Bom dia, boa tarde ou boa noite (conforme a hora e o local em que me estiverem a ler)
Tenho uma HVR-HD1000E e o seu "calcanhar de Aquiles", entre outros, é a fraca performance em ambientes pouco iluminados. Assim, acho que uma das formas de dar a volta ao assunto, é começar pela aquisição de um iluminador para ela.
Como pouco ou nada sei de iluminação, entre outros, agradecia aos participantes do fórum umas "luzes" sobre este tópico.
Apesar da minha ignorância na matéria, penso que o HVL-LBP da Sony (306,00 €) http://www.globalmediapro.com/do/product/2867 (http://www.globalmediapro.com/do/product/2867) ou o Spinet SKC-105 LED (287,00 €) http://www.globalmediapro.com/do/product/2081/ serão opções a considerar. No entanto, gostaria de receber outras opções/opiniões sobre o assunto, ou outras eShop's, onde a aquisição fique mais económica (considerando IVA e Taxas).
E, se não for abusar, já que estamos a falar de iluminação, gostaria também de conhecer algumas opiniões sobre uns kits básicos de iluminação, que desse para um amador como eu se desenrascar numas captações em interior.tipo entrevista. Vi uns em http://www.photoflex.com/First_Studio_Products/index.html (http://www.photoflex.com/First_Studio_Products/index.html) mas não consegui ver os preços.
Muito obrigado a todos,
Olá Mário, pois em relação á HVR-HD1000 na minha opinião utilizaria um hvl-lbp da Sony.
Primeiro porque trabalha com as mesmas baterias da máquina, segundo porque a luz sai em forma de 16:9, terceiro porque tem um consumo muito baixo e acima de tudo a luz é espectacular com equivalência a um iluminador de halogeneo de 40-50w.
Quanto á compra na globalmediapro, não te esqueças de fazer as contas ao IVA, ao transporte e á surpresa das taxas alfandegárias.
Em Portugal custa 575.00 euros.
Um abraço
Caro Licínio Castro,
Obrigado pela tua sugestão. De facto, apesar de ser leigo na matéria, o HVL-LBP era o que me parecia mais adequado, mas não sabia dessa particularidade de a luz sair em forma de 16:9 o que o torna ainda mais interessante. Em relação ao teu alerta sobre a aquisição, acho que vale a pena comprar online. Fazendo umas contas rápidas e em números redondos, cá custa 600 e online 300, o IVA e outras taxas ficarão talvez ainda longe dos outros 300.
Em relação ao segundo ponto do meu tópico, fico a aguardar outras opiniões e sugestões.
Muito obrigado a todos.
Boas.
A experiência que tenho com o iluminador da Sony é com uma câmera DSR-370. E se a iluminação é mais do que suficiente para uma entrevista a cerca de metro/metro-e-meio e a meio-corpo (tipo entrevista de rua), o mesmo já não se pode dizer se fôr para uma entrevista em interior (tipo sentado num sofá), em que a câmera fica um pouco afastáda do entrevistádo e em que se pretende também captar o ambiente do local.
Se tivermos em atenção que a câmera HVR-HD1000 precisa de algo como 11 lux (e creio que num modo qualquer de ganho), muito longe da sensibilidade da DSR-370, fácilmente se chega á conclusão de que talvez o iluminador citádo não seja a melhor opção. Basta consultar o PDF do iluminador e prestar especial atenção á secção de "Lighting Distance". Pessoalmente, e para a câmera em questão, optaria por um outro muito mais "potente", talvez um da Frezzi ou da PAG de 100 watts (Halogenio, não LED). Até porque o iluminador da Sony tem uma equivalência a 35watts. OK, não fica muito longe dos 40-50watts acima citádos, mas é menos um pouquinho. E atendendo a que com o aumento da distância no dobro, a intensidade luminosa diminiui em cerca de 4 vezes, já vemos que todos os watts a mais fazem bem falta para a câmera citada.
Quanto á questão "a luz sai em forma de 16:9", tal facto só tem importância a uma muito curta distância. A uma distância "normal" a luz espalha-se, pelo que deixa de haver esta questão do 16:9. Que só existe porque o iluminador é "sobre o comprido". Além do mais, os iluminadores têm normalmente aquelas "palas" de lado, não para feitio, mas para um controle mais preciso do ângulo de iluminação.
Se bem que um iluminador na câmera seja bastante mais prático em reportagem de rua, para interiores é bem melhor um dos kits tipo os da Photoflex por si referenciádos. È necessário um outro preparo, mais tempo, mas o resultado é seguramente melhor. Até porque, e como afirma e bem, a luz é o calcanhar de Aquiles da câmera que possui.
Para finalizar, se se interessar por iluminação, pode consultar este site (http://www.luzfria.com.br/web/catalogo/curso_tv.htm) e este (http://www.luzfria.com.br/web/catalogo/tutorial_iluminando_lf.htm). Boas.
Caro José Costa,
Obrigado pela sua opinião e informação. De facto, a escolha de qualquer equipamento depende sempre de múltiplos factores, entre eles, o fim a que se destina, preço, budget, adaptabilidade a outros equipamentos já existentes, etc. No meu caso e neste assunto, salvo melhor opinião, inclino-me para uma solução de compromisso entre as duas opiniões aqui já expressas. Ou seja, um HVL-LBP para a câmara e um kit de iluminação de estúdio. Porque, em termos plásticos dou preferência a grandes planos, seja entrevista na rua ou no sofá, por isso penso que o HVL-LBP para a câmara será suficiente. Em caso de cenas gerais, tipo estúdio, quarto ou sala, aí o tal kit de iluminação entrará em cena. Sublinho que pouco ou nada percebo deste assunto, e por isso, gostar de ter o máximo de opiniões para poder depois formular a minha própria em termos teóricos, porque como todos sabemos, é na prática que se confirmam, ou não, as teorias.
Muito obrigado a todos.
Boas.
Agora que voltei a ler a mensagem que coloquei anteriormente, juntamente com a sua resposta, creio que não fiz passar a minha mensagem. E a minha mensagem, leia-se opinião, é que o iluminador da Sony é capaz de não ser a melhor opção para a câmera em questão, em reportagem de rua falando. A câmera precisa de muita luz e o projector é muito fraco. Pessoalmente optaria por um mais potente, os referidos 100 watts. A não ser que queira única e simplesmente fazer captura de rua a distâncias de um metro (uma entrevista a plano médio ou grande plano), com o iluminador da Sony rápidamente vai ficar limitádo aos planos e distâncias que ele permite, pela conjugação dos dois factores: câmera e iluminador.
Apesar da função principal poder ser a captura com grandes planos, situaçôes á em que isso não é possivel ou desejável, ou é necessário outras imagens para complementar a história. E se não tiver luz suficiente, fica de mâos amarradas. Lembro, ou relembro, que para se diminuir a intensidade luminosa de um projector é algo que rápidamente de faz (um simples papel serve para isso), mas o mesmo não é possivel no caso de se precisar de mais luz, estando o projector já no seu máximo.
Se apesar de tudo optar pelo iluminador da Sony ou outro de potência equivalente, aconselho vivamente a experimentar antes de fazer a compra. Por muito rico que seja, dinheiro custa, não é mesmo? E não á nada mais desmotivador do que verificar, depois de comprádo, que a compra não serve para os nossos intentos. Mas como referi antes, é apenas a minha opinião. Boas.
