Olá, Visitante. Por favor entre ou registe-se se ainda não for membro.
Perdeu o seu e-mail de activação?

28 / Nov / 2021, 03:13

Entrar com nome de utilizador, password e duração da sessão



Membros
Estatisticas
  • Total de Mensagens: 18733
  • Total de Tópicos: 4285
  • Online Hoje: 135
  • Online Total: 996
  • (12 / Dez / 2019, 21:06)
Utilizadores Online
Membros: 0
Visitantes: 131
Total: 131
131 Visitantes, 0 Membros

Autor Tópico: Backups e lavar os dentes  (Lida 23988 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline Edgar Feldman

  • Colaborador
  • *
  • Mensagens: 94
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #60 em: 05 / Jul / 2011, 03:58 »
Andei a ler sobre as RDX. Parece que também tem uma duração de ±30 anos. Mas enquanto a drive é bem mais barata, já as tape LTO são 4 vezes mais baratas. Mas há quem afirme que é o futuro dos backups, pois é mais fácil recuperar os dados num discos que numa fita e mais fácil de usar, pois funciona como um disco normal. Estas RDX lembram-me as ZIP's.

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #61 em: 05 / Jul / 2011, 14:20 »
Caro Edgar, é disto que falas?
http://www.rdxstorage.com/

Offline Edgar Feldman

  • Colaborador
  • *
  • Mensagens: 94
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #62 em: 05 / Jul / 2011, 14:28 »
Exacto, é isso. Reparei que pus um link errado na minha mensagem sobre o RDX. Peço desculpas.

Offline sergioguedes

  • Frequênte
  • *
  • Mensagens: 26
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #63 em: 05 / Jul / 2011, 16:24 »
Na minha opinião a "fita" ainda é o mais fiável!
Hoje em dia já existem muitas soluções de backup to disk ou disk staging, algumas já com a opção de de-duplicação incluída, mas poucas são as empresas que deixam os dados no disco, muitas vezes fazem primeiro backup para disco, e depois não passam os dados para tape!
Cumprimentos

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #64 em: 06 / Jul / 2011, 12:09 »
Aqui neste videos meio amalucados a drive está ligada a Mac e a funcionar perfeitamente:
http://www.youtube.com/user/RDXStorage
Quer isto dizer que funciona em Windows, Mac OS e Linux? Será interessante.
É que as alternativas são escassas e conhecidas.
Ou bem mais caras como o LTO ou bem menos fiáveis como os HDD ou discos (DVD, BR, CD) gravados.
Será ,-) que se pode montar uma destas drives de leitura RDX na segunda unidade óptica, tantas vezes vazia, com ligação eSATA? Era bem prático.

Offline Edgar Feldman

  • Colaborador
  • *
  • Mensagens: 94
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #65 em: 06 / Jul / 2011, 14:00 »
Se aquilo que aparece no vídeo é verdade, é incrível. Mas eu já li que a partir de 6TB é mais barato o LTO, pois as fitas custam por volta dos 60 euros enquanto os discos RDX custam por volta dos 25O euros. Ou seja, o investimento inicial é maior no LTO, pois a drive é mais cara e temos comprar também uma placa SCSI. Mas se quantidade de backups for muita acaba por compensar o LTO. O RDX tem a vantagem da facilidade de utilização por não ser preciso utilizar as linhas de comando, ao contrário dos LT0.

Offline José Costa

  • Veterano
  • *****
  • Mensagens: 3,822
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #66 em: 06 / Jul / 2011, 15:25 »
Boas.
Com ligação SATA e USB sei que existem drives RDX.
As drives LTO-5 já não utilizam HBAs SCSI, mas sim SAS. Pelo menos, não tenho conhecimento de nenhuma SCSI.
No meu ponto de vista, as drives LTO não são destinadas ao mercados das reportagens BBC (Bodas, Batizados e Casamentos), pelos custos envolvidos e relação custo/beneficio. Melhor dizendo, são destinadas a todos quantos queiram comprar e se preocupam com a segurança dos seus dados, mas para a área das reportagens BBC, é dificil aconselhar tal sistema. E as drives RDX também.

