Boas.
O João foi a uma fábrica. Pediu para falar com o dono e disse-lhe:
- Bom dia, senhor! Preciso que me faça um móvel lá para casa com 2 metros de comprimento. Quanto é que isso me vai custar?
O empressário olhou para ele, incrédulo, e com a maior paciência possivel, respondeu-lhe:
- Caro Senhor, para lhe poder dar um orçamento preciso primeiro que me diga as medidas do móvel - largura, altura e profundidade - qual o material de construção e de acabamento, se com ou sem portas, nº de prateleiras, se é para pendurar na parede ou se é para colocar no chão, se ...
E mais não teve tempo para dizer, pois o potencial cliente cortou-lhe bruscamente a palavra com um "Deixe estar, eu vou a outro lado!", virando-lhe as costas e saindo pela porta.
"Porcaria de fábrica, que nem um simples orçamento são capazes de dar. Mais um bocado e ainda tinha de ser eu a fazer o móvel!" - pensou o João, enquanto se afastava do local.
"Á cada cliente mais esquisito... " - pensava o dono da fábrica, enquanto coçava a cabeça, já com pacos cabelos. - "Devem pensar que temos capacidades telepáticas para adivinhar que tipo de móvel querem. Vai-se lá entender esta gente..."
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Fim de história. Boas.