P.S. E só me estou a referir á situação de captura de rua.
Caro José Costa,
Reconheço e agradeço o empenho no esclarecimento prestado. Também na iluminação, como em quase tudo na vida, é sempre melhor ter a mais do que a menos. Seguindo a sua sugestão, tentei ver as marcas indicadas mas não cheguei a conclusão alguma porque aparecem dezenas de modelos e não entendo muito bem quais os mais apropriados. Concretamente para a HVR-HD1000 que modelo propõe?
Muito obrigado.
A minha opinião vai tambem no sentido da já apresentada pelo José Costa.
Sempre melhor um iluminador mais potente, que facilmente se pode reduzir a intensidade, com recurso a filtros de densidade neutra (existem em varias graduações) ND3, ND6, ND9 cortando respectivamente 1, 2 e 3 diafragmas ou f stop's como preferirem.
Tambem subscrevo que para interiores um pequeno kit de Iluminação, é a melhor solução
Boas.
Quanto ão seu pedido de modelos, tem o da Frezzi (http://2692883288.monstercommercesites.com/index.asp?PageAction=VIEWPROD&ProdID=49) e cuja página web é esta (http://www.frezzi.com/mini-fill_lighting.htm). Quanto ão da PAG (http://www.paglight.com/paglight1.htm), o modelo referenciádo permite até um máximo de 100 Watts em lampadas de Halogenio, Dimmer e permite ainda a iluminação atravès de lampadas HMI de 24 Watts, por meio de um adaptador. A grande vantagem deste tipo de iluminação (HMI), para além da sua "qualidade" de luz, é o facto de ter um rendimento identico a uma lampada de halogenio de 100 Watts, mas com um consumo de apenas cerca de 31 Watts (dados do fabricante).
Ambos são boas opçôes, com vantagem para o da PAG. Mas nestas coisas já sabemos... o bom pága-se caro.
O representante (ou vendedor) da Frezzi em Portugal é a Emilio de Azevedo Campos (Lisboa e Porto), mas acredito que existam outros. Quanto ão da PAG não sei. Mas uma busca na net deve-lhe dizer. Boas.
Bom dia, boa tarde ou boa noite (conforme a hora e o local em que me estiverem a ler)
Agradeço os últimos post's do A. Caneira e José Costa que são esclarecedores e objectivos. Quem sabe, sabe! Por coincidência, tive de passar hoje na Emílio de Azevedo Campos e aproveitei para falar no iluminador da Frezzi (sugerido pelo José Costa), de que eles são representantes. Como foram eles que me venderam a HVR-HD1000E, propuseram-me para esta câmara, o iluminador IDX X3-Lite (http://www.libraprobroadcast.co.uk/proddetail.asp?prod=IDXX3-Lite) por ter a vantagem de funcionar com a mesma bateria da câmara atravéz de um adaptador (http://www.creativevideo.co.uk/public/view_item_cat.php?catalogue_number=idx_x-cs-kit#) e ainda de ter um baixo consumo. O adaptador tem como particularidade poder servir como suporte ao receptor do micro de lapela. Argumentei que era interessante, mas que apenas dispunha de 35w. Responderam-me ser mais que suficiente por ser de luz fria, etc, etc. Bem, quem não percebe muito do assunto, como é o meu caso, tem dificuldade em contra-argumentar.
Parece que não tenho mais nada que fazer, mas como ainda não estou completamente decidido, continuo na senda dos iluminadores. Consultei os links gentilmente indicados pelo José Costa e quanto aos Frezzi, não pondo em causa a potência de iluminação, pareceram-me pouco práticos de utilizar devido à sua bateria, qual tijolo, ter de ser utilizada a tira-colo (http://www.imagewest.tv/index.asp?PageAction=VIEWPROD&ProdID=4). Há um adaptador dessa bateria para colocar por debaixo da câmara, mas aí lá se vai a função câmara de ombro. Quanto aos PAG também me parece, pelo que vi na net, que sofrem do mesmo problema prático da Frezzi.
Começo a ter a sensação que é mais fácil filmar só de dia.
Obrigado a todos.
Caro Mario Rui
Vou deixar aqui umas considerações quanto ao ser uma vantagem "ser de luz de dia":
Normalmente quando se captam imagens em interiores (excepção pode ser quando entra muita luz de dia) se tem a câmara calibrada para uma temperatura de cor de 3200ºK, nesse caso ao utilizar o iluminador referido (com LED's), tem de colocar o filtro "alaranjado" (Full CTO) que vem incluído. A colocação desse filtro implica aumentar o diagrama em 2/3, devido a perca de intensidade luminosa do Iluminador.
Na situação inversa, ao gravar em exteriores, pode ser uma vantagem, pois nesses casos a câmara é balanceada normalmente para 5600ºK e esse Iluminador de LED's não precisa de ser filtrado, já em situações de luz de dia a utilização de um Iluminador de halogenio necessita da aplicação de um filtro "azulado" (Full CTB) que tambem ira reduzir sua intensidade.
Se sua maior necessidade de um Iluminador é para gravar em interiores, onde a maioria da luz existente, vai obrigar a utilizar a câmara calibrada para 3200ºK, evite Iluminadores de LED's, ou escolha modelos mais potentes.
Apenas minha opinião, outras serão tão válidas quanto a minha!
Boas.
Mário Rui (permita-me que assim o trate), não é intenção minha levá-lo a si ou a qualquer outro User á compra deste ou daquele equipamento, sobre o qual eu proventura aconselhe ou escreva. A decisão só a si cabe, pois o dinheiro é seu. Se eu proventura defendo com ardor o meu ponto de vista, é porque efectivamente acredito naquilo que escrevo. Mas esta é apenas a minha opinião, baseáda nos meus conhecimentos e na minha experiência profissional. Outros Users poderão ter opinião contrária, a qual aceito e respeito, embora reserve o direito de concordar ou não com ela. E se volto novamente á "carga" é pelo facto de ter lido na sua mensagem alguns pontos que considero "perigosos".
Mas primeiro permita-me que o aconselhe a ler novamente os Posts acima do A. Caneira, que de uma forma directa e curta abordou (algo que eu na maioria das vezes não sei fazer, pois escrevo muito) abordou, no meu entender, os pontos chave da questão. E olhe que ele sabe seguramente muito mais do que eu sobre a questão da iluminação.
Não vou voltar a falar da questão da baixa potência do iluminador, pois o meu ponto de vista creio que já ficou suficientemente exposto. Vou falar da questão vendedor, cliente e conhecimento. Vendedor quer vender, cliente quer comprar e nem sempre vendedor e cliente têm conhecimentos sobre o producto em causa. E explico.
Salvo raras excepçôes, o vendedor não tem conhecimento prático sobre o producto que vende. Tem conhecimento pela brochura que leu, e esta tem informaçôes que são escolhidas pelo fabricante. A informação constante na brochura pode não estar errada, mas seguramente que não é pormenorizada. E quando o é, não sendo favorável ão producto, está em letras miúdinhas. O vendedor vende, não trabalha com o producto. E só trabalhando com o producto é que se pode conhecer a fundo as suas virtudes e defeitos. E também estas são muito relativas, pois dependem do tipo de trabalho que se pretende fazer e do resultado esperádo. O equipamento ideal para um pode ser o pior para outro.