Luís Filipe Cunha, o que procura? Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #67 em: 06 / Jul / 2011, 15:57 »
Boa tarde,
procuro o ideal ,-) (a utopia da segurança).
Procuro uma forma de ir guardando os terabytes de filmes, ficheiros e imagens de proveniência variada, em formato digital que produzo todos os dias. Uma forma segura qb (mais segura do que outros formatos de uso diário já referidos) e "comprável" para um profissional liberal (designer, artista visual, ilustrador, fotógrafo, fazedor de filmes e utilizador de ficheiros de som tb).
Algo que CD, DVD, BR, ou HDD não faz.
Mesmo a fita magnética um dia será ultrapassada e é bastante antiga. Virtude do analógico? Talvez.

Hoje em dia, no meu "habitat profissional" tudo se mede em GB que depressa se tornam em TB. Como tb já referi, os meus discos externos e internos multiplicam-se e agonia-me não ter um formato de backup mais permanente, estável e confiável para tudo isto que continuamente produzo.

Não se trata aqui de discutir, boas ou más práticas de backup regular; essas, as boas, pratico-as já há muitos anos e felizmente nunca fiquei sem um HDD, MAS, já perdi mts. ficheiros do início dos anos 90 por exemplo pq os suportes eram maus, os protocolos de interface mudaram radicalmente e o próprio software (algum) morreu. Ficam as provas analógicas dessas coisas; uma das virtudes do offset e outras cópias "reais".

Aqui para nós, faz-me uma certa impressão (e não é offset ,-) a excessiva virtualização da vida... uma explosão solar mais forte e lá se vão as clouds todas que se pensam eternas, etéreas e omnipresentes. Mas isso é outra guerra (de clones).

Desde que as capas impressas do vinil passaram para o ridículo formato das "jewel box" dos cd´s que me tornei desconfiado ,-) Hoje em dia é o festival do virtual e isso preocupa-me.

Bom; que backups usam ou pensam usar, antes de um disco morto a sério, nos vossos afazeres profissionais e familiares tb; ou querem perdem as fotos do filhote? Eu não!

Obrigado pela ajuda.

Offline AC

  • Sup. Téc. Fórum
  • *
  • Mensagens: 2,289
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #68 em: 06 / Jul / 2011, 16:28 »
No meu ponto de vista, as drives LTO não são destinadas ao mercados das reportagens BBC (Bodas, Batizados e Casamentos), pelos custos envolvidos e relação custo/beneficio.

Tenho seguido este topico com particular interesse, não por questões de utilidade pessoal, mas pelas questões que tem levantado. Pelo que à primeira vista me parece, quem tem participado neste tópco até é pessoal que não se movimenta na área dos chamados BBC, e muito me agrada tê-los par cá tambem.

No inicio deste tópico estava a questão dos preços "elevados" praticados pela Tobis para fazer backup's para tapes LTO.
Tudo é relativo, a Tobis é um empresa que maioritáriamente se movimenta na área da Industria do Cinena, Publicidade e Broadcast, um mercado High End, onde normalmente os orçamentos diponivies têm bastantes algarismos, provavelmente o preço praticado está adaptado a esse contexto.

Continuação de boas escritas, neste excelente tópico.
A quem não quer ver, nem a mais intensa luz ilumina!

Offline Edgar Feldman

  • Colaborador
  • *
  • Mensagens: 94
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #69 em: 06 / Jul / 2011, 18:38 »
Também já fiz casamentos, aliás comecei assim, mais tarde é que surgiram outras coisas, e acabei por ser chamado a montar uma longa-metragem do Paulo Rocha, o velho realizador que fez os Verde Anos no principio dos anos 60, é nesse filme que pela primeira vez se ouve a guitarra do Carlos Paredes.

