HD para quando? - Parte II

Iniciado por José Costa, 07 / Mar / 2012, 15:29

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Filipe Araújo

#15
  Boa noite a todos,


No que diz respeito ao HD, o que não faltará serão opiniões divergentes. Diga-se o que se disser, uma coisa é inegável, que é a sua qualidade de imagem e isso só por si é um facto incontornável. Quem já filmou com uma camara Full-HD, ligou-a a um LCD, também Full-HD, por um cabo HDMI, sabe do que eu falo e caso proceda com todos os parâmetros em todo o processo de edição, sabe o que entrega ao seu cliente.

Já se é uma boa opção, creio que varia de quem o não tem, quem o tem, como o promove e para que clientes. Aparte disto, como é feita a sua avaliação, se é a curto, médio e a longo prazo. Para mim, estes são o cerne da questão.
   Ao longo do tempo que o HD tem decorrido e que está acessível na nossa classe, tenho mudado algumas vezes de opinião, ou melhor, tenho cada vez mais oscilado e por fim fixado cada vez mais num eixo.
Inicialmente, quando apostei e fiz os investimentos, fiquei assustado, não acertava com os codecs certos e os resultados que obtinha eram uma desilusão. Reconheço que era por minha ignorância, se visse a aposta a curto prazo, seria visto obviamente como uma má opção.

Com algum tempo passado, a expectativa que tinha, e que era de aumentar um pouco o preço do trabalho, caiu por terra. Orçamentos feitos por telefone e por correio electrónico, não permitem mostrar as diferenças entre suportes, rapidamente percebi que, injustamente tinha de assumir o investimento se não queria perder casamentos. Nesta fase, médio prazo, creio que pode ser visto também como algum prejuízo. No entanto, após o cliente passar a fase dos orçamentos, num contacto pessoal e perante o cliente mostrar-lhe as diferenças, as coisas começam a mudar. Se dá mais pelo mesmo preço, já conquista o cliente e transforma o Full-hd numa enorme vantagem competitiva, deduzo então que afinal a médio prazo, talvez já valerá a pena.

Agora, cada qual avalia as suas prestações e investimentos, pessoalmente avalio a 2 ou a mais anos, isto porque, um trabalho que hoje entrego, por vezes só assisto ao impacto dele bem depois, ou seja, quando casa um irmão, ou um primo de um casal, ou até mesmo o batizado de um filho, e isso demora tempo. Se o cliente está satisfeito consigo volta, se não está, simplesmente não volta. Estes são para mim, os reais barómetros das nossas ações.

Na curta vida que tenho com o HD, optei pelo seguinte, entrego-o em Blu-ray, caso o cliente queira em ficheiro também o faço, faço é no entanto questão de mostrar uma boa parte do trabalho no meu espaço e nas condições ideais, para que, mesmo que o cliente não tenha um reprodutor em casa, saiba o que leva e que o facto de optar por mim o permitiu obter. Claro está, que também entrego em DVD, aliás faço questão, até para mostrar as diferenças. Como José Costa disse, e muito bem, em outras situações, o cliente educa-se e neste caso o "algodão não engana" só é preciso mostrar os dois, lado a lado.

Perguntam-me, mas o cliente tem leitor de Blu-ray. Respondo, alguns raros sim, outros tem playstaion3, outros não, recomendo-os a comprar. Pessoalmente acredito, que se alguém está disposto a pagar por um filme que realmente o valoriza, está também disposto por uma parte do valor pagar para o ver nas melhores condições. Eu faria isso, e já não seria a primeira vez que recebo um telefone para dar um parecer de um modelo. Obviamente, deduzo que o cliente o foi comprar e assim terá as melhores condições para ver e partilhar.

Neste momento deduzo também que, se o cliente não pagou mais para ter melhor, se nos próximos 2 anos não assistir a trabalhos de outros com a mesma nitidez, a partida voltará, já que me transformei numa opção óbvia. Creio que a longo prazo, o Full-HD é uma aposta ganha e esse é o meu eixo.

