Suporte para o ombro

Iniciado por LG, 16 / Mar / 2011, 17:01

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LG


caseiro

Vamos ver, para filmar na rua sem tripé


Filipe Araújo


Bom dia,

fiquei curioso com o resultado.

Votos de bons resultados: Filipe Araújo.

LG

Bons dias,


é porreiro para trazer na mala, dá um certo apoio à maquina, e com o estabilizador da objectiva a coisa quase que não treme... mas não subtitui o tripé...

já andei a fazer testes, mas ainda não tive tempo de olhar para eles,

Rafael Madeira

Bela engenhoca! ;)

Tenho reparado que cada vez mais se utiliza, até em filmes de grande produção (em especial nesta ultima onda de filmes baseada em casos reais), uma certa "tremedeira" voluntaria e uma aproximação ao 1º plano aparentemente manual, de facto ficam bem, o espectador não se distrai da acção principal e os pormenores do cenário e expressões ficam, muitas vezes, mais evidente. Parece-me que nesses casos existe uma certa constância no "tremor" e uma relação entre isso e a acção que é premeditadamente planeada.
No outro dia foi ajudar um amigo a filmar uma procissão, ele ficou com o tripé a gravar a passagem da procissão e eu meti-me no meio com a câmara no ombro (sem suporte), até não ficou mal a junção das duas imagens mas se só fossem utilizadas as minhas filmagens ia dar uma grande dor de cabeça ao espectador.

Boas

José Costa

Boas.
Citádo: "se só fossem utilizadas as minhas filmagens ia dar uma grande dor de cabeça ao espectador."

Uma coisa é o ritmo da acção e outra totalmente diferente é a instabilidade da captação da imagem. Podia ter corrigido isso, com dois tiros para o ar. A instabilidade automáticamente passava a ritmo de acção.  :D Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Rafael Madeira

#5
Boas

Claro que são coisas diferentes, o que tenho reparado é que a junção das duas pode dar um efeito de naturalidade e enfase da acção.
Como neste filme:




José Costa desculpe a minha ignorancia mas o que é "dois tiros para o ar"? ::)

Obrigado


José Costa

Boas.
Pistola, arma, metralhadora, está a ver? Com dois tiros para o ar, e a procissão passáva de procissão a debandada. A instabilidade automáticamente passava a ritmo de acção. Sacou, agora?  :D Boas.

P.S. Paz.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Rafael Madeira

Saquei ;D  :)

Estou a rir...mas é isso mesmo!... o movimento dos andores era tão lento que na maior parte das vezes não justificava a minha espera com a camara ao ombro, quando se aproximava lá tentava eu dar uns passos para iludir a velocidade, umas vezes deu certo outras nem por isso....de qualquer maneira as cenas eram tão repetitivas que as eleminadas não fizeram falta.

Boa noite


LG


Aqui tem o teste,


(ficou em 3:4, tenho que ver onde é que me enganei ao exportar)

dá um bocadinho de estabilidade á maquina, mas não total

fiz este suporte mais para usar em passeios pelo campo, até daria para levar tripé, mas não é muito pratico, a ver vamos.



quando não é propositado a camara não deve tremer. Mas acho lindo os reporteres de "guerra" que levam uns encontrões e a camara vai pelo o ar, ou levam um tiro e continuam a filmar... já faz tudo parte da acção, a meu ver

José Costa

Boas.
Nos vários trabalhos que já fiz, já estive, literalmente, para ficar com um jipe em cima. Já tive que fugir para não levar com um karting no corpo, e já vi a morte a passar por várias vezes mesmo ão meu lado. De todas as vezes, nunca achei nada de "lindo", e não gostei nada da "acção".  :'( Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier