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JC Duarte
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« em: 19 / Fev / 2005, 15:06 » |
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" Era ele que erguia casas Onde antes só havia chão. Como um pássaro sem asas Ele subia com as casas Que lhe brotavam da mão. Mas tudo desconhecia De sua grande missão: Não sabia, por exemplo Que a casa de um homem é um templo Um templo sem religião Como tampouco sabia Que a casa que ele fazia Sendo a sua liberdade Era a sua escravidão. .../..." Operário em construção, de Vincius de Morais Aqui o resto http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=JC1&action=view&id=1209783Divirtam-se e mantenham a luz acesa JC Duarte
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JC Duarte
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« Responder #1 em: 20 / Fev / 2005, 23:30 » |
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" Desta Fotografia é dificil gostar. Do sofrimento de crianças em tempo de guerra ninguém pode gostar! Suponho. No entanto, esta imagem efectuada no Vietnam por Nguyen Kong (Nick) Ut, de uma menina (Phan Thim Kim Phuc) bombardeada acidentalmente com Napalm por aviões Sul Vietnamitas, em 1972 é um marco na história da Photographia. .../..." http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=JC1&action=view&id=1215665Divirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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JC Duarte
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« Responder #2 em: 22 / Fev / 2005, 11:42 » |
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"O que surgiu primeiro: o ovo ou a galinha? O que é mais importante: a informação que os media querem vender ou a informação que o público quer consumir? .../... Assim, a relação entre os media e o público tornou-se (e é!) uma relação simplista em que um vende e o outro compra produtos para aliviar consciências e incómodos quotidianos. Tal como a botica vende pomadas para o lumbago e pensos para os calos. .../..."E, como de costume, mais aqui http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=JC1&action=view&id=1220605Divirtam-se e mantenham a luz acesa JC Duarte
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Sector Zero
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« Responder #3 em: 23 / Fev / 2005, 13:45 » |
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Ser cidadão... Alguns há, honra lhes seja feita, que não se encaixam neste consumismo informativo. Pessoas há que procuram saber mais e mais fundo, comunicadores há que procuram contar e explicar tudo sobre cada tema e sobre todos os temas. Mas como estas atitudes são cada vez em menor número, este circuito produtor/consumidor é cada vez mais marginal, talvez condenado à extinção.
Está em nós (produtores) e em nós (consumidores), não permitir que esta estupidificação no conhecimento do mundo que nos rodeia grasse como uma epidemia fatal!
Exercer cidadania, tem de ser um conceito cada vez mais interiorizado. Elegemos os politicos pelos seus programas e propostas e depois há que "policiar" constantemente a sua actividade, e apontar imediatamente os desvios. Cada um de nós tem a missão e a obrigação de o fazer, principalmente quem tem responsabilidades nas áreas de comunicação de massas.
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SectorZero _______________________________ A escravatura não foi abolida, passou a 8 horas por dia ou mais.
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JC Duarte
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« Responder #4 em: 23 / Fev / 2005, 15:05 » |
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“Eu abaixo assinado juro por minha honra cumprir com lealdade as funções que me são confiadas.”
Esta é a frase (mais coisa menos coisa) que, ao longo da minha vida, ouvi vezes demais, com demasiada frequência e até, ocasionalmente, mais de perto do que gostaria. Em breve, vamos todos ouvir de novo uma mão cheia de vozes proferir solenemente este juramento.
Infelizmente, nos tempos que correm, a honra é coisa que se dá de barato, valendo dez reis de mel coado e a lealdade é igualmente usada e abusada, encontrando-se aos pacotes de 12 nas lojas dos 300. Acredito que, daqueles que irão dizer estas palavras, alguns estejam animados de boas intenções e que não pretendam deixar-se levar pela febre do poder nem pelos vírus das influências. Mas também acredito que poucos, se alguns, quando de lá saírem, tenham honrado lealmente o juramento efectuado. Pelo menos é a conclusão que tiro da história dos últimos decénios.
Espero, sinceramente, que algum dia me engane!www.photoblog.be/jc1Divirtam-se e mantenham a luz acesa JC Duarte
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« Responder #5 em: 03 / Mar / 2005, 00:36 » |
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"É consequência da industrialização, da migração para os grandes centros urbanos, da dispersão de residências! ... Nos grandes centros urbanos a solidão dos idosos está na proporção directa da densidade populacional."http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=jc2&action=view&id=1251932Divirtam-se e mantenham a luz acesa JC Duarte
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« Responder #6 em: 03 / Mar / 2005, 23:56 » |
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“O que é porco? E o que é limpo? Se tivesse que fazer uma escolha eu preferia que o meu filho visse um filme pornográfico que um filme normal, como o Rei dos Reis. Porquê? Porque o Rei dos Reis está cheio de mortes, e eu não quero que o meu filho mate Cristo quando ele voltar. E é o que acontece no filme. Não há um único filme porno em que alguém leve murros ou que alguém seja morto. Com sorte, vê-se alguém a ser amarrado ou a levar umas pancadinhas com um cinto, mas a maior parte do tempo, aquilo que se vê durante hora e meia são abraços e beijinho, suspiros e gemidos… E depois, no fim do filme, quando aquele instrumento potencial de morte é revelado… a almofada. O gajo parece que vai sufocar a miúda, como num filme de terror. Ele agarra na almofada e mete-a debaixo do rabo da rapariga. E eles adormecem, e ninguém se magoa ou morre. E é bonito. E assim acaba o filme.”
Nada do que acima está dito, nem a imagem, têm algo de novo. Em boa verdade, ambas existem desde que, em 1974, o filme “Lenny” foi rodado e de onde foram extraídas. Actual? Terrivelmente. Sugestivo? Espero que sim. “Lenny”, interpretado por Dustin Hofman e realizado por Bob Fosse. Á venda em DVD. Recomenda-se.em: www.photoblog.be/relogioparadoDivirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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« Responder #7 em: 05 / Mar / 2005, 01:02 » |
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"A ideia era acamparmos na Tapada de Mafra. Mas ao lá chegarmos na então ainda não velha Diane, constatámos que estava fechada para manobras militares. Não seria aquele contratempo que nos iria fazer regressar daquele passeio decidido na véspera ao jantar na cantina. Pegámos nas mochilas como estava previsto e começámos a contornar o alto e extenso muro, em busca de um local propício para aquele fim de semana.
O melhor que encontrámos foi um adro de uma igreja, bem no meio de um povoado algures nos arrabaldes da tapada. O terreiro era limpo de ervas, plano e horizontal. Perfeito! Tenda montada, que a noite já tombava, atacámos nas latas, das “rações” que levávamos para dois dias de isolamento florestal. A canalha miúda rondou-nos, estranhando e bem, aquele circo sem cartazes nem feras numa tenda à luz de velas. Após o repasto, como bons campistas de cidade que éramos, não resistimos a um cafezinho no tasco que do outro lado do adro nos convidava. Mesas e balcão de pedra, ruídos de dominó e de grossos copos de três obrigaram-nos a fazer o pedido em tom um pouco mais alto do que gostaríamos. Da qualidade do café não me recordo, mas não esqueço o silêncio sepulcral que de súbito ali se fez. Que teríamos nós, forasteiros, feito para interromper as jogatinas da noite? Olhando em redor constatámos que os olhares convergiam num ponto acima das nossas cabeças e que nós seguimos. Ainda a preto e branco, num aparelho do tempo da guerra (nem sei de qual), tinha começado o Telejornal. Para aquela gente, a meia dúzia de léguas de Lisboa, aquele era o momento em que se sentiam ligados ao resto do mundo, em que a ponte entre o rural e a urbe se fazia, indiferente a estratos sociais e a conteúdos dos copos. O ruído que os tinha feito parar, o genérico, era-nos tão familiar que nem déramos por ele. Tão normal para nós quanto uma cotovia para eles. Aquilo que fazíamos todos os dias, com uma displicência atroz, era para eles um ponto alto no quotidiano.
Esse momento foi para mim uma charneira na vida. Serviu para eu aprender, “in loco”, a importância do meu trabalho, o alcance daquilo que fazia com tanta facilidade quanto o beber um copo de água. O poder dos media caiu em mim como que uma revelação divina, que nunca mais esqueci. Muitos genéricos se fizeram e transmitiram de então para cá. Tantos que já lhes perdi a conta. Mas todos os dias, quando ouço pelos “cascos”: “ESTAMOS NO AR”, a sensação é a mesma: Estamos a comunicar e milhões de pessoas por todo o mundo dependem disto. Tão ou mais importante quanto um jogo de dominó ou uns copos consumidos socialmente depois do jantar."em www.photoblog.be/relogioparadoDivirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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A. Caneira
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« Responder #9 em: 06 / Mar / 2005, 00:56 » |
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...Ainda a preto e branco, num aparelho do tempo da guerra (nem sei de qual), tinha começado o Telejornal. Para aquela gente, a meia dúzia de léguas de Lisboa, aquele era o momento em que se sentiam ligados ao resto do mundo, em que a ponte entre o rural e a urbe se fazia, indiferente a estratos sociais e a conteúdos dos copos. Mais uma pérola. Na infancia vivia numa aldeia (ainda vivo, na mesma) "a meia dúzia de léguas de Lisboa", é conheci bem essa realidade. Nesses "tascos", quase os únicos com electricidade, misturava-se muito bem o copo de três, a sueca, a lerpa, as noticias, e em horas mais diurnas, o Bonanza ou Daniel Boone. Esse momento foi para mim uma charneira na vida. Serviu para eu aprender, “in loco”, a importância do meu trabalho O desprezo com que normalmente se vê o modo de vida simples do aldeao irrita-me, mas quando se quer ver, pode ver-se e muito. Tu olhastes com vontade de ver e aprendeste algo, não com eles, contigo mesmo! Vejo que o teu photoblog já tem mais um endereço, é pena teres de ir mudando. Eu sei porque é! Já tive garras de criar um espaço no PortugalVideo, para alojares o teu photoblog, mas a coisa não é assim tão simples. Um dia, quem sabe...
