ou ainda de alguma outra informação específica por mim postada?
No texto por vc indicado fica evidenciado que armazenar as Cassetes deitadas ( em posição de moeda - na horizontal ) não será o mais indicado ... mas esta afirmação será de todo fiável? ( mas como disse ... ainda não terminei a leitura - mas assim que terminar volto a comenta-lo )
Ainda: o tópico Common chemical deterioration descreve a composição das cassetes - claro que de forma mais técnica e substancial - mas em síntese da mesma forma por mim descrita. Fala dos perigos da humidade, fala da "foligem" ... etc! Estas informações por sí só colocam em causa armazenar as Cassetes na vertical não colocam? O "peso" e a "pressão" exercida, associadas ao "apodrecimento" do conteúdo químico e mineral da fita não se tornam maiores qdo esta se encontra na vertical? ... mas como disse ... estou ainda a ler os documentos contidos nos sites pelo amigo indicado! Com certeza contribui para o esclarecimento destas e de inúmeras outras dúvidas - mas qdo puderes comente estas minha afirmações ... fazem sentido não fazem?
De qualquer forma sua intervenção foi providencial. Como sabes, não tenho formação específica para o áudiovisual. O pouco conhecimento que tenho fora adquirido com o passar dos dias, dedicação, ao "ouvir isto" ... ao "ler aquilo" ... e convenhamos: nem tudo o que se ouve ou lê é de todo fiável! Assim que terminar a leitura por vc indicada volto a comentar o assunto ... mas qdo puder ... esclareça-me sobre o que discorda!
Abraços Caríssimos ... Sucesso!
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Marcos Bras Iba
Colaborador
  
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« Responder #9 em: 15 / Jan / 2008, 18:00 » |
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Saudações Paulo! ... já agora me esclarece o que esta expressão quer dizer ... curioso fiquei eu ... made in Alentejo? Quais as vantagens de armazenas as cassetes deitadas, tipo moeda? ou isso aplica-se a tapes made in alentejo? (brincadeira) Quanto as vantagens ... pelos vistos estava eu equivocado ... mas estou a ler os docs dos sites postados pelo Pedro ... vamos lá ver se fico convencido ... embora em tudo hajam controvérsias! Abraços Paulo ... pagas-me um café agora em Fevereiro!
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Jose Costa
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« Responder #10 em: 15 / Jan / 2008, 19:36 » |
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Boas. Sem entrar em muitos pormenores, pois não interessa á questão, a forma correcta é efectivamente "ao alto", como refere o Pedro Rocha. Os sistemas de rebobinamento dos VTRs não são uniformes, pelo que a fita não fica uniformemente enrolada, camada a camada. À sempre uma parte da fita que fica "saida do rolo", pelo que manter a cassete na horizontal (deitada), vai fazer com que todo o peso recaia sobre essa parte da fita, deformando-a, mesmo existindo as guias. A fita é muito frágil para tal sobrecarga.
A informação é gravada na fita a toda a largura da mesma, pelo que a deteriorização das bordas da fita provoca uma dificuldade na leitura/gravação dos dados, pois até a borda contem uma trilha de controle.
A questão do peso com a cassete na vertical não se coloca, pois estamos a falar de uma quantidade de fita muito reduzida, pelo que o seu peso se poderá neglicenciar. O ideal seria efectivamente não se colocar, mas como sabemos, á sempre um mas...
Chamo a atenção para o facto de a forma de armazenamento da pelicula fotográfica ser diferente da do video. E ai sim, a forma defendida pelo Marcos Bras Iba (que nome comprido, noutros posts vou abreviar para Marcos Bras, se não te importas), a forma correcta é na horizontal. Existe a questão do peso, que é muito grande nas bobinas para cinema, o que é prejudicial, e quanto á questão das bordas, não se coloca, pois a pelicula é muito mais resistente, além de que as bordas não são utilizadas para a informação, mas sim para o sistema de arrasto da pelicula. Sistema esse que faz com que toda a pelicula fique certa camada a camada, o que não acontece no video.
Mais não fosse, todos os armários existentes para o efeito de armazenamento das fitas é tido para as fitas na vertical, nunca na horizontal. Refiro armários comerciais, fabricados de proposito para esse fim, utilizados pelas productoras e estaçôes de TV, muitos deles bem grandes, com sistema de basculamento. Não me refiro a armários fabricados por um carpinteiro qualquer, com o devido respeito.