O cliente sabe que quer algo, um producto especifico, mas pode não ter conhecimentos para saber qual o modelo a comprar. E neste caso, confia normalmente na opinião do vendedor. Ora o vendedor está "preso" a uma empresa, existem interesses por trás do producto. Muitas vezes interessa mais ão vendedor e á empresa que ele representa, vender o equipamento A e não o B. O objectivo não é enganar ou servir mal o cliente. Mas se ele (o cliente) não ficar totalmente satisfeito, o azar é dele. Não estou a dizer com isto que é o "modelo" de negócio da Emilio de Azevedo Campos ou de qualquer outra empresa. Mas quem é que já não teve a experiência de constactar que o vendedor ainda sabe menos sobre o producto que nós?
Se por aqui pára algum vendedor de seja o que fôr, que me desculpe. Mas é este o meu pensamento e é esta a minha constactação dos factos. E se vendedores á que efectivamente sabem a fundo do producto que vendem, esses são muito poucos. Existem, mas são poucos. Não confundir aqui vendedor com prestador de serviços ou com instalador, que é um caso á parte.
Assim, compete ão cliente informar-se primeiro sobre as caracteristicas do producto. Certificar-se de que é aquele modelo que melhor o serve. Isto se não pretender arrepender-se mais tarde. E de preferencia, e sempre que possivel, experimentar primeiro. Nem sempre a ideia que formámos sobre o producto está correcta. Só experimentando é que se tem a certeza absoluta.
Como referiu, quem não percebe muito do assunto tem dificuldade em contra-argumentar. Por isso é que estar o mais bem informádo é a melhor solução. Afinal de contas, o objectivo de uma compra é a utilização do producto e não a sua arrumação numa qualquer prateleira, por não corresponder ão esperádo.
Para terminar, e porque já vai longa a escrita, deixo ficar uma pergunta, relacionada com a questão das baterias: pretende um producto prático mas que não satisfaz as suas necessidades, ou um producto mais incomodo mas que o deixa satisfeito com o resultado? Porque se vamos apenas pela questão do prático, até uma câmera como a sua pode ser em algumas situaçôes incomoda pelo tamanho. Noutros casos, pode ser a handycam pouco prática.
Não existem equipamentos perfeitos, todos têm os seus inconvenientes. Mas é bom estarmos cientes das limitaçôes deles e sabermos tirar partido do que têm de melhor.
Só mais um pormenor. Pode sempre colocar uma bateria nas "costas" da câmera, e não por baixo. Os adaptadores existem e continua a utilizar a câmera ão ombro. Fica mais pesáda, mas até o peso tem a sua vantagem.
Avalie bem as opçôes, as suas necessidades, e seja feliz na sua decisão. Por mim, e em consciência, não escolheria um modelo de tão fraca potência. Fosse ele de halogénio ou de LEDs. E não escolheria apenas porque a sua câmera precisa de muita mais luz do que tais modelos podem fornecer. Mas a decisão, saliento, é sua. Não me leve a mal pela minha opinião e por novamente ter voltádo á "carga". Boas.
Caro José Costa,
Claro que não o levo a mal. Nada de mal existe nos seus comentários e opiniões, antes pelo contrário, generosidade sincera de quem dispõe comunitáriamente os seus conhecimentos e experiência para com quem ainda não atingiu esse estádio.
Tenho participado neste tópico que eu próprio criei, não só por mero interesse pessoal, mas também pelo reflexo e utilidade que poderá ter sobre os users e visitantes em geral. Na dialéctica aqui registada, mostra-se o espírito deste forum: ajuda, opinião, dúvidas, certezas, pensamentos, diferenças, motivações, etc.
MENOS DISPERSÃO, MAIS PARTICIPAÇÃO
Em relação ao fórum, tenho uma opinião francamente positiva, mas, como em qualquer outra coisa que gostamos, devemos tentar que seja ainda melhor. Nesse sentido, parece-me que há excesso de tópicos, muitos deles são repetições ou derivações secundárias de outros já existentes e acaba por dispersar a participação. Provavelmente, eu também contribuí para isso, porque poderia ter encaixado esta participação em outro já existente sobre a temática de iluminação. Talvez um apelo geral com esse objectivo, por parte do nosso querido moderador, tivesse êxito. No futuro, prometo ir nesse sentido, para que motive uma participação mais ampla de todos.
ILUMINAÇÃO PAG
Voltando então à nossa "dialéctica", estou totalmente de acordo com a ideia expressa no seu último post. Ainda antes de o ter lido, já tinha pesquisado sobre o representante em Portugal da PAG (http://www.paguk.com/europe2.htm) com a intenção de aprofundar a questão e ver se chego o mais depressa possível a uma conclusão. Porque depois, tenho mais itens para descascar, como por exemplo o som (micros). E mais ainda, como por exemplo, os steadycam's.
UMA SUGESTÃO
Não revelando a minha situação económica, prefiro revelar a minha situação de princípio em relação à aquisição de equipamentos, utilizando a expressão "o dinheiro está caro". Assim, se puder gastar menos e conseguir sensivelmente os mesmos efeitos pretendidos, não hesito. Dou um pequeno exemplo, esperando que possa ter utilidade para alguém. Adquiri recentemente pela módica quantia de 29,99€ + 12,95€ do transporte, ou seja, 42,94€ no total, um suporte rolante para tripé (http://www.nierle3.com/fr/article/3340/Support_simple_avec_roulettes.html) que penso vir a ser muito útil em algumas captações.
Muito obrigado a todos.
Caro Mario Rui
Um produto arrojado, e de muito boa qualidade, é este iluminador da Litepanels, veja o artigo na página principal do nosso Portal: Clique AQUI (http://www.portugalvideo.com/content/view/179/143/)
Caro A. Caneira,
Antes de mais, obrigado pela informação/sugestão. Vi o artigo e também pesquisei o produto, que além de arrojado na forma também o é no preço (3.000 USD). Na minha modesta opinião, é muito guito por um iluminador.
Voltando à origem deste tópico e parafraseando o Pensamento do Dia de hoje, do nosso companheiro José Costa ["Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo." - Confúcio], acho que vou seguir o mais amargo, ganhando a minha própria experiência em iluminação (e não só).
Porque, nestes tempos conturbados em que vivemos, seja em lazer ou profissionalmente, temos de pensar duas vezes (pelo menos) antes de gastar o dinheiro. No meu caso e com a câmara que tenho, sinceramente, faz-me uma confusão tremenda gastar tanto dinheiro com um iluminador para depois voltar a gastar mais dinheiro com filtros para cortar a luz em excesso desse iluminador, só porque pontualmente poderá haver uma situação em que se necessite de muita luz. A imaginação e engenho ainda não pagam imposto e os faróis xenon do meu carro, nos máximos, ainda vão resolvendo alguma coisa em termos de necessidade de muita luz, como aconteceu recentemente numa filmagem que fiz.
Sobre o iluminador que preciso comprar, ainda não tomei nenhuma decisão, mas estou bastante inclinado para a solução qualidade/preço que me parece fazer mais sentido para as minhas necessidades de iluminação.
Obrigado a todos.
Olá Mário, isto é assim: o ideal e mais barato é passar no LIDL e comprar um daqueles projectores que se utilizam nas obras com lampadas de halogeneo de 300w a 1000w e só custa 30 euros ( e têm um aspecto até muito interessante).