Por me movimentar nesta área é que conheço a Tobis e a LightFilmes que cobram muito caro. Mas a Tobis está louca nos preços de tudo o que sejam transcrições ou copias. Para teres uma ideia, eles cobram 500 euros para uma passagem para BetacamDigital de um filme de 90minutos, só um otário, (pelos vistos há muitos) e que aceita tal coisa.

Mas voltando aos casamentos,  acho que alguém que tenha um grande arquivo de casamentos durante vários anos, tem nas mãos um material fantástico para montar um documentário. Se houver imagens de casamentos ricos e mais pobres durante um período de a 10 a 20 anos pode fazer um retrato do país.

Offline José Costa

  • Veterano
  • *****
  • Mensagens: 3,822
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #70 em: 06 / Jul / 2011, 18:53 »
Boas.
Citádo por A Caneira: "quem tem participado neste tópco até é pessoal que não se movimenta na área dos chamados BBC"

Como já anteriormente mencionei, para a situação e caso especifico do Edgar Feldman, as tapes LTO são a melhor opção a nivel de segurança e fiabilidade, para não disser que são a única escolha, se o que ele procura é um arquivo a longo prazo. Se fôr para um prazo de um ou dois anos, e sem grandes quantidades de dados a proteger, os discos rigidos são uma opção a ponderar, desde que se tenha o devido cuidado a  nivel de "manutenção". Não é o mais aconselhável, mas são uma opção barata.

Como referi lá atrás, a Tobis é uma empresa, e como qualquer empresa, procura o lucro. O investimento no equipamento necessário para efectuar backups em LTO é relativamente elevado, pelo que os orçamentos têm que refletir esse custo, com vista a amortizar o mesmo. Tudo é relativo, de facto, e é um facto que backups em tapes LTO são destinados ao mercado dos números altos, mas a relatividade não faz com que se deixe de considerar alto o custo do serviço, se se tiver em atenção o custo do equipamento e o processo relativamente simples do mesmo, a tal ponto que, feitas bem as contas, a compra do equipamento acaba por se mostrar bem mais interessante para uma situação especifica, como a do Edgar Feldman, mesmo que depois o mesmo (o equipamento) fique encostado a um canto.

A razão de ter mencionado que para a área das reportagens BBC as tapes LTO não são uma boa opção de backup, por culpa do nivel da relação custo/beneficio, prende-se com o facto de o Luís Filipe Cunha ter "entrado na conversa" (e é muito bem vindo à mesma), andar a se informar sobre opçôes de backup, e tanto quanto sei, ele também se movimenta na área das reportagens. Se estou enganado, foi lapso meu.

De qualquer das formas, não existem soluçôes infaliveis. Em todas existem uma margem de risco, e quanto menor é o risco, maior o custo envolvido. O segredo está em encontrar a melhor relação custo/beneficio das soluçôes existentes, para aquilo que se pretende, sabendo-se desde já que qualquer uma das soluçôes é de um custo superior a um convencional disco rigido. Mas também é o disco rigido o que maior risco de perda de dados oferece.

Da minha parte, que me movimento na área das reportagens BBC, Broadcasting e formação, utilizo um NAS e uma SAN, que me dão a necessária segurança contra a falha de vários discos rigidos, por um custo que considero perfeitamente aceitável para o comum dos mortais (ou profissionais liberais), tanto mais que os discos rigidos estão muito baratos. O sistema foi construido por mim, permitindo-me fugir ãos custos de um NAS ou SAN comercial, custos esses que considero altos. Um NAS - que é a tecnologia de armazenamento que eu considero a melhor opção para a generalidade dos casos - com um adequado nivel RAID de proteção, e possibilidades de expansão de armazenamento, acaba por ter custos um pouco superiores a um convencional disco rigido (HD), mas traz a paz de espirito no que a segurança diz respeito, sabendo-se que pela avaria de um ou dois HD não se vai perder os dados. Como o sistema foi construido por mim, e sei o custo dos componentes envolvidos, é que considero alto o preço dos NAS comerciais, para as necessidades que eu necessito. Novamente a relatividade do assunto "custo".