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A. Caneira
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« Responder #10 em: 09 / Mar / 2005, 21:25 » |
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Nunca entendi muito bem o conceito de ”aluno terrível!” Indisciplinados, turbulentos, provocadores, extrovertidos, ainda vá, agora “terrível”… O que existe, as mais das vezes, é uma falta de interiorização, de entendimento, sobre o seu papel na escola, enquanto local de aprendizagem e sociedade onde está inserido. Será o papel do professor, seja qual for a sua área ou grau, o de o fazer tomar consciência disso e de o levar a actuar em conformidade (consigo mesmo e com o social). ... Aí perguntei-lhe: “-João, estamos fora da escola? -Sim! E então? -Então vai p’ro ca….!” ... Em pedagogia não há formulas: há resultados. E se os fins não justificam os meios, estão lá perto, aplicando o processo adequado a cada indivíduo. E o papel do professor vai muito para além dos conteúdos programáticos, emanados ou não de um ministério. É isso que os alunos esperam de nós.O resto. como de costume, em: http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=jc2&action=view&id=1275543Divirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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« Responder #11 em: 10 / Mar / 2005, 23:17 » |
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... "Aqui, a meu lado o bom cidadão Escolheu Sagres Que é tudo tudo cerveja A pausa que refresca a longa pausa de um longo cigarro King Size. atenção ao marketing. Eu não gosto de cerveja mas tenho de gostar que os outros gostem de cerveja sobretudo da Sagres para não contrariar os fabricantes de cerveja. atenção ao marketing. Ninguém contraria os fabricantes de cerveja ninguém contraria os fabricantes do Opel e da Super Silver nem os fabricantes de alcatifas para panaceias nem as panaceias nem os códigos e os édredons macios nem as mensagens de natal dos estadistas nem os negociantes de armas da Suíça nem o homem da capa negra que virou costas ao Palmolive. …"... O resto aqui, como de costume http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=jc2&action=view&id=1280201Divirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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« Responder #12 em: 13 / Mar / 2005, 00:03 » |
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Passear na web, indo uma página para outra, de um país para outro, de uma cultura para outra, tem por vezes as suas dificuldades. Entender as referências locais, entender a língua ou mesmo entender o grafismo usado. No caso concreto, na Etiópia, entender esta escrita será algo quase tão difícil como fazer passar um camelo por uma agulha, para usar uma expressão arcaica. E esta expressão não é usada ao caso. Tanto quanto sei, e salvo melhor opinião, é na Etiópia que se encontra a forma de Cristianismo mais arcaica, quem sabe se a mais próxima daquilo que se divulgou há perto de 2000 anos. ...O resto, como de costume, aqui http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=jc2&action=view&id=1284499Divirtam-se a mantenham a luz acesa JC Duarte
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« Responder #13 em: 14 / Mar / 2005, 11:13 » |
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"A casa fica nos limites da povoação. A umas centenas de metros de qualquer outra. Mesmo na curva, com o portão de madeira verde a separar a rampa do quintal do asfalto da estrada, então macadame e cascalho. ... Na cozinha, a mesa coberta com um linóleo. Móvel multi-usos para comer, ler e escrever e outras tarefas dignas, estava engalanado com o único electrodoméstico: o rádio. A pilhas, que o diferendo sobre quem pagaria os postes da luz ainda não estava resolvido, era parcimoniosamente ligado a seguir ao almoço e durante o jantar. Rádio Clube Português de dia, Emissora Nacional de noite. Era um ritual sacrossanto: os Parodiantes de Lisboa para animar a tarde, o Teatro Radiofónico para embalar a noite. Um dia por semana, nem sei qual, talvez sexta-feira, havia os “serões para trabalhadores”, programa em directo, com conversas e músicas das que, mais tarde, se chamariam “nacional-cancenotismo”. Os noticiários não se ouviam, que só falavam de Lisboa e para a meteorologia bastava olhar o céu no nascer e pôr-do-sol que tudo se sabia. Excepto o vento suão, mas esse ninguém previa. ..."O resto, como de costume, aqui http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=relogioparado&action=view&id=1285852Divirtam-se e aproveitem bem a luz (e, já agora, o som também) JC Duarte
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« Responder #14 em: 14 / Mar / 2005, 22:53 » |
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Tenho uma alergia de comichão a estas palhetas. Têm um tempo de vida útil de cerca de dez segundos. Na nossa mão. Porque depois, no lixo, é de vários séculos. ... Nestas pequenas coisas faço jus ao meu apodo: Ter mau feitio! Mas se gosto do que ainda vou tendo por cá, porque o devo estragar para os vindouros? O problema dos resíduos não é tanto o que fazer com eles mas antes começar por não os produzir. Pelo menos os inúteis.O resto aqui, como de costume http://www.photoblog.be/photoblog.php?nickname=jc2&action=view&id=1290330Divirtam-se e aproveitem bem a luz JC Duarte
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