Notícia no Público - DGCI Ameaça Noivos Com Coimas
03 / Dez / 2008, 20:11 *
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Autor Tópico: Notícia no Público - DGCI Ameaça Noivos Com Coimas  (Lida 2547 vezes)
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Jose Costa
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« Responder #15 em: 01 / Mai / 2008, 04:09 »

Boas.
De piramides percebo pouco. E as únicas que conheço são as do egipto. E nem tão pouco foi referido em lugar algum das mensagens acima postadas que a medicina é tão ou mais importante que o video. Apenas foi referido que para se trabalhar em medicina é necessário ter estudos na área, coisa que não acontece no audiovisual, nem mais pouco ou menos. Nem são necessários estudos nem tão pouco conhecimentos. E é este o ponto que considero errádo.

Na tua nova profissão, como mecánico  Laughing (e que desde já desejo muito sucesso), repara que já afirmas algo importante: "até percebo de motores". Pois é , percebes de motores, mas anda por ai muita gente a filmar sem perceber nada de video. Para muitos isso é algo completamente indiferente, mas para quem gosta do que faz, e vive da sua actividade no audiovisual, tal facto tem um revês: como profissional não pode cobrar o que seria justo pelo seu trabalho, pois o outro cobra metado do preço, ou até menos, e passeia tão bem a câmera em cima do ombro que até dá gosto ver.  Applause

Os carritos que tú vais arranjar, e acredito que vais consertá-los muito bem,  Cool já partem a ganhar desde o inicio: o sugeito que lhes está a mexer "até percebe de motores". Algo bem diferente do panorama audiovisual português, em que os sugeitos nada percebem do que estão a fazer (não são todos, e ainda bem, mas são seguramente a maioria que se movimenta no mercádo das reportagens BBC (Bodas, Batizádos e Casamentos)).  Think

O teu discurso, e repara que não é nada pessoal, o teu discurso acredito ser proveniente do facto de teres um emprego certo, de teres um vencimento certo, e o proveniente dos trabalhos audiovisuais ser um extra. Por teres um emprego certo, podes "escolher" os trabalhos que fazes, podes estipular o valor que estás disposto a aceitar como minimo, sendo esse valor minimo muitas vezes o valor máximo que alguém pode pedir cá fora.

Não te desejo mal, mas gostaria de saber se irias manter essa mesma opinião e se irias continuar a ter como minimo os valores que mantêns actualmente, no caso de deixares de poder contar com o teu vencimento ao fim do mês. Gostaria de saber se a tua preocupação iria continuar a ser apenas a do teu trabalho, ignorando os tipos lá fora, que sem perceber puto da matéria, já estão a roubar-te os clientes mesmo antes de eles te baterem á porta para saber da tua qualidade ou legalidade. È que o cliente não quer saber da tua legalidade, quer saber do bolso dele.

È claro que contradizer o que acima escrevi é fácil, basta escrever. Mas será que bem lá no fundo não haverá uma pontinha de razão? Não será que o diábo do homem tem mesmo razão? Fóruns é um pouco como os chats: o preto é branco, o gordo é esbelto, o azelha é o super-homem lá da zona (Eu sou o super-homem, o heroi lá da minha rua... lembram-se da música?). Ninguém diz totalmente a verdade, só faz aproximaçôes.

E antes que me esqueça, o facto de trabalhares por conta de outrém, o teu emprego, permite-te não ter que pagar a Segurança Social, no que diz respeito ãos teus trabalhos. Não é muito, mas são só 150 euros que poupas por mês, considerando que não ias declarar mais que o ordenádo minimo. Pois caso contrário, o valor seria muito mais alto. È que caso alguém não saiba, a isenção de pagamento á Segurança Social só é válida por um ano. Após isso, não interessa se factura ou não, se já não faz um trabalho á dois meses ou mais: tem de pagar sempre a Segurança Social. E já não vou entrar na questão de só ter direito a baixa após um mês de doença ou outras beneces.

Numa coisa concordo contigo: pena não haver uma fiscalização mais apertáda. Os profissionais só teriam a lucrar com isso. Pois quer queiram quer não, os 350-400 euros são mesmo os valores médios que se cobra por ai. Os preços em Lisboas não sei, mas os do Norte sem muito bem quais são. E agora tentem levar o cliente a pagar os impostos, só porque vocês estão legalizádos. Tentem demonstrar ão cliente a vantagem que ele tem na vossa legalidade. Alguns dos clientes, educádos que são, não se pronunciarão sobre o assunto. Mas alguns outros, dirão aonde podem enfiar a legalidade. Não é bonito de se ouvir, sei muito bem, mas não faz com que não seja verdade. Boas

P.S. A minha carrinha não pega á minha voz Crying or Very sad. Será que tenho mesmo de introduzir a chave? Think
Paz!
« Última modificação: 01 / Mai / 2008, 04:42 por Jose Costa » Registado

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« Responder #16 em: 20 / Jul / 2008, 03:36 »

Saudações Caríssimos

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Embora esteja a DGCI  amparada pela "DEVER DE COLABORAÇÃO consagrado" na Lei geral Tributária ( e não só ), coloca-se aqui, em causa, um Princípio Constitucional: " A Eficácia do Estado ", uma vez que as "ditas" correspondências e suas nomeadas ameças de Coima, são passíveis ( e assm serão ), interpretadas como Constrangimento. Basta apenas que um "grupo de ofendidos", decida por Impetrar Ação Civil Pública para que a questão seja discutida em outra esfera.