Para backups de coisas pequenas (softwares ou alguns trabalhos), utilizo DVDs. Boas.
« Última modificação: 06 / Jul / 2011, 19:56 por Jose Costa »
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #71 em: 06 / Jul / 2011, 20:01 »
Já expliquei o que faço em traços gerais.
A minha ligação (salvo coisas muito esporádicas) ao video é tão recente quanto as DSLR com video. É uma ligação puramente artística, não comercial.
Nem profissional no sentido em que não vivo disto e estou a aprender o oficio de fazer filmes apenas desde fins da década passada. Talvez um dia se torne um produto vendável, num ambiente de galeria ou museu enquanto obra de arte. É nesse sentido que caminho.

O vosso termo "BBC" só o ouvi pela primeira vez esta tarde ,-) Tenho contudo um amigo da vossa área.
Nesta área sou de facto caloiro.

Tb o facto de não fazer trabalho comercial com video em qq um dos moldes que já referiram, não significa pouco material gerado, até pq a actividade é regular. Dezenas de "reportagens base" HD, centenas de filmes resultantes de edição NLE, muitos GB de rendering, muita fotografia RAW, TIFF e JPG, digitalizações de imagens e objectos, muitos ficheiros audio (trabalho com amigos compositores e os ficheiros WAV ou outros de qualidade tb são pesados), muitas exportações para a web, projecção, etc. Isto no "departamento" filmes. Falta depois fotografia pura e dura, ilustração analógica+digital, o backup de trabalho de design, os projectos familiares e tudo o resto que é hoje a nossa vida digital.
Passados 2-3 anos são terabytes e não pára.

Desculpem se já vai longo o discurso que pode não ter grande interesse...

O livros, ganham pó, fica amarelos, mas vão estando lá nas estantes. Salvo um sismo, incêndio ou outro evento extraordinário, habituamo-nos a tê-los uma vida por perto; até envelhecem tb o que pode ter graça. A vida digital, está sempre "fresquinha" mas tem o péssimo hábito de desaparecer de um segundo para o outro.

A indústria tem evoluído grandemente e permite gerar muito e com qualidade mas atrasou-se se calhar na preservação dos resultados. Somos milhões a gerar terabytes. Onde guardar pelo menos parte disto de forma permanente?

Por isso me meti nesta conversa e já aprendi  ,-) qq coisa. Espero ajudar outros tb.

Offline Edgar Feldman

  • Colaborador
  • *
  • Mensagens: 94
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #72 em: 06 / Jul / 2011, 20:36 »
Boas

Penso que também no cinema se deve começar a pensar de outra maneira, e as pessoas não terem a mania que são os aristocratas do audiovisual. Há muitos anos que sofro na pele por pensar desta forma, ainda por cima num país como Portugal, e não me calar. E os problemas não são somente pelo uso do equipamento, por acharem, por exemplo que só no DaVinci ou numa plataforma semelhante é que se pode fazer correção de cor. As pessoas do cinema e também alguns da televisão olham do alto para quem faz casamentos. São uns imbecis e não sabem olhar para uma imagem. Estou obviamente a generalizar, nem toda a gente é assim.

Acredito sinceramente numa afirmação que o Copolla fez há  trinta anos quando disse que um dia apareceria uma miúda de 7 anos que iria fazer um grande filme. O talento não escolhe profissões, ou existe ou não existe. E gosto do vídeo por que permitiu que toda a gente pudesse filmar, eu estou-me nas tintas para a conversa da definição da película versus video. Como também irrita-me esta obsessão por cada vez termos mais definição, já há câmaras de 6 ou 8k penso eu. São boas para filmar os pontos negros de uma pessoa...

