José Alves
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« em: 16 / Jul / 2008, 18:37 » |
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Boas, Depois de ter avançado mais um pouco nas minhas ideias, gostava, se possível, que me ajudassem a estabelecer o conjunto mínimo de equipamento necessário para a realização de "pequenos" trabalhos vídeo. O objectivo será fazer, para já, um documentário, além de futuros outros trabalhos como algumas curtas ou vídeos promocionais. Como nesta fase passa ainda tudo por muita aprendizagem à custa dos erros, não estou muito virado para investimentos malucos, por isso todo o orçamento terá que ser muito controlado. O material necessário julgo que será mais ao menos isto (aceitam-se correcções): 1 ou 2 câmaras vídeo HD e respectivos tripés. Equipamento de iluminação básico Microfones, baterias, cabos, etc PC para edição e gravação DVD's Quanto será o investimento mínimo necessário na vossa opinião, sem comprometer a qualidade? 
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Andre Soares
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« Responder #1 em: 16 / Jul / 2008, 19:03 » |
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Boa Tarde Se estiver interessado, pedia-lhe para me contactar para o mail, desta forma poderei ajuda-lo no seu orçamento. Atenciosamente André Soares pf@portugalmail.com
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« Última modificação: 16 / Jul / 2008, 19:56 por Andre Soares »
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José Alves
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« Responder #3 em: 16 / Jul / 2008, 19:46 » |
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Obrigado pelas rápidas respostas! 
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Marcos Bras Iba
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« Responder #4 em: 16 / Jul / 2008, 20:24 » |
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Saudações Caríssimo José Alves!
Obviamente, se cá vieste e postaste mensagem ... é justamente porquê precisas de aconselhamento - correto?
Bem ... vou repetir o que tenho escrito à partir de indagações como estas tuas: "O que entendemos por básico? Iluminação básica? ( o que é iluminação básica ? ). ... etc ... etc ... etc!
Minha sugestão, Caríssimo, é de que, realmente leia ( leia tudo o que puder ) ... faça primeiro alguns cursos ( se já não os fizestes ) ... vá conhecer ... informar-se ... para depois pensar em comprar algo ... investir o seu rico dinheirinho ... até mesmo porque dinheiro investido em equipamentos para o audiovisual ... é praticamente "dinheiro perdido". Ninguém nos compra equipamento usado ( exceto se estes forem mesmo à preços de banana ). ... Não se deixe "seduzir" pela "beleza" da profissão. É bela - sem dúvida - porém os espinhos - sempre em maior número - machucam ... e demoram a cicatrizar!
Podem alguns dizer - "olha aí um pessimista".
Chamo-me um realista ( e quem dera a mim saber o que sei hoje qdo possuia eu menos idade ).
Abraços meu Caro ... e Sucesso!
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« Última modificação: 17 / Jul / 2008, 00:48 por Marcos Bras Iba »
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Jose Costa
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« Responder #5 em: 17 / Jul / 2008, 03:10 » |
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Boas. Este tipo de perguntas, pela maneira como é colocáda e pelos dados expostos, soa-me um pouco a como: "Pessoal, tenho um cancro nos pulmôes. Como é que é, opero ou deixo rolar?" Não são dadas informaçôes precisas sobre os riscos, tipo de cancro, espectativas de vida num e noutro caso, etc. È tudo muito "no ar".
Neste tipo de questôes (falo de video agora), cada caso é um caso. È preciso avaliar os conhecimentos que se tem, o dinheiro disponivel, o tipo de trabalho em concreto e para que finalidade (um documentário pode ser para muita coisa, para um concurso, para o cinema, para a TV, para uma câmera municipal). E só em função do destino e finalidade, é que se pode responder em consciência.
Minimo de equipamentos - como é que se pode responder, se não se sabe nada no fundamental? Uma câmera, duas, como é que se sabe que não são precisas mesmo três câmeras? È dada alguma informação que nos permita responder á questão?
Eu reconheço que sou um maldito "bota abaixo". Não é com a intenção de desmoralizar, nada disso. È apenas com a intenção de fazer com que se pense a sério no problema, que se avalie exactamente a questão em profundidade, e não de maneira súperflua.
