Jornalismo: profissão de risco!
Segundo o Committee to Protect Journalists (CPJ), em 2011 morreram 43 jornalistas, tendo sido o Paquistão o país onde morreram mais jornalistas em serviço, num total de sete. O Paquistão lidera a lista, pelo segundo ano consecutivo.
Ao Paquistão seguem-se a Líbia e o Iraque, com cinco jornalistas mortos, respectivamente. De referir ainda os três jornalistas que foram assassinados no México durante 2011. No Brasil foram dois os jornalistas assassinados em serviço.
Em 2010, o número total de jornalistas mortos em serviço foi de 44, números similares aos de 2011. Já 2009, foi o pior ano de que há registo, com a morte de 74 jornalistas no cumprimento das suas funções.
O CPJ também refere as mortes de jornalistas não confirmadas, ou seja, não se conseguiu determinar a razão certa para a morte, mas não se pode colocar de parte a hipótese de estas mortes terem sido relacionadas com o trabalho.
O número total de mortes de jornalistas não confirmadas também foi o mais alto desde que há registo. 35 jornalistas perderam a vida.
Há ainda uma terceira lista, a dos trabalhadores ligados aos media, como por exemplo, tradutores, motoristas, seguranças ou trabalhadores na área da logística ou administrativos. O número total de mortes de trabalhadores ligados aos media foi cinco.
José Costa