Na relação que tenho com o cliente, há algo que temo, que é o silêncio. Raramente sabemos porque perdemos certos trabalhos. Raramente nos confirmam os trabalhos no primeiro contacto, creio ser legítimo conhecerem outros pontos de vista e falarem entre o casal em privado. Assim, se não nos ligam a confirmar, não sabemos onde falhamos em relação a outros. Neste momento sei, que não é por ausência da alta definição, quem não a tem será que sabe?

Em síntese, acho que, a boa ou má decisão assenta no que se faz, como se mostra e para quem. Afinal há trabalhos para todos os tipos de target, e de gostos. Muitas vezes também temos de questionarmo-nos sobre o seguinte, não só sobre quanto vamos ganhar se investirmos, mas sim, quanto vamos perder se não o fizermos. Não podemos lutar contra o sistema, só porque queremos acreditar nisso.

  Fazendo mais um parêntesis, ontem entreguei um trabalho, a noiva numa parte do filme ficou comovida e chorou "de feliz" e mais do que uma vez disse: "parece que estamos lá".

Sabendo que vendemos "memórias", tal definição não é uma mais-valia?


Cumprimentos a todos, Filipe Araújo.

AC

Citação...mas só depois da crise passar, 2013-2014...até lá...

Citação de: Mário Rui em 08 / Mar / 2012, 21:23
Álvaro (Santos Pereira)... és tu?

Esta já valeu a noite!  :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:
A quem não quer ver, nem a mais intensa luz ilumina!

Rodrigo Pinheiro

Boas...

Mais um tópico interessante iniciado pelo José Costa.

Citação de: Filipe Araújo em 08 / Mar / 2012, 23:02
   Muitas vezes também temos de questionarmo-nos sobre o seguinte, não só sobre quanto vamos ganhar se investirmos, mas sim, quanto vamos perder se não o fizermos. Não podemos lutar contra o sistema, só porque queremos acreditar nisso.
Concordo e assino por baixo Filipe.

Esta é uma das principais razões para investirmos em novas tecnologias, ficarmos agarrados ao passado não nos leva a lado nenhum.
Na verdade, um vídeografo não tem outros inimigos sérios senão as suas péssimas imagens.

Panasonic AG-AC 90: Sony HDR FX1000E: Adobe Premier CS6

Victor Hugo

HD, full HD (o que quiserem chamar) veio para durar uns 20 anos.

Abraço

Filipe Araújo


Hd, Full-HD, 3D .... a história ensina-nos que não será para tanto. Como alguém disse, quem não aprende com a história, corre o risco de cometer os mesmos erros.

Cumprimentos, Filipe Araújo.

Mário Rui

#20
Título do tópico: "HD para quando? - Parte II" (iniciado em Março de 2012)

Por uma questão de actualidade e realidade (já estamos [de facto] em Março 2012) acho que o título/pergunta do tópico devia ser reformulado urgentemente para "HD já era?"

Canon vai lançar em Abril EOS DSLR 4K
http://www.cameratown.com/news/news.cfm?id=10591

José Costa

Boas.
- A transmissão de video HD já é feita desde 1991, mas em pleno 2012, ainda muitas emissoras e serviços por cabo ainda transmitem canais exclusivamente em SD.
- A primeira câmera profissional comercial (não um protótipo) a gravar em disco rigido (totalmente tapeless), data de 1998, pelas mãos da Ikegami. Em pleno 2012, câmeras de gravação em fita ainda são comercializadas pelo mundo fora, e como se não bastá-se, de gravação em HD. Sem falar nas SD.
- A gravação em ficheiros 4K à muito que está disponivel, mas em pleno 2012, a maioria dos cinemas ainda continua a projectar os filmes comerciais em 2K. Com ficheiros de 2K, pois as gravaçôes ou o scan é feito em 2K na maioria das vezes.
- O 3D era apregoado como o futuro, em 2010. Em 2012, não existem conteúdos, não existem programas, os filmes são meia-dúzia, e as tão apregoadas transmissôes televisivas pensadas para 2011, o tal futuro, não passam de experiências efectuadas por alguns grandes, como o vai ser agora pela BBC em Inglaterra, pelo mundial. Nem 3D, e muitas vezes nem HD.
- Qualquer badameco tem actualmente em casa uma TV full HD. Para quem não sabe, Full HD é referente a um sinal video com 1080 linhas por 1920 pixeis, com uma exploração progressiva. Em pleno 2012, as transmissôes HD que mais se aproximam do Full HD, são de exploração intrelaçada.
- Câmeras com gravação a 4K já estão no mercado à meia-dúzia de anos. Uma câmera a 4K, com um preço muito acessivel (3900 euros) já está disponivel. O lançamento da Canon já peca por atrazo e não traz nada de grandioso.

De nada serve a tecnologia existir e estar disponivel, se não estiver ão alcance do potencial utilizador da mesma. De nada serve a tecnologia existir e estar disponivel, se não fôr possivel visualizar e armazenar/guardar na sua máxima qualidade. E a prova está no facto de que, apesar dos youtubes, vimeos, canais Meos e afins, os videos são enviádos pela internet altamente comprimidos, eliminando à partida toda a sua qualidade. E até os mais acérrimos defensores do HD - que aqui já se pronunciaram - alguns nem leitor blu-ray têm, quanto mais gravador. Mas também não precisam de ter leitor blu-ray, é um facto. Basta ter um qualquer disco rigido multimedia, e ir metendo lá para dentro, até o mesmo ficar cheio ou avariar. Bonita forma de se valorizar as memórias - esperar que o disco não se avarie.

Para os que eventualmente leram o inicio do tópico ão comprido, em parte alguma é defendido um padrão em detrimento do outro. Em parte alguma é mencionada a superioridade de um em detrimento do outro. E em parte alguma questiona-se a qualidade do HD ou o seu futuro. Se o objectivo do HD é a melhor qualidade video possivel, qual a lógica do DVD? É que eu como cliente não quero estar dependente de uma ligação à net para ver o meu filme, ou de um qualquer canal por cabo, que tem tudo menos qualidade. Por aqui li muitas opiniôes centradas na lógica do profissional, visto pelo lado do profissional, mas li muito pouco centrado no lado do cliente.

Diz o profissional: "Diga para onde quer que eu mande isto, que eu mando. Net, cabo, Pen, disco... o que quiser!"

Cliente: "Eu só quero ver a porcaria do video! É assim tão dificil de entender?"

Atendendo à questão levantada no inicio, não faz qualquer sentido debater o 4K. Não como as coisas estão. Vou ver o 4K aonde e como?
Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Filipe Araújo

#22
 Bom dia José costa,

tendo consciência que não tenho a sua capacidade de retorica, e muito menos o seu conhecimento técnico, atrever-me-ei a usar as suas palavras para defender o meu ponto de vista, sobre aquilo que acredito que o HD é uma realidade e o Blu-ray, também deve ser uma opção:

serviços por cabo ainda transmitem canais exclusivamente em SD.

Não vejo porque teremos de ser iguais as transmissões de tv, eles também não nos enviam os conteúdos por dvd, no entanto há anos que os profissionais da área dos BBC entregam os trabalhos em dvd. Não estou a confundir suportes com formatos. Só acho que se a capacidade de reprodução dos tv atuais está subaproveitada, não vejo porque devemos seguir o mesmo caminho.

- A gravação em ficheiros 4K à muito que está disponível,

  Pessoalmente, para o meu mercado não acredito para já no 4k, acredito no HD, no sentido em que a grande maioria das pessoas já tem LCD´s em casa.

- O 3D era apregoado como o futuro, em 2010.

O tópico assenta sobre o HD, acredito num pequeno nicho de mercado em que se possa fazer trabalhos de reportagem em 3d, no entanto não seria para as massas. Logo, nesta fase, e de forma geral, não acredito na sua viabilidade.