Para tentar fazer um pouco de luz, uma pequena história:
Numa acção de formação do cineclube do Porto, era pedido ãos participantes que escrevessem uma história, a qual seria depois realizada em video pelos mesmos participantes. Surgiram ideias de todos os lados, desde uma história tipo Branca de neve e os Sete anôes, até ão assalto a um banco, com carros tipo James Bond metidos. Âo fim de algum tempo de "discussão", foi feita a simples pergunta. "E dinheiro, vocês têm dinheiro para pagar isso tudo?" O pessoal caiu na "real" e ficou-se numa história de assasinio na aldeia.
Moral da história: as coisas não são assim tão simples como por vezes queremos acreditar.
E neste aspecto, o de alertar, bem que o Marcos Bras foi bem mais "suave" do que eu. E é curioso notar em como em muitos aspectos temos opiniôes identicas. Mas verdade seja dita, não compartilho do péssimismo dele. A realidade é negra, mas também não a podemos pintar assim tão feia. Não vá ela ficar mesmo feia.
E se me é permitido aqui dizer, pena é que ele seja de Lisboa e eu do Porto. Pois seria um prazer para mim discutir estes e outros assuntos com (como ele muitas vezes refere) com Nobre colega. Mas talvez um dia, nada é impossivel.
Quanto á questão do José Alves, mais uma vez saliento que não tenho como intenção a de desmoralizar. Só que entendo que os dados que dás são muito poucos para se poder fazer um cálculo. Talvez sendo mais pormenorizado no que queres fazer, e nos projectos para o futuro, em consciência se poderá responder. Ou pelo menos, eu em consciência poderei responder em concreto. Boas.
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O segredo do sucesso não está em fazer o que se gosta, mas gostar do que se faz - Cecília Meireles
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José Alves
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« Responder #6 em: 17 / Jul / 2008, 11:10 » |
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Bem ... vou repetir o que tenho escrito à partir de indagações como estas tuas: "O que entendemos por básico? Iluminação básica? ( o que é iluminação básica ? ). ... etc ... etc ... etc!
Por acaso, essas indagações não são minhas, mas certamente que me posso colocar nesse papel.  Em relação ao teu comentário, bem como o do José Costa, é evidente que não levo a mal um puxão de orelhas ou comentário aparentemente "bota abaixo" se o entender como uma chamada de atenção para as dificuldades que encontramos quando iniciamos um projecto, principalmente se este se situar num campo onde não temos experiência. No meu caso (embora outras pessoas possam vir a estar envolvidas) tudo ainda não é mais do que umas ideias e possíveis projectos. Eu, bem como as outras pessoas, temos outras actividades, embora algumas delas próximas ou com contactos com o vídeo e a escrita, e possíveis trabalhos na área do documentário é visto nesta altura apenas na base do "learn as you do". Sei que isto pode parecer ingénuo (ou louco, conforme as perspectiva), mas o facto de todos termos outras actividades também nos dá de certo modo essa liberdade. De experimentar algo de que gostamos, sem sentirmos a pressão do resultado imediato. Todos temos muitas ideias, mas ao mesmo tempo não perdemos a tal noção da realidade que o José Costa falou. Mas também não vamos desmoralizar. Hoje em dia, a realização de pequenos trabalhos está, acredito eu, ao alcance de qualquer um. O mais importante, ainda é a história. Isso não significa que sejamos capazes de o fazer com qualidade, ou que devamos esquecer a necessidade de alguns conhecimentos previamente adquiridos. Daí que acredito que poderemos ir experimentando e aprendendo. Em relação ao equipamento, como devem imaginar, a noção que temos do essencial não é muita, ainda. Em relação às câmaras, uma ou duas, está relacionado com o facto de por vezes em situações de entrevista (uma das situações em causa) pretender mais do que um plano. Tudo o resto, passa apenas por ser capaz de ter o mínimo essencial a poder trabalhar sem recorrer a empresas externas, mas garantindo alguma qualidade. Acredito que no fim deste texto, alguns de vocês, profissionais da área, estejam com um sorriso nos lábios, a pensar que tudo o que digo só fará sentido porque é dito por alguém que de facto não conhece o meio. Talvez seja... 
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Jose Costa
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« Responder #7 em: 17 / Jul / 2008, 15:49 » |
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Boas. José Alves, eu de facto estou com um sorriso nos lábios. Não pelo facto de tú desconheceres o meio ou sonhares, mas sim pelo facto de reconheceres que á muita coisa que desconheces, por reconheceres a falta de conhecimentos técnicos que tendes e estares consciente das dificuldades, e principalmente, não perderes a noção da realidade.
Âo ler o teu Post revi-me a mim mesmo á anos atrás. Também com muitas ideias e muitos projectos, e sem conhecimentos alguns sobre a área em que tencionava trabalhar.
Também como tú acreditáva que era possivel, que podia lá chegar. Seria dificil, mas não impossivel.
Pois bem, os anos passaram, alguns projectos concretizaram-se, outros ainda estão na prateleira á espera de melhores dias. Mas o balanço, esse é positivo. Se o tempo voltá-se atrás, voltaria a fazer tudo de novo. Agumas modificaçôes aqui e ali, pois a experiência agora é outra, mas no geral voltaria a fazer tudo igual.
Estou com um sorriso nos lábios por sentir o teu ânimo, por não teres desmoralizádo com os comentários. Principalmente com o meu comentário, que admito não ter muito jeito para elogios. O cinismo impera em mim, o que também é uma maneira de eu próprio acreditar que as coisas, por muito más que estejam, nunca estão assim tão más.
Pois só posso dar como conselho o "vai em frente". Não devemos nunca desistir dos nossos sonhos, de lutar por aquilo que queremos, pois mais tarde ou mais cedo conseguimos atingir os objectivos. Se desistirmos, então não é possivel lá chegar.
Mas se me permites um conselho, de quem já pensou como tú, de quem já lutou, de quem já tem experiência, e principalmente, de quem gosta de ajudar e tenta ajudar, esquece por agora as duas câmeras. Uma só é mais que suficiente. Precisas é de adquerir conhecimentos (lê livros, revistas da especialidade, observa os programas televisivos (e refiro "observa" e não "vêr"), e se possivel frequenta algum curso na área da captação de imagem e/ou na pós-produção).
Começa por uma câmera, mesmo uma handycam de amador, e um tripé. Isso vai-te permitir adquerires conhecimentos, a ganhar o á vontade com a máquina, a tomar consciência das dificuldades existentes na captação de imagem, e principalmente, vai evitar que compres agora algo que acabes por verificar que foi uma má compra. A câmera de amador, essa, poderá sempre ser útil. Se não num trabalho, noutro. Mas nunca será um mau investimento. Desde que não compres uma em que a gravação é baseáda em disco ou DVD, e que não seja assim tão mediocre a nivel de imagem.
Termino com:
"Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem. Ou que os seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém.
Tem gente que machuca os outros, tem gente que não sabe amar. Mas eu sei que um dia a gente aprende.
Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo. Quem acredita sempre alcança." Renato Russo
Boas.
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O segredo do sucesso não está em fazer o que se gosta, mas gostar do que se faz - Cecília Meireles
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José Alves
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« Responder #8 em: 17 / Jul / 2008, 17:10 » |
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Mais uma vez obrigado por te teres dado ao trabalho de comentar.  É verdade que faço por ter alguma consciência das minhas limitações actuais. O facto de se sonhar não nos pode tirar a lucidez de perceber até onde somos capazes de ir a cada momento. E é claro que cada vez mais olho para as coisas de maneira diferente. Vejo muitos documentários, não por sentir alguma obrigação para aprender, mas pelo gosto que sinto após cada boa história. Ainda esta semana vi o "A Place Called Chiapas" e o "The Donner Party", e mesmo não sendo estes trabalhos recentes, acredito que cada um deles, mesmo que muitas vezes inconscientemente, funcionarão como forma de aprendizagem desta arte. Quanto a outros tipos de formação, nesta altura e devido ao facto de morar longe dos grandes centros urbanos, torna-se complicado. Sei que é importante, mas terei que pensar nisso para mais tarde. Até lá, e para além dos documentários, vou lendo alguma coisa, ainda agora li um pequeno texto chamado "How to Write a Documentary Script", e comecei o "Writing - Directing And Producing Documentary Films And Videos". Leitura bastante interessante para alguém iniciante como eu, devo dizer. Quanto ao equipamento, talvez tenhas razão. Embora se imaginem muitas situações em que mais e melhor material seria necessário, o facto de estar no início recomenda bastante prudência até porque o dinheiro não abunda. E depois não há como ir experimentando, fazendo pequenas "brincadeiras" para perceber onde se erra e onde se acerta.  Quanto ao cinismo, não te preocupes com isso. Aí sou eu que me revejo. 
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« Última modificação: 17 / Jul / 2008, 17:15 por José Alves »
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Mário Rui
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Mário Rui
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« Responder #9 em: 17 / Jul / 2008, 18:49 » |
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Caro José Alves, Quando fala em equipamento básico e não estar "virado para investimentos malucos" pode parecer claro nos seus objectivos mas a realidade é um pouco mais complexa. No sentido de o tentar a ajudar, penso que será mais fácil se definir esses objectivos a nível amador ou a nível profissional. Se for a nível amador, mesmo que com algumas pretensões (nível onde eu me situo) recomendo que analise esta câmera http://www.sony.co.uk/biz/view/ShowProduct.action?product=HVR-HD1000E&site=biz_en_GB&pageType=Benefits&imageType=Main&category=HDVCamcorders + http://www.sony.co.uk/res/attachment/file/85/1200495040185.pdf. É a câmera desenvolvida pela Sony para este segmento de mercado e foi a câmera que optei para mim porque é relativamente barata atendendo às suas capacidades. Já fiz alguns documentários em HD com ela e os resultados têm sido muito satisfatórios. Se a pretensão for a nível profissional, lamento não o poder ajudar, mas certamente encontrará neste fórum "alguma luz", mesmo que pelo meio venha com alguma "filosofia" que por vezes ajuda mais a baralhar do que a esclarecer.
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Jesus Cristo já morreu, Karl Marx também, e eu não me sinto lá muito bem.
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Marcos Bras Iba
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« Responder #10 em: 17 / Jul / 2008, 21:02 » |
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Saudações Caríssimos!
Cumprimento especialmente o Nobre Colega José Costa, que a cada dia se mostra mais Nobre ... em valores e senso coletivo. Suas orientações são inestimáveis ... e para dizer a verdade ... estive no Norte por incontáveis vezes mas não conheço o Porto. Quem sabe em um futuro próximo. De qualquer forma fica o convite formal para um Lombo "A La Guilho" cá em casa! Será sempre muito bem vindo!
Bem, com relação ao Post de José Alves, espero, sinceramente, que consiga interpretar da forma mais positiva os meus apontamentos.
Fácil seria tecer algum comentário sobre este ou aquele equipamento, luzes, tripés ... máquina para edição ...para captura .. uns palpites aqui ... outros acolá ... softwares ... etc! "Assim ... despachávamos o sujeito"!
Mas não é isto o que a mim move. Cuido para não ser leviano ... ou "orientar" equivocadamente a quem quer que seja, afinal, estamos a falar de pessoas, de dinheiro .. e, sobretudo, de Valores Profissionais.
Meu desejo, mais do que nunca. é de que este mercado e seus operadores sejam "chamados à razão". Principalmente o "mercado de eventos" ( minha área de atuação ) ... mas isto, bem, é uma outra história ... que vem sendo amplamente discutida em outros e diversos tópicos aqui mesmo no PV.
Agora: sejamos realmente maduros e conscientes - Alguma vez já leram ou ouviram por aí à fora tipos a dizer - " olha ... tenho uma queda por medicina ... eu e uns tipos cá da minha zona estamos a fazer uns orçamentos para comprar um Auto-Clave ... se calhar vamos começar a fazer pequenas cirurgias de apêndice ... talvez algumas amputações! Bem ... esta será tipo uma segunda atividade .... podemos cobrar realmente barato ... afinal ... temos outra ocupação pr'além da "medicina" ... ! ... Ou ainda: Puts ... eu e uns compadres meus vamos arrendar um andar ... puts ... gostamos mesmo é de Advogar ... sei lá ... uns Hábeas Corpus de vez enquando ... uns Mandados de Busca talvez ... afinal ... os Juízes estão mesmo lá ... à nossa disposição! Bem ... também não será a nossa atividade principal ... será um part-time ... uma experiência ... ... bom, talvez atrapalhemos um bocado a vida dos Advogados Realmente a Sério ... mas a Constituição do Meu País a mim garante o Direito de Ir e Vir Livremente ... Usemo-lo e Abusemo-lo então!
Antes de Gritarem aos Sete Ventos palavras de ordem ... procurem perceber que estou, estritamente, a falar de Organização.
Não sou nem serei contra a qualquer iniciativa, de quem quer que seja, de buscar o que gosta, de trabalhar com aquilo que gosta ou julga ter vocação, mas sou contra sim, contra os "curiosos" ... os paraquedistas ... os chico espertos ... os "profissionais de fim de semana"!
Graças à estes expedientes ... que "nossos" jovens formam-se e não encontram trabalho. Graças à estes expedientes ... é que os clientes saem às ruas e, ao final da tarde, encontram pela metade da metade do preço aquilo que os profissionais a sério lutam para "vender" dignamente ( entenda-se dignamente conceitos que vão desde o recolhimento de impostos ... empregados ... equipamentos ... e sobretudo qualidade ).
Bem ... aos interessados basta uma vistadela de olhos mais atentamente aqui mesmo no Fórum que encontrarão ( de diversos membros ) textos a falar sobre organização ... sobre critérios para classificação profissional no mercado audiovisual. Textos a falar sobre a necessidade de promovermos critérios para que sejamos ou não considerados aptos a prestar determinados serviços à comunidade.
Repito ... vivemos em uma Democracia, onde todo e qualquer cidadão tem direitos. Contudo, ao falar em uma categoria profissional precisamos "pensar à diante". Precisamos de organização.
Imaginem agora o que seria da medicina se a prática àcima por mim mencionada fosse mesmo possível? O que seria do Direito se qualquer um, a qualquer tempo pudesse, à mera satisfação de um desejo ou vaidade pessoal intitular-se "advogado". Imaginam como seria? Bem: basta olharmos para o Mercado Audiovisual para ter a exata dimensão do que esta prática é capaz de promover - "uma verdadeira desordem ... onde ninguém ... categoricamente ninguém ganha - justo o contrário ... todos saímos a perder".
Ainda ( e rapidamente ) ... uma classe profissional organizada ... seria capaz, com certeza, de absorver de forma "sustentada" novos e futuros profissionais. Organização traduz-se em melhoramento ... em capacidade de resposta. Aonde existe organização há espaço para todos. Espaço, respeito e dinheiro ... afinal ... palavras são palavras, mas o que paga contas mesmo é o dinheiro ... !
Abraços Caríssimos e Sucesso!
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« Última modificação: 18 / Jul / 2008, 00:07 por Marcos Bras Iba »
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João Tiago Calviño
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« Responder #12 em: 21 / Jul / 2008, 21:30 » |
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Boa Tarde Se estiver interessado, pedia-lhe para me contactar para o mail, desta forma poderei ajuda-lo no seu orçamento. Atenciosamente André Soares pf@portugalmail.comAndré, Já agora, penso que poderia ser útil para todos se se apresentasse! Trabalha na Prosonic? Estes tipos de contactos são semrpe bons ter
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Andre Soares
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« Responder #13 em: 22 / Jul / 2008, 13:03 » |
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Boa Tarde,
Eu não trabalho para a prologic nem para nenhuma empresa em portugal.
Somos uma empresa de venda de equipamento Audiovisual Profissional, com quase uma centena de marcas e fabricantes listados, você irá encontrar uma vasta escolha de produtos e soluções alternativas para atender às suas exigências:
Vamos sim surgir para breve com uma Loja Online em Portugal muito em breve Atenciosamente Andre Soares
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João Tiago Calviño
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« Responder #14 em: 23 / Jul / 2008, 12:33 » |
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Interessante, Tenho uma empresa na area da comunicação multimedia e audiovisual e provavelmente teremos de investir em material.
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