.
Reparei que lhe propuseram na Sony o IDX-3Lite, pois esse iluminador com o adaptador fica pelo mesmo preço que o HVL-LBP da Sony, e este é muito mais eficiente.
Outra solução menos practica é utilizar os iluminadores com lampadas de halogeneo com o respectivo inconveniente das baterias de chumbo.
Como opção não menos interessante e a mais económica, tem o iluminador SONY
HVL-20DW2 e que com 2 baterias compradas na "www.bateriasdigitales.com" a 48 euros cada uma (equivalente ás NP-F960) tem luz para muitas horas.
Dentro dos iluminadores portáteis, não conheço soluções melhores.
Um abraço
Boas.
Eu não quero ser do contra, apenas por ser. Mas á aqui qualquer coisa que não está a bater certo. Para quem já trabalhou com a câmera Sony HVR-HD100 (ou fez umas imagens com ela, não sei) como o Licinio afirma num outro tópico, o conselho do projector HVL-20DW2 não faz qualquer sentido. Estamos a falar de um projector que tem 20watts no máximo (2 lampadas de 10watts cada) e se algo em torno dos 35-40 watts é pouco para a câmera em questão, o que dizer de 20watts.
Mais ainda, 20watts com uma Sony DSR-370 de pouco ou nada serve, a não ser para indicar que está ali uma câmera. E havendo uma distância tão grande entre a DSR-370 e a HVR-HD1000 (a nivel de sensibilidade), as conclusôes são faceis de tirar.
Mais sentido faria os tais projectores de 300 ou 1000watts, não fosse o facto de juntamente com eles ter que transportar ás costas o necessário gerador electrico \:D/
Como muitas vezes digo, na net encontra-se muita informação. Mas não raras as vezes encontra-se contra-informação. E é preciso ter cuidado com ela. Acreditar piamente naquilo que um User escreve pode ser perigoso. Pode levar-nos a compras das quais mais tarde nos arrependemos. E as minhas opiniôes não estão livres deste raciocinio. Opinião não significa contrato, e não havendo contrato, não á responsabilidade.
E enquanto os Xenon do Mário Rui conseguirei irem a todo o lado, pode sempre resolver uns galhos. Já por várias vezes me socorri do mesmo estratagema nos serviços de TT (Todo-o-Terreno). Mas convenhamos, deve ser dificil ir a todo o lado com um carro (e não me estou a referir a um de brincar [-X ).
Só só mais 5 cêntimos (espero que o autor não me venha pedir direitos).
CitaçãoEu não quero ser do contra, apenas por ser.
. Acreditar piamente naquilo que um User escreve pode ser perigoso. Pode levar-nos a compras das quais mais tarde nos arrependemos.
:-k :-k :-k
Eu tenho uma HD1000E para informação, e conforme já escrevi num outro tópico,
esta máquina necessita realmente de luz para ter um bom desempenho, agora para quem não quer gastar muito em iluminação, para quem necessita de portabilidade os iluminadores que mencionei vão chegando, agora o problema desta máquina é que com fundos negros, tais como a noite, pouco interessa um iluminador de 100w ou de 500w, tudo o que seja negro vai apresentar grão.
As experiências que realizei estão descritas num outro tópico sobre as primeiras impressões sobre a máquina nas quais descrevo resultados com o iluminador de 20w, não vejo aqui qualquer contradição naquilo que escrevi.
Estamos a falar de uma máquina que pessoalmente só a utilizaria num casamento em caso de emergência, no entanto eu também descrevi pontos positivos sobre a mesma.
Eu geralmente quando escrevo ou é para pedir opiniões ou para dar algum conselho e neste caso quando escrevo é com base na minha experiência e nunca com más intenções.
Se quem tem esta máquina vai estar á espera de resultados milagrosos em interiores com muito pouca luz e com fundos escuros ,esqueça, pois não há iluminadores (portateis que resolvam a 100%).
Informo também que realizei testes comparativos com:
1 - iluminador IDX-3 LITE
1- Iluminador HVL-20DW2
1-Iluminador de Leds Sony HVL-LBP
1 Iluminador de halogeneo com 50w.
O melhor resultado foi com o HVL-LBP (leds), seguido por o tal de apenas 20w, é curioso não é?
Para mim o pior foi o IDX pois obriga á utilização de filtro interior, o qual faz perder bastante luz, se não utilizar o filtro a imagem fica extremamente fria (azulada).
Um abraço e bons trabalhos.
Olá Licínio,
Por acaso estou em vias de comprar um HVL-LBP da Sony, o que achas-te da sua performance? Bem, vejo muitas vantagens nele, mais que não seja utiliza as mesmas baterias tipo L da Sony usadas nas cameras Z1E, FX1 e afins...
Vi-o uma vez numa feira, mas o stand estava todo iluminado, por isso esquece não serviu de teste para os meus propósitos.
Fala-me sobre ele sucintamente e em que condições os experimentaste?
Olá Pedro, neste momento é o iluminador que utilizo com a FX1, e posso dizer que obtenho melhores resultados que o IDX.
Tenho utilizado o iluminador em casamentos e outros eventos, inclusive quando se parte o bolo dos noivos á noite e os resultados são excelentes além disso o consumo é mesmo muito baixo, com uma bateria equivalente á NP-F970 tenho power para todo o evento e ainda sobra bastante.
O regulador de intensidade também é um must.
Compra é um bom investimento.
Nota: como unico senão, só mesmo o peso na frente da máquina.
Esta conversa está um pouco desfasada, mas é tempo que tenho. Pois ainda não o comprei (o HVL-LBP), vi um teste sobre esse iluminador que relata deixar as imagens muito azuladas por ter uma temperatura de cor perto 5600ºK. Tendo em conta que a sua utilização é principalmente em ambientes interiores onde predominam luzes à volta dos 3200ºK. Daí surge a minha questão, tens tido muito trabalho na correcção de cor ou solucionas o problema na fonte com Full CTO no iluminador apesar da perca de alguma intensidade luminosa?
Bem,para o iluminador que pretendo comprar (IDX X3) parece que há poucos fãs :-D. Agora já tenho dúvidas na minha opção. #-o
Olá Ricardo Teixeira,
Efectivamente, parece mesmo que o IDX X3 não recolhe opiniões muito favoráveis. Fãs do HVL-LBP da Sony estão os brasileiros, pelo que tenho lido num fórum deles http://www.videobr.pro.br/forum/viewtopic.php?f=18&t=7902&st=0&sk=t&sd=a&start=30 (http://www.videobr.pro.br/forum/viewtopic.php?f=18&t=7902&st=0&sk=t&sd=a&start=30). O Licínio Castro foi muito convincente no relato dos testes que realizou com alguns iluminadores e elegeu o HVL-LBP. O José Costa e o A. Caneira parecem não estar muito de acordo.
Como em qualquer equipamento, há sempre diversas opiniões. Todas as opiniões que foram expressas neste tópico são, em minha opinião, positivas e fundamentadas. Depois, cada um deve tirar as conclusões em função das suas necessidades e objectivos (para não falar, também, em função da sua carteira). Foi o que aconteceu comigo e muito agradecido fiquei pelas opiniões de todos os que participaram neste tópico. Espero que para si também tenha sido esclarecedor.
