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Jose Costa
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« em: 17 / Mai / 2008, 04:30 » |
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Boas. O meu tripé ainda é daqueles pesados, em aluminio. Quando tenho de subir o monte com ele ás costas, debaixo de sol ou de chuva, por entre arbustos, pedras e mais sei lá o quê, digo mal da minha vida. Rogo pragas ão tripé e digo para mim mesmo que vai ser dessa vez que vou comprar um modelo em fibra de carbono, muito mais leve. E lá continuo o caminho, monte acima, com o maldito tripé.
Mas quando chego ão local escolhido e o pouso, apetece-me beijar o mesmo. O que até ali foi um grande defeito, o peso, passa a partir daquele momento a ser uma grande virtude. Não precisar de procurar lastro nem de colocar sapata no mesmo, e mesmo assim poder fazer tilts ou panorâmicas rápidas, sem me preocupar com possiveis oscilaçôes do mesmo, é um verdadeiro descanso. È a certeza de que vou fazer um óptimo trabalho, sem aquelas trepidaçôes que muitas vezes se verifica nos modelos mais leves. Nesses modelos, a sapata ajuda a estabilizá-lo, mas em terreno acidentado é impossibel utilizar. E ter que procurar um lastro para assim o tornar mais estável, faz-nos perder um tempo que pode ser crucial para a captação das imagens.
Esta é uma situação em que se verifica um conflito entre o que seria prático e o resultádo final. Um tripé mais leve seria mais fácil de transportar, mas não teria tanta segurança nele. Sem contar que perderia mais tempo a "montá-lo" no sitio.
Como na descida todos os santos ajudam, e nas imagens captadas verifico a sua estabilidade, são dois pontos contra um (o peso). Pelo que continuo com o mesmo tripé, e sem intençôes de o trocar por outro mais leve. Ou pelo menos, até á próxima subida. Boas.
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