- Qualquer badameco tem actualmente em casa uma TV full HD

Ora, este é o cerne da resposta, porque acredito no HD, dado o universo de consumidores com condições para o ver.

De nada serve a tecnologia existir e estar disponivel, se não estiver ao alcance do potencial utilizador da mesma 

  Pois é, já está. Se o hábito de uma parte dos portugueses em investir em novidades já acontecia, razão porque investiam em Full-HD antes do tempo, o apagão tecnológico fará com que uma outra parte invista. A meu ver, a médio prazo serão poucos os que estarão ligados aos codificadores, até porque já não se vê no mercado televisores de cinescópio. Avariando, troca por novo, ao trocar já tem HD.

Basta ter um qualquer disco rigido multimedia, e ir metendo lá para dentro, até o mesmo ficar cheio ou avariar. Bonita forma de se valorizar as memórias - esperar que o disco não se avarie

Razão porque defendo e incentivo a entrega e a compra do leitor de Blu-ray, algo mais físico e cópia de segurança. Neste momento já se compra leitores por 80 euros, seria muito diferente se os nossos cliente tivessem de comprar os televisores.

  Se o objectivo do HD é a melhor qualidade video possivel, qual a lógica do DVD?

Convencer os casais a comprar um leitor é uma coisa, o resto da família já é outra. Sabendo que a maioria dos lares, tem como aparelho de reprodução o leitor de DVD, temos de dar essa resposta. Agora já não defendo é que fiquemos refém dela.

Diz o profissional: "Diga para onde quer que eu mande isto, que eu mando. Net, cabo, Pen, disco... o que quiser!"
Cliente: "Eu só quero ver a porcaria do video! É assim tão dificil de entender?"

Não faça a questão, entregue. Entregue em Blu-ray, DVD e caso queira também em pen.
Perde-se muito tempo? Sim.
Aumenta a possibilidade de chegar a outros potenciais clientes? Também.

Atendendo à questão levantada no inicio, não faz qualquer sentido debater o 4K. Não como as coisas estão. Vou ver o 4K aonde e como? 

Concordo consigo. A meu ver 4k, justifica-se para cinema, e pela segurança de crops.   No que diz respeito aos clientes BBC, não creio que tenham as condições para a reprodução do mesmo, já quanto ao full-HD, a conversa é outra, acredito que a maioria dos lares já está preparada, mais ainda por casais que ao investir numa casa e consequentemente compra de eletrodomésticos atuais já estão preparados. Para mim este é o cerne da questão. O HD é um facto.

José Costa

Boas.

Não estou relutante em relação ão HD.
Não questiono a qualidade incomparavel do HD face ão SD.
Não questiono a qualidade do Blu-ray face ão DVD.

O que questiono é:
Se a maioria dos clientes não têm Blu-ray, porquê insistir no mesmo? Não terá mais sentido enveredar por outros caminhos, por outras soluçôes, em vez de investir num nado morto?

O problema aqui é que cada um dos Users e profissionais, que já está a entregar Blu-ray ãos clientes, está a ler este tópico como uma critica ão seu trabalho. E não é o vosso trabalho que está a ser criticado, mas sim o mercado, que não tem assegurado o arquivo em HD no lado dos consumidores. O Blu-ray está morto, quer queiram quer não.

Em vez de ficarem melindrados, achando que estão a ser criticados por trabalharem em HD, entregando ou não um Blu-ray, olhem à vossa volta e pensem:

Com a gravação em DV e seus derivados, vocês entregavam um suporte de imagem - o DVD - com a certeza de que o cliente ia visionar uma boa imagem e tão próxima quanto possivel do original em DV, pois toda a gente tinha leitor de DVD.

Com a gravação em HD, vocês entregam um suporte de imagem - o Blu-ray - com a certeza de que o cliente não vai visionar o mesmo, por não ter leitor. O cliente vai visionar o DVD, pois só tem leitor para esse. E visionando um DVD, não está a aproveitar a qualidade de imagem do HD, que todos andam a apregoar ter.