Quanto ao "made in Alentejo", e sem querer me substituir ão Pedro Rocha na resposta, que ele proprio a dará, o teu desconhecimento é compreensivel por seres brasileiro. Em Portugal, os Alentejanos gozam da fama de serem muito preguiçosos, por isso estão sempre sentados ou deitados. As anedotas sobre os Alentejados se referem a eles dessa forma. Dai o "deitádas" que referes ter sido comparado a cassetes Alentejanas, cassetes preguiçosas, cassetes deitádas. Mas talvez o Pedro Rocha consiga exprimir melhor o que quis dizer. Boas.
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Marcos Bras Iba
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« Responder #11 em: 16 / Jan / 2008, 02:00 » |
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Saudações Caríssimo José Costa!
Agradecido mais uma vez pela intervenção!
Qto a forma correta de armazenamento das Cassetes, o Rebobinamento pelo amigo descrito explica e põe um ponto final, primeiro em minhas equivocadas afirmações, depois nas dúvidas por mim levantadas! Estou ainda a ler os docs postados pelo Pedro ... realmente providenciais!
... pelos vistos mudam os continentes ... mas há sempre algo geográfico à se fazer piada! O Alentejo brasileiro é o "nordeste" - onde a lentidão, a "sombra e água fresca" é Palavra de Ordem. Do Alentejo muito ouvi falar ... achei piada na expressão do Paulo César ... diga-se de passagem "de bom gosto" ( embora e com certeza haverão sempre alguns Alentejanos a contrariá-lo - hehe )!
É uma gentileza que faz chamar-me apenas de Marcos ( Marcos Bras Iba é realmente longo ... se usar Marcos Iba ... fica uma pronúncia um tanto engraçada - "marcuziba" ... o Bras devo à minha mãe ... Católica fervorosa ... diz ela ser promessa à São Bráz - se não me fala memória ... um Santo "Otorrinolaringologista"! ).
... vou lá continuar a leitura indicada pelo Pedro ... preciso paciência ... meu inglês é vergonhoso!
Abraços e Sucesso!
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Jose Costa
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« Responder #12 em: 16 / Jan / 2008, 02:47 » |
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Boas. Só para acrescentar mais um pouco á informação acima disponibilizada, o tempo de armazenamento das fitas é de cerca de 10 anos, findos os quais as caracteristicas magnéticas começam a perder "potencia". À quem defenda (especialistas na área) que se deve proceder em tais casos a uma cópia para uma outra cassete, em vez de se continuar com a cassete original em arquivo.
Este tempo de vida útil, se assim se pode chamar, é apanágio das cassetes "normais". Acredito que as cassetes profissionais, fruto de terem fórmulas magnéticas mais avançadas que as ditas "normais", tenham um tempo de vida de armazenamento superior. No entanto, ainda não li informação em concreto acerca das cassetes profissionais. E gostaria de saber se alguém sabe de algo, se existe informação na net sobre o assunto (a net tem tudo, o dificil é encontrar). Só mais 5 cêntimos. Boas.
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Paulo César
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« Responder #13 em: 07 / Mar / 2008, 17:45 » |
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Bem, azar o meu, perdi o desenvolver deste tópico, devo ter desmarcado sem querer a opção "Notificar-me das respostas" ... e pronto, só agora acabo de ler os desenvolvimentos. Eu de facto fiquei confuso, mas confortei-me em ver que temos aqui colegas que cumpriram bem melhor do que aquilo que eu seria capaz, em exclarecer e fornecer informação sobre o assunto do "em pé e deitado". Tabém eu usava métodos de arquivar cassetes, por ouvir falar, ou ter lido, já não sei... mas dou valor aos meu "arquivos-zinhos". Exclarecida que está inclusive a brincadeira das "tapes made in alentejo" nada me resta acrescentar. Ou pensando melhor, talvez seja bom sair em defesa dos nossos compadres alentejanos, ná vão eles ficar chateados comigo: - Sabem porque o Alentejo é plano? uhm? sabem? - Porque os "calhaus" dispersaram para às outras Partes do país. eh eh! Um abraço a todos, P.C. P.S: Marcos, "calhaus" é mais ou menos malta assim: 
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