Hoje estou em dia "não" e, como tal, apetece-me espingardar com tudo.
Porque é que cada vês que vejo alguém interessado num software NLE, a primeira coisa que querem saber é se aquela porcaria tem bons efeitos?
"RAISPARTA" OS EFEITOS E AS TRANSIÇÕES!!!
É por essas e por outras que isto não anda para a frente.
...pronto...
Já desabafei.
Um abraço.
L.R.
... e cada vez mais são um argumento de venda... transições não ligo muito porque uso basicamente cortes e misturas e os filtros incluídos de origem no programa que uso (Sony Vegas Pro 8c) são suficientes para as minha necessidades. Dou prioridade à facilidade no manuseamento dos clips e elementos media dentro do programa, bem como o ingest, aceitação de codecs directamente na timeline sem ser necessário fazer conversões e a possibilidade de fazer exportação para os mais variados formatos e codecs.
Respira fundo e conta até 10... 8)
Boas.
Para a generalidade dos "editores" (lei-a-se utilizadores), software que não tenha um camião de efeitos não é software de verdade. Pena é que os utilizadores tentem colmatar as falhas de gravação das imagens com "efeitos" que na generalidade dos casos são bastante duvidosos. Pena é que alguns em vez de fazer um trabalho de reportagem fazam um trabalho de demonstração das capacidades dos softwares, colocando os ditos efeitos em tudo quanto é sitio. Mas quem somos nós para criticar... Boas.
Não estou a ver qual é o problema. Quem utiliza muitos efeitos FX nos seus trabalhos, pode-se sempre defender face a uma eventual crítica, que o objectivo do trabalho em questão era simplesmente a criação de um catálogo de efeitos.
Fico feliz por perceber que partilham da minha opinião.
Se por um lado até posso perceber o entusiasmo de um principiante quando toca pela primeira vez num NLE e vê aquela "catrefada" de efeitos, por outro entristece-me e irrita-me que alguns já com vários anos no mercado continuem a "efeitar" tudo o que mexe.
Também percebo que ao haver duas grandes escolas (se assim lhes posso chamar) no vídeo, uma mais conservadora e cinematográfica (aquela com que mais me identifico) e outra que tenta afirmar-se como moderna e mais televisiva, possa haver choques entre elas.
Eu até podia ficar caladinho, pq sei que o meu "cliente tipo" não procura esse tipo de trabalhos. Mas irrita-me ver que é essa procura desmedida da "modernidade" (sim, pq segundo essas pessoas, se não tem efeitos é fraco e antiquado...) que contribui para que o vídeo seja visto como um produto "kitch" e de segunda classe (pelo menos na minha área).
Mais irritado fico quando me apercebo que muitos desses editores são pessoas com formação na área.
Pois é... Aprende-se a prática e a teoria toda, mas o puro "bom gosto" ninguém o pode ensinar.
L.R.
Quando comecei a editar usava algumas transições, mas neste momento acho a coisa mais pirosa do mundo, acho que quem os usa muito é porque não tem boas imagens e então defende-se um pouco com isso.
Nos efeitos é diferente, por vezes pode calhar a imagem estar muito queimada ou escura e aí pode-se "estragar" a imagem, quando digo estragar é utilizar uns efeitos.
Tb penso que partilhem da mesma ideia que eu.
Como dizem os brazileiros, "curto e grosso", trabalhos dinâmicos, bem captados e com bom audio.
Boas.
O Efeito certo, no sitio certo, causa o seu efeito. Boas.
Com efeito, não há dúvida que os efeitos vídeo têm o efeito de gerar alguma controvérsia, a exemplo do já acontecido com o efeito estufa. Com efeito, na era digital, quando termino um trabalho, gosto de exclamar: iFeito!