PS: Recordo que esta "discussão" era em função de o iluminador vir a ser utilizado numa Sony HVR-HD 1000E
Citação de: Ricardo Teixeira em 25 / Jul / 2008, 23:45
Bem,para o iluminador que pretendo comprar (IDX X3) parece que há poucos fãs :-D. Agora já tenho dúvidas na minha opção. #-o
Não tem de ter dúvidas. Para mim a principal razão para escolher o iluminador Sony em relação a outros da mesma categoria, seria pelo facto de usar as mesmas baterias NP-F que as camcorders usam. Para quem está no "terreno" e no meu caso em particular isso é uma grande vantagem, tendo em conta que possuo 7 da série NP-F9XX e 5 da série NP-F7XX. A desvantagem é só a questão de estar calibrada para 5600ºK ao aplicar um
Full CTO vai de certeza cortar intensidade luminosa, ainda estou à espera da resposta do Licínio Castro nesta questão, visto ele ter um Sony HVL-LBP
Citação de: A. Caneira em 17 / Mai / 2008, 02:24...colocação desse filtro reduz em mais de metade a intensidade luminosa do Iluminador...
É assim tanto?, mais de metade?!
Citação de: Mário Rui em 26 / Jul / 2008, 00:51O José Costa e o A. Caneira parecem não estar muito de acordo.
Eles não estão de acordo para a camcorder em questão (HVR-HD1000E), que pelos vistos talvez precisaria de algo mais potente.
Eu acho que estas coisas só podem ser testadas no terreno e em situações reais, mas é sabido que a HD1000E tem ainda menos sensibilidade à luz que a Z1E e eu em muitas situações vejo-me obrigado a colocar 12dB, nem quero imaginar como será na HD1000E. Mas vejam a camcorder fui idealizada para um tipo de mercado e para um acesso fácil à alta definição, portanto pelo preço não se pode pedir muito.
CitaçãoCitação de: A. Caneira em 17 / Mai / 2008, 02:24
...colocação desse filtro reduz em mais de metade a intensidade luminosa do Iluminador...
Citação de: Pedro Rocha em 28 / Jul / 2008, 17:40
É assim tanto?, mais de metade?!
Tens razão, não é assim tanto, já rectifiquei o respectivo post. A aplicação do filtro implica um aumento do diafragma em 2/3 (redução do numero F stop), consequentemente a redução da intensidade luminosa é tambem de 2/3. Isto considerando uma correcção de 5500ºK para 3200ºK.
As minhas desculpas pelo erro, obrigado Pedro pela chamada de atenção
Bom dia, boa tarde ou boa noite (conforme a hora e o local em que me estiverem a ler),
Em Agosto, vou aproveitar o tempo de férias e a luminosidade de Verão, para fazer um documentário amador na Andaluzia (Carmona, Córdoba, Granada e Sevilha). Como ainda não tinha microfone de lapela e preciso de um para o referido documentário, passei hoje na Avitel para o comprar (Audio-Techenica). Atendimento atencioso e profissional qb – conversa puxa conversa – e estavamos a falar de iluminadores. Para quem tem seguido a saga deste tópico, informo que ainda não adquiri nenhum, tenho estado inclinado para o HVL-LBP da Sony http://www.gaia.hu/sonybroadcast/lampa/sony_hvl_lbp_broch.pdf (ftp://http://www.gaia.hu/sonybroadcast/lampa/sony_hvl_lbp_broch.pdf) mas como ainda não precisei de iluminador, fiquei em standby em relação ao assunto. Na Avitel mostraram-me uma novidade da Lite Panels http://www.s131567196.onlinehome.us/misc/LPMicroLR.pdf (ftp://http://www.s131567196.onlinehome.us/misc/LPMicroLR.pdf) , aparentemente com caracteristicas semelhantes ao da Sony, também de leds, e fica por quase metade do preço. Aqui chegado e encurtando razões, pedia, mais uma vez, a gentileza de opiniões com uma breve sintese comparativa entre estes dois iluminadores. Desde já os meus agradecimentos.
Boas.
No Post do Pedro Rocha e do A. Caneira á uma contradição qualquer.
Inicialmente o A. Caneira afirmou que um filtro full CTO reduz em mais de metade a intensidade luminosa. Posteriormente afirmou que não era tanto assim, após a questão do Pedro Rocha. Que a intensidade luminosa é reduzida em 2/3. Ora a contradição reside aqui.
Para eu mais fácilmente conseguir expôr o meu raciocinio, vamos por partes e vamos atribuir numeros.
Se eu tenho uma determinada quantidade de luz, vamos lhe atribuir o valor 100, e se reduzo em metade essa quantidade (1/2 ou 2/4, como preferirem), passo a ter o valor 50 (metade de 100). Mas se eu reduzo 2/3, significa que eu estou a reduzir duas partes em três, ou seja, cerca de 66%. Pelo que, e por este raciocinio, se reduzo 2/3 significa que reduzi em mais de metade a intensidade luminosa. Pelo que passo a ter um valor luminoso na casa dos 33 (66 + 33= 99, arredondados para os 100).
Vejamos agora pelo lado do diafragma. Um filtro Full CTO obriga a uma redução de 2/3 do nº F stop. Sabendo que a redução de 1 nº F stop signfica a entrada do dobro da luz, passamos a ter 200 de intensidade luminosa no sensor da câmera. 100 (o valor inicial) mais outros 100 (o dobro da luz), o que perfaz os 200. Mas como a redução não é de 1 nº F stop, mas sim de 2/3, temos um pouco menos na intensidade, o que neste caso corresponde a cerca de 66 em vez dos 100. 100 + 66=166. Como o filtro "come" 2/3 da intensidade luminosa, estes 66 são eliminados, pelo que o sensor continua a receber o valor 100, não esquecendo que o nº F teve que ser reduzido em 2/3 para se obter a mesma intensidade luminosa.
Não sei se fui muito explicito a explicar isto, vocês o dirão. Mas acredito que seja um pouco complicado.
Pelo exposto, um filtro Full CTO reduz em mais de metade a intensidade luminosa, mais concretamente cerca de 66%, tornando a frase inicial do A. Caneira como a correcta. Ou estarei eu errádo?
Quanto á última questão do Mário Rui, porque é que os links que coloca nunca funcionam? È sempre colocado antes um ftp:. Pelo menos, no meu computador não funciona. Tenho de editar o link manualmente.
Sobre o novo iluminador, mantenho o que já referi antes sobre a questão da intensidade luminosa. Aliás, não é dada qualquer referencia sobre a potencia equivalente, nem a distância a que foi captada a imagem mostrada no PDF (a da moça), nem tão pouco a sensibilidade da câmera. Entre um e outro, venho o Diábo e escolha. A não ser que o objectivo seja só mesmo a de iluminar meio metro á frente da câmera.
E já agora, aproveito para informar que a revista "Videomaker" de Agosto 2008 trás um teste a este iluminador (o da Litepanels). Boas.
Para mim os 2/3 de corte num f/ stop de intensidade luminosa significa o seguinte:
A camcorder Z1E usa uma escala de f/ stops de 1/4, - f/1.6, f/1.7, f/1.8, f/2, f/2.2, f/2.4, f/2.6, f/2.8, f/3.1, f/3.4, f/3.7,f/4, f/4.4, f/4.8, f/5.2, f/5.6, f/6.2, f/6.8, f/7.3, f/8, f/8.7, f/9.6, f/10, f/11.