É por isso, José Costa que não deves ver mais ninguém do cinema por estes chat's dos BBC's, mas aqui consigo informação valiosíssima. Foi aqui nesta conversa sobre os backups que tirei a informação para já ter dado uma catanada aos gajos da Tobis. E não sou eu que pago, estou contratado somente para acabar a montagem de um filme. Essa malta não me pode ver à frente, montei o Rio do Ouro do Paulo Rocha, filmado em 35mm no adobe premiere 4.2, não imaginas o que andavam a dizer, que eu era louco, que só podia ser no Avid, (aos preços da Tobis), porque era o único programa que montava a 24fps, e eu a montar a 25fps, o que ia acontecer é que iam cortar mal o negativo porque a Edl estaria errada (para quem não perceba bem estas coisas da película, o que se faz é montar em vídeo a partir de um tele-cinema em que os timecodes da película e do vidro coincidam)e depois entregaria uma lista errada ao laboratório, que ia ser o desastre (Quando se corta mal o negativo é a destruição do master). O filme esteve num Laboratório em Espanha e tudo correu sem dramas e o filme até foi ao festival de Cannes. Claro que quem alugava estúdios de montagem a preços loucos não me achavam graça. Sei que hoje posso montar um filme digital  no Final Cut, e corrigir a cor no Color e depois é só fazer o master. O Color não é tão rápido como o DaVinci mas sei que é possível chegar aos mesmos resultados. Se todos fossem mais humildes e curiosos pelo menos poupariam umas massas nos backups LTO, e não comeriam sem pensar os ditos backups. Foi aqui que percebi o que são os LTO. Boas

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #73 em: 06 / Jul / 2011, 20:47 »
"Mas voltando aos casamentos,  acho que alguém que tenha um grande arquivo de casamentos durante vários anos, tem nas mãos um material fantástico para montar um documentário. Se houver imagens de casamentos ricos e mais pobres durante um período de a 10 a 20 anos pode fazer um retrato do país."

Isto é completamente verdade. ,-)

Offline Luís Filipe Cunha

  • Regular
  • *
  • Mensagens: 68
Re:Backups e lavar os dentes
« Responder #74 em: 06 / Jul / 2011, 20:49 »
E já agora "para benefício de quem nos segue" como diz o Mário Crespo; alguém do Forum Apple partilhou isto sobre RDX:
"I'm not using RDX on a Mac, but I do have one client I'm using RDX for a Windows server.  While RDX is somewhat cost effective over LTO/Ultrium, IMHO it probably wouldnt' be the best for Time Machine.  Time Machine expects the previous backup to be online and if you switch cartridges, TM would have to create a new backup from scratch.  Then if you switch back the cartridges, your TM bundles are out of sync.  I'm not saying it's not possible, but that this is not the "normal" way TM works.  So you need to understand what you need to do if you were planning to switch cartridges.  (If you weren't planning to switch cartridges, then a "normal" external or internal hard drive is more cost effective than RDX.)
 
RDX cartridges are basically 2.5" SATA hard drives.  The RDX "drive" is, for the most part, just a SATA to USB converter.  (Or SATA to eSATA or whatever interface you get.)  On the PC the advantage is that you don't have to "safely remove hardware" and you don't lose the drive letter.  On the Mac, a "normal" external hard drive is almost as convinient as RDX, since there's no drive letter to worry about.  The RDX's advantage on the Mac would be not having to plug/unplug a USB cable on the external units.  I suppose you could get an internal eSATA RDX to put into a Mac.  I don't know of anyone doing that.
 
I did use my client's USB RDX drive on his Macbook, just to see what we could do with it.  While it worked, we didn't do extensive testing so I can't comment on long term satisfaction with OSX.  But so far it's been reliable with Windows for almost two years.  (Windows Server 2008 with Backup Exec 2010.)  However since RDX is basically just a hard drive, I've gotten the client to realize that in a year or two, we'll probably have to start replacing cartridges, assuming his data size doesn't grow beyond the RDX capacity.  This is based on the assumption that the RDX cartridges would have similar longevity to laptop hard drives, which have 3-5 year warranties.  We probably will get more lifespan than that, but better to have the client plan in the budget now, rather than have backups fail."