Podem conseguir que um ou outro cliente até compre um leitor Blu-ray, mas a maioria não o vai fazer.
E não o vai fazer porque em solteiros tinham a casa dos pais cheia de gira-discos, VHS, leitor de CDs e mais uma dúzia de moinos, que agora não servem para nada. Um leitor de DVD custa 20 euros, um leitor de Blu-ray custa 80 euros. Praticamente ninguém vai dar 80 euros só para ver a sua reportagem, sabendo que depois o aparelho é para encostar.

Se a maioria vai ver o DVD em vez do Blu-ray, aonde é que o HD está implantado? Em tudo, menos nas reportagens.

Então, de que serve entregar um Blu-ray? Mais sentido faz entregar os masters.

O HD é o futuro, mas o futuro não passa pelo Blu-ray.

É culpa vossa? Não, vocês são apenas mais uma peça no sistema, que pelo facto de se copiarem uns ãos outros, estão todos a enveredar pelo mesmo caminho. Estão tão concentrados em estar à frente dos outros, que não se estão a aperceber que estão a ficar para trás, de tanto andarem em frente. Porque investirem num sistema moribundo (Blu-ray) é morrerem com ele.

Então, qual o caminho? Isso é o que a industria está a tentar descobrir, e vocês só estão a servir de covaias, de experiências. Fornecer ão cliente um producto que ele não pode utilizar, é o mesmo que entregar-lhe um avião, esperando que ele o utilize para se deslocar mais depressa.

Eu estou plenamente consciente da qualidade do HD e acredito no mesmo. Só não acredito na forma como o mesmo é "vendido" ão cliente. Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier

Filipe Araújo

#24
 Boa tarde José Costa,

Concordo em muito com o que diz, mas sabendo que ...

Nem toda a gente tem leitor de Blu-ray ...
Nem toda a gente tem discos de multimedia com capacidade de reproduzir HD ...
Nem toda a gente tem LCD´s com capacidade de reproduzir em pens ...

E sabendo que o HD já está implantado a alguns anos, acima de tudo pelos actuais televisores, e que é inegável a sua superioridade de qualidade de imagem, pergunto que caminho aponta?

Aceito, com algumas reservas, que o Blu-ray possa morrer num futuro próximo, mas no entanto sei que os ficheiros se encontram no disco que entreguei ao cliente em Full-HD.

A exemplo dos casos em que clientes pedem para passar as cassetes de VHS para DVD, acredito que caso o mercado opte por outro caminho, actual ou novo, posso converte-los novamente tendo como base uma excelente qualidade. Isso, nesta fase é olhar pelo cliente e em ultima estancia por mim também, bem como, me faz sentir bem por ter dado o melhor ao meu cliente.

Admito também uma opção, que tecnicamente como salvaguarda do ficheiro fosse a melhor, que seria exportar para o formato do ficheiro original, no meu caso AVCHD-50i, mas a capacidade de reprodução do mesmo é efectivamente limitada, para além de correr o risco de o cliente o perder em uma avaria de um disco.   

Se calhar deveria-se modificar o nome do tópico de, HD para quando, para,
HD como.


Filipe Araújo.

Alberto

Boas, vou falar do meu caso em concreto...
Cerca de 99 % dos meus clientes são malta nova, 90% tem pelo menos uma televisão lcd e 70% deles tem uma ps3, depois de se ver um filme em bray para quê o dvd?

Eu acho que se devia mudar o tópico DVD até quando?
É só a minha opinião...

rui ressurreição

olá pessoal...estou a adorar ler os vossos comentários, e vou apresentar uma solução que permite conciliar ambas as partes...todos os clientes têm leitor de dvd,e quase todos ou mesmo todos têm pc com leitor e gravador de dvd.se eu entregar o meu filme em HD (neste caso em AVCHD, que