Imaginemos que estou a usar o Sony HVL-LBP para iluminar um determinado objecto em que nesse mesmo espaço também existem luzes incandescentes com uma temperatura aproximada de 2800Kº que se misturam com 5600Kº do iluminador HVL-LBP. Neste momento registo no diafragma de f/5.6, para equilibrar a temperatura de cor aplico um Full CTO no iluminador e segundo o que fui dito este tópico, este corta 2/3 de um f/ stop, como a Z1E usa uma escala de f/ stops de 1/4 logo não existe um f/ stop correspondente, mas aplica-se o mais próximo, que neste caso seria o f/4.4.
Para a camcorder em questão a aplicação de um Full CTO reduziria de um f/5.6 para os f/4.4.
Como cheguei a este valor:
- 1 f/ stop representa do f/4 a f/5.6, subtraindo resulta numa diferença de 1.6
- 2/3 de 1.6 = 1.07
- f/5.6 - 1.07 = 4.53
- como este f/ stop não existe na escala é usado o mais aproximado = f/4.4
Pergunto aos iluminadores e directores de fotografia, está o meu raciocínio correcto?
Boas.
Não sendo eu uma coisa nem outra (iluminador ou director de fotografia), diria que sim, que o teu raciocinio está correcto. E sabendo eu também que por vezes a cabeça nos prega destas partidas, em que a nossa matemática mental nos diz uma coisa mas os factos descritos nos livros nos diz outra, fui dar uma volta num dos catrapaços que por aqui tenho e encontrei o seguinte:
------------
A luminosidade de uma lente depende do seu diâmetro e da sua distância focal. Como estes dois factores variam inversamente um em relação ão outro, quanto maior o diâmetro de uma lente mais luminosa ela é, e quanto maior a sua distância focal menor a luminosidade da mesma.
Uma lente comum fixa (excluindo portanto as Zooms), não pode ter a sua distância focal alterada, mas pode ter o seu diâmetro alterado, através do diafragma. Abrindo-se ou fechando-se o mesmo é possível controlar a luminosidade da lente, daí o termo abertura ser utilizado para medir esta característica da lente. A letra f é utilizada para representar o quociente da relação DF/DL, em que DF é a distância focal a dividir pelo diâmetro da lente.
Estes valores são medidos em milímetros, pelo que um exemplo de abertura para uma determinada lente é f =100mm / 50mm o que resulta no valor f =2. Existe uma convenção herdada da fotografia, pelo que no exemplo dado acima a abertura da lente de distância focal 100mm e de diâmetro 50mm é indicada por f/2.
Para facilitar o uso do diafragma, foram estabelecidos determinados valores-padrão para as suas aberturas numa escala de pontos (f-stops), onde cada ponto corresponde a uma abertura do diafragma que deixa passar metade da luz do ponto antecessor e o dobro da luz do ponto sucessor.
Como a área pela qual passa a luz no diafragma é a de um circulo, uma fórmula matemática relaciona-a com seu diâmetro: a área de um círculo dobra se seu diâmetro for multiplicado pela raiz quadrada de 2 e fica dividida pela metade se o mesmo diâmetro for dividido também pela raiz quadrada de 2.
Conforme visto acima, a abertura de uma lente pode ser representada pelo quociente da distância focal da lente pelo diâmetro da mesma. Considerando-se f = 1 como o valor máximo de abertura da lente (diafragma totalmente aberto), o próximo valor será portanto 1 multiplicado pela raiz quadrada de 2. Como o valor é igual a 1,4142135... , chega-se a 1.4, que é o valor do próximo número f (f-stop), e que deixa entrar metade da luz em relação a f =1.
Multiplicando-se sucessivamente cada valor de f pela raiz quadrade de 2, tem-se os valores da escala padrão de aberturas:
1.0 - 1.4 - 2 - 2.8 - 4 - 5.6 - 8 - 11 - 16 - 22 - 32
onde, da esquerda para a direita, cada ponto significa metade da luz admitida pela lente em relação ao ponto anterior e vice-versa. A abertura máxima da lente (diafragma totalmente aberto) corresponde ao valor 1.0. No entanto, como as lentes possuem anéis ao seu redor para fixá-las à objetiva e outros elementos internos, as suas aberturas máximas nunca são 1.0 e sim valores um pouco menores do que isto, como 1.2 por exemplo.
Esse valor de abertura máxima varia portanto de lente para lente, porque depende da sua construção, e influi na luminosidade da lente. Assim, para lentes com o mesmo diâmetro e a mesma distância focal (outro factor que influi na luminosidade), uma lente com abertura máxima 1.2 é mais luminosa do que uma lente cuja abertura máxima é 1.8 . Por outro lado, para lentes com diâmetros diferentes e mesma distância focal, ter a mesma abertura máxima não significa que as lentes sejam igualmente luminosas: entre duas lentes com a mesma distância focal e a abertura máxima 1.3, se a primeira tiver diâmetro maior do que a segunda é mais luminosa do que esta. E, ainda, duas lentes com o mesmo diâmetro, a mesma abertura máxima e a mesma distância focal podem diferir (embora pouco) na característica luminosidade, que também depende do material com que as mesmas são confeccionadas.
No segmento semi-profissional, os diâmetros mais comuns são: 34mm, 37mm, 43mm, 46mm, 49mm, 52mm e 72mm.
-------
È por estas e por outras razôes que eu sempre defendi que da troca de ideias e de informaçôes todos beneficiámos. Benefecia o simples User, que não sabendo de estes tecnecismos, sempre fica a saber um pouco mais. Beneficia quem comete o engano (neste caso eu) pois dessa forma tem a oportunidade de rectificar e de eventualmente consultar os "apontamentos" se tiver dúvidas acerca dos Posts (e porque não dizê-lo, acerca dos conhecimentos), e benefecia quem detecta o erro (neste caso o Pedro Rocha), pois só demonstra estar atento, ajuda a consolidar os seus conhecimentos (os seus e dos outros) e contribui para aumentar o seu mérito, neste caso merecido, junto da comunidade do fórum.
E com esta história toda fiquei meio confuso, pois já não tenho a certeza do que escrevi. Pois se por um lado sigo um caminho, a cabeça está a querer empurrar-me para outro. Haverá por aqui quem ponha alguma "luz" no assunto? Boas.
José Costa, a contradição está no meu ultimo post de resposta ao Pedro Rocha. É que eu em tão poucas palavras consegui dizer uma coisa e seu contrario.
Efectivamente, numa correcção de 5600ºK para 3200ºK, o corte da intensidade luminosa da fonte de luz, devido à aplicação de um filtro Full CTO, é de mais de metade, perde 2/3 da sua intensidade, daí ter de se aumentar a abertura do diafragma em 2/3 de ponto, (diminuir o numero f).
Vou passar a cometer mais gafes destas #-o, pois deu origem a dois excelentes posts: O teu e o do do Pedro.
Muita luz nas vossas vidas!
Companheiros:
Esta conversa útil tem-me passado um pouco ao lado, já que não uso nem estou em vias de comprar o equipamento que aqui se refere.
No entanto, gostaria de dar uma achega ao que tem sido dito:
Para um dado valor de diafragma, suponhamos f/4 (em regra atribui-se o "f" minúsculo a este valor e o "F" maiúsculo a distancias focais), seja qual for o diâmetro da objectiva ou sistema óptico a quantidade de luz que passa é sempre a mesma. "Grosso modo".
As variações numéricas da escala de diafragmas acontecem porque, para se duplicar a área do diafragma há que multiplicar o raio da circunferência por √2. (A=ΠR2 em que "A" é a área, "Π" tem o valor de 3,1416..... e R é o raio da circunferência).
É assim que, efectivamente, a relação numérica entre dois valores consecutivos "inteiros" de diafragma corresponde a √2, ou seja, arredondando, 1,4.
E isto sucede independentemente do diâmetro frontal do sistema óptico ou objectiva.
No caso das objectivas de distancia focal variável (zoom), se abrirmos ou fecharmos a zoom constatamos que o diâmetro do diafragma varia. Isto porque, pelo seu sistema mecânico interno, ao fazermos variar as posições das suas lentes constituintes, estamos também a fazer variar o diâmetro do "buraco" ou diafragma, por forma a mantermos inalterável a quantidade de luz que sai pela retaguarda do sistema.
Acontece mesmo, com objectivas de construção mais económica, que quando usamos a abertura máxima de diafragma, ao variarmos a zoom temos perca de luminosidade, já que, fisicamente, o diafragma não pode abrir mais para fazer a compensação. É o caso, no campo da fotografia, de objectivas que têm a indicação de f/4-5,6, por exemplo. Indica isto que, com a zoom na sua distancia focal menor, a abertura máxima é de f/4 e que, na sua distancia focal maior, é de f/5,6. Entre uma e outra, será um valor intermédio de diafragma.
No caso de objectivas construídas para vídeo, há mesmo fabricantes que colocam um bloqueio ao curso de zoom. Esta só varia até ali, em situações normais, pois que é até aquela distancia focal que consegue ir variando o diafragma e mantendo a quantidade de luz inalterável. Para além daquele ponto, há que desbloquear a objectiva, sendo que há perca de luz.
Se quisermos aprofundar mais a coisa, podemos acrescentar que a necessidade de variar o diafragma com a distancia focal se prende com o que é distancia focal e com a forma como a luz varia dom a distancia.
Distancia focal é o espaço que medeia entre o alvo (CCD, película, etc) e o centro óptico do sistema em causa. E não confundamos "centro óptico" com "centro da objectiva", já que, com os métodos actuais de construção de objectivas, raramente coincidem.
Assim quando se aumenta a distancia focal de, por exemplo, de 50mm para 100mm, duplicamos a distancia do centro óptico ao alvo.
Acontece que a luz varia na proporção inversa do quadrado da distância ou, para usarmos uma formula, I=1/D2, donde, a quantidade de luz que chega ao alvo ao duplicarmos a distancia é de ¼.
Assim, precisamos de quatro vezes mais luz no alvo, para mantermos o mesmo resultado de imagem, quando usamos 100mm que quando usamos 50mm. O que significa que teremos que aumentar em quatro vezes a área do "buraco" do diafragma. E, para isto, há multiplicar o seu raio por (2x√2), ou seja, aumentar em dois "valores redondos" o diafragma.
De tudo isto que acima foi dito entenda-se que são indicações aproximadas. Muito, muito aproximadas mas apenas aproximadas.
Que a relação da quantidade de luz que entra na objectiva no seu elemento frontal com a que sai da mesma pelo seu elemento traseiro, se mede com valores "T", de Transmissão ou Transmissividade e que dependem não apenas dos valores de distancias focais e de diafragmas mas também das características específicas dos vidros com que são construídas as objectivas, dos tratamentos que cada superfície refractária recebe e dos materiais de são feitos os seus suportes, com as suas maiores ou menores capacidades de absorção ou reflexão da luz que neles incide.
Na prática, são desprezíveis as diferenças entre valores "f/" e valores "T", mas para quem quiser ser muito, mas muito rigoroso, há que as considerar.
Claro está que, no uso quotidiano de captar imagem, estes conhecimentos ou definições pouco nos servem. Não fazemos contas, não andamos com uma máquina de calcular atrás e confiamos que os fabricantes de objectivas as tenham concebido correctamente.
Mas serve-nos para percebermos alguns fenómenos com que lidamos, como seja a questão de quanto temos que compensar em termos de diafragma ao usar um conversor focal na objectiva. Ou ainda por que é que, ao aumentarmos as distancias focais temos diminuição de profundidade de campo. Não é, neste caso, o factor primordial, mas influi um pouquinho.
Para quem quiser ir mais longe nestas questões, e porque não sou um "barra" nelas nem aqui é o local próprio para as explanar, sugiro leituras. Em particular, o inigualável "Fotografia básica" de Michael Langford. Que estas coisas de óptica não são exclusivas da fotografia, do vídeo ou do cinema.
Gostava de perguntar so Sr. Mário Rui se já comprou algum iluminador e qual.
Como o Sr. diz o dinheiro está cada vez mais caro e as reportagens cada vez mais baratas. O material de trabalho serve para ganharmos dinheiro e não para passarmos anos e anos para pagar despesas.
Não tenho qualquer câmara e estou muito inclinado a comprar a sony hd-1000 na emilio campos. Tambem me propuseram o mesmo iluminador e o resultado não me agradou lá muito. Esse iluminador HVL-LBP trabalha com bateria nas costas ou também é preciso o adaptador? E este iluminador quantos wats possui?
Olá Dvideo,
As questões por si colocadas estão esclarecidas no meu último post neste tópico no dia 30 Julho passado. Com excepção de que o iluminador HVL-LBP usa bateria nas costas, sem necessidade de adaptador. Para mais informações. deixo aqui o link do referido iluminador http://www.humanvalues.net/hdv/pdf/Sony_HVL-LBP_Brochure.pdf (http://www.humanvalues.net/hdv/pdf/Sony_HVL-LBP_Brochure.pdf)
A Emílio de Azevedo Campos também o comercializa.
Cumprimentos.
Neste momento estou em negoçiaçoes com uma empresa chinesa que produz equipamento para video profissional, ( Vect) no sentido de ser o seu representante em portugal.Possui equipamentos para iluminação de ultima geração led com temperaturas de cor de 5500K com preços a partir dos 250€ com fichas para cameras sony,jvc, canon.Estes equipamentos estão ao nivel do mesmo projector de leds -idx.
Olá António Nobre,
É sempre bom haver alternativas e diversas opções. Quanto ao assunto do seu post, seria interessante saber os contactos da empresa que vai comercializar esse iluminador, assim como as caracteristicas técnicas do mesmo.
Cumprimentos
Caro colega, uso um iluminador de 100w a 12 volts, mas não te dará nenhuma ou muito pouco de profundidade, para entrevistas até que vai, mas para outros eventos umas "tochas" de 1000w ajudaria bem mais.
Só por curiosidade, a propósito das "tochas" referidas no último post, alguém sabe a quantos w's corresponde (mais ou menos) uns faróis xenon nos máximos?
Boas.
A potência está inscrita nas próprias lampadas. E lampadas diferentes têm potencias diferentes. Verifique nas lampadas. Boas.
Boas José Costa,
Segui a sua dica e fui ver as lâmpadas do carro... mas a inscrição não é visível pelo exterior. Fiz uma busca na net para tentar descobrir e fui parar a um site brasileiro que depois de muitos elogios aos prós do carro, apontava um único contra: "É praticamente impossível se trocar as lâmpadas dos farois do carro. Serviço a ser feito somente em concessionárias, o que é um verdadeiro absurdo".