Aos mais atentos este assunto ainda faz parte da pauta de discussões, afinal, está ainda a "Constranger" a muitos por aí à fora.

Como "profetizado" na altura, este constrangimento, que pode ser interpretado como Inconstitucional já não é novidade para mais ninguém ... e mesmo o mais alto escalão da DGCI já o reconhece ( ou no mínimo que houve "precipitação" ).

www.stimpostos.pt/files/Entrevista_PDN.pdf

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« Responder #17 em: 20 / Jul / 2008, 11:23 »

Colegas,

Gostaria aqui neste Forum de expressar a minha opinião, sem contrariar o que aqui foi escrito sobre a matéria.

Em primeiro lugar entendo que esta medida do governo não se traduz em vantagens para os verdadeiroa profissionais da fotografia e do video, isto porque os paparazis e os bate chapas não são minimamente afectados por estas medidas. Isto porque estes Sr. na maioria já se escontram colectados e sendo assim ultrapassam facilmente esta problemática.

No meu entender é que para ser ser fotografo ou profissional de video em portugal basta ir ás finanças e dar inicio de actividade nestas areas, e pronto já se é fotografo. Isto meus amigos é que é de lamentar e é aqui que está o problema da nossa actividade.

Mais grave é o facto de algumas associações profissionais compactuarem com esta situação, pois como é obvio interessa-lhes.

Não sei se sabem mas em portugal os numeros são estes:

De todas as lojas de "fotografia" existentes em portugal só cerca de 20% é que têm um fotografo com formação aquirida em instituições privadas ou autodidatas com cultura artistica e portfólio de qualidade comprovada. Por este facto é que por essas lojas de fotografia existentes pelo Pais fora na sua maioria só vemos exposto nas montras autenticos atentados á arte da imagem.

No entanto estes Srs. lá por terem uma loja, auto intitulam-se fotografos e no entanto na sua maioria vendem molduras, brindes, fotocópias e muito mais tralha..., tambem hà Srs que pelo facto de terem um laboratório, adquirem de imediato esse estatuto de fotografos.

Por estes factos acho que está na hora de se criar não uma associação mas sim um Ordem dos Profissionais da imagem, para que esta podesse certificar atravez de exame os profissionais da imagem. de acordo com o que acontece em inumeros paises.

Lamentavélmente, temos associações que inesplicavelmente misturam o fotografo com a industria da fotografia e com o comercio da fotografia, meus amigos isto nada tem haver com nada pois estamos a misturar a arte do fotografo com o bate chapas das fotos para o B.I., com as meninas de bata branca a imprimir fotografias com um curso intensivo de 8 horas oferecido pela empresa que fornece o laboratório, etc, etc, etc.

Tambem existem associações profissionais constituidas e dirigidas por verdadeiros profissionais com formação na area, a essa associações eu peço para que junto do governo exerçam pressão para constituirem uma Ordem, pois só assim é que se minimiza esta vergonha de termos um grupo de comerciates de fotografia a dirigir uma associação que se denomina por ser uma associação de fotografos, no meu entender trata-se de uma associação de bate chapas.

Como já foi referido neste forum, eu tambem não prustituo o meu trabalho, vivo da imagem há 20 anos, facturo todos os meus trabalhos por isso não temo as finanças nem os paparazis, tenho pena de muitos noivos que ficam sem fotografias e video do dia do seu casamento pelo facto de serem apanhados pela falte de profissionalismo e muita das vezes estes vermes por e simplesmente desaparecem após o casamento deixando os noivos sem nada.

Resumindo, enquanto existirem comeriantes de fotografia que mal sabem pegar numa maquina à frente de certas associações, garantidamente este cenário não muda.

Um abraço

João Santos

« Última modificação: 20 / Jul / 2008, 14:40 por A. Caneira » Registado
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« Responder #18 em: 21 / Jul / 2008, 15:36 »

Saudações Caríssimos!

Afinal ... as notícias de que vão "corrigir os exageros" estão aí para toda a gente ler. É preciso contudo muita atenção, afinal ... publicar ou divulgar é uma coisa ... corrigir, executar, resolver ... bem ... já é outra história!

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1323503&idCanal=63

Abraços e Sucesso!
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