Acho que vou trocar de carro. :lol:
Às vezes a cabeça funciona e lembrei-me de ver isso no Guia de Utilização do carro. 55w... pensava que era mais.
Afinal já não vou trocar de carro. :lol:
Boas.
Se o raciocinio que está a ter fôr o que eu penso, se bem que aparentemente correcto, está na verdade errádo. Acredito que está a querer comparar a potência dos seus Xenons com a de um projector, para assim melhor avaliar as necessidades de iluminação para a sua câmera. Estarei correcto?
Acontece que a comparação não é possivel, ou não está correcta. A indicação de 55 watts nas suas lampadas Xenon apenas indicam a potência por elas consumida. O Watt é uma unidade de potência eléctrica, dada pela tensão eléctrica, que num automóvel é de 12 volts, x (vezes) a intensidade da corrente. Quanto maior o consumo da lampada, maior o seu número em Watts. Mas o Watt só traduz o consumo, não a intensidade luminosa.
A unidade do fluxo luminoso é o Lumen e a unidade da intensidade luminosa é o Candela. E são estas duas unidades, principalmente, que interessam na avaliação da "intensidade" da luz.
O Lumen (fluxo luminoso) é referente á radiação total emitida por uma fonte de luz, em todas as direcções, e visionada pelo olho humano. A fonte luminosa raramente (para não dizer nunca) raramente irradia a luz uniformemente em todas as direcções. O Candela (intensidade luminosa) é referente á luz emitida por uma fonte luminosa, numa dada direcção, normalmente recorrendo a um reflector.
Fontes luminosas diferentes, a vamo-nos ficar apenas pelas de energia eléctrica, têm consumos eléctricos diferentes e rendimentos luminosos diferentes, de acordo com a tecnologia utilizada. Por rendimento luminoso entende-se a quantidade de Lumens obtidos em função do Watt consumido. Assim, se tivermos duas lampadas de consumo eléctrico igual (por exemplo 55 Watts) em que uma é de tecnologia HID (por exemplo Xenon) e a outra de tecnologia incandescente (por exemplo Halogeneo), tem um melhor rendimento a lampada que mais Lumens emite.
As lampadas normalmente utilizadas nos projectores portáteis são de Halogeneo. Acontece que as lampadas Xenon têm um rendimento superior ás de Halogeneo, de 2 a 3 vezes segundo algumas fontes. As lampadas de Halogeneo são constituidas por um filamento envolto num gás. O filamento fica incandescente fazendo com que emita luz. A função do gás é impedir que o filamento se derreta ou seja consumido pela temperatura, como aconteceria se ele estivesse exposto ão ar. A passagem de corrente pelo filamento tem um efeito primário de produção de calor, sendo o efeito secundario a produção de luz. Como a produção de calor é muito grande nestas lampadas, o seu rendimento luminoso é baixo.
As lampadas Xenon são constituidas por dois electrodos e um gás. Entre os electrodos forma-se um arco e o gás "ilumina-se", a exemplo do que acontece nas lampadas de Iodetos Metálicos. Como a produção de calor é menor, entre outros factores, o seu rendimento é superior.
Pelo exposto, vê-se que não existe uma relação entre a potência consumida e a intensidade da luz emitida. E se não chegá-se este facto, existe ainda outro factor: o reflector.
Por norma, os reflectores dos farois automoveis são bastante maiores que os dos projectores portáteis. Sendo maiores, mais facilmente concentram o fluxo luminoso numa determinada direcção, contribuindo assim para aumentar a intensidade luminosa. Temos depois a forma dos mesmos, o material refletivo que é superior e ainda o facto de muitos deles possuirem lentes, que vão ainda concentrar mais a luz numa determinada direcção (estou a falar dos automóveis). Por tudo isto, não se pode comparar ambos pela potência das lampadas (projectores portáteis vs. Xenon).
Mas se mesmo assim se tentar fazer uma comparação grossa entre ambos, tendo como base a potência igual das lampadas, então diria que a lampada do projector de mão (Halogeneo) tinha que ter uma potência de 3 a 4 vezes superior á do Xenon. Boas.
José Costa,
É só para confirmar a sua premunição, de facto estava curioso quanto a essa comparação.
Não vou poder utilizar o carro em cima da câmera em vez do iluminador porque não encontro no mercado cintas de acopolção. Estava a pensar também fazer uma experiência ecológica em que segundo outros ambientalistas video-amadores pode-se conseguir resultados semelhantes a um projector de 100w utilizando cerca de 100.000 pirilampos em cativeiro. O problema maior será reunir todos esses pirilampos. Começo a pensar que é capaz de ser preferível comprar um iluminador convencional.
Agora fora de brincadeiras, mais um excelente post do José Costa sobre iluminação.
Obrigado
Boas.
Não contente com a minha resposta dada acima, e também movido pela curiosidade, fui consultar o catálogo de lampadas da Osram. Queria saber ão certo a diferença entre as lampadas de halogeneo e as Xenon. Para isso, considerei a mesma tensão electrica (12V) para ambas e a mesma potência. E sendo assim:
Lampada de Halogeneo
12V 35Watts = 600 Lumens e 3000 Kelvin
12V 50Watts = 910 Lumens e 3000 Kelvin
Lampada Xenon
12V 35Watts = 2600 Lumens e 5400 Kelvin (mas lêr abaixo)
12V 50Watts = 5300 Lumens e Kelvin desconhecido
Observaçôes: todas as caracteristicas são referentes ás lampadas da Osram, excepto a de Xenon 12V 50Watts, que é de outra marca. Parece que a Osram não tem lampadas Xenon de 50Watts.
Ainda referente ás lampadas, a temperatura de côr das de Halogeneo que verifiquei é de 3000K enquanto que as de Xenon têm várias temperaturas: existem em versôes de 4100K, 5400K, 6000K, 8000K, 10000K. A versão de 5400K 12V 35Watts tem 2600 Lumens, como mencionado acima, mas a versão 4100K 12V 35Watts tem uns impressionantes 3200 Lumens, mais luminosa portanto. Quanto á lampada de 12V 50Watts e de 5300 Lumens, não consegui saber a temperatura de côr dela.
Verifica-se assim, sem sombras de dúvidas, que as Xenon têm um rendimento superior ás de halogeneo, em pelos menos 4 vezes.
Só um aparte: não pensem em ir a correr substituir a lampada de halogeneo do vosso projector por uma Xenon. Não funciona. Se bem que as Xenon sejam alimentadas por 12V, precisam de um balastro para funcionar. Este balastro proporciona a alta tensão necessária para criar o arco na lampada. Boas.
Continuando na senda de iluminadores, através do último post no tópico "Revista DV Digital Video" do José Costa, descobri mais esta novidade: http://www.prompterpeople.com/mic_light.php (http://www.prompterpeople.com/mic_light.php)
Pelo precinho inté que não me pareceu mal e se percebi bem dá 50w e só pesa 90 grs. Sem baterias (apenas 3 pilhas AA) e sem adaptadores para sobrecarregar o preço final da coisa. Mas é capaz de ser bom demais para ser verdade.
Comentários à coisa precisam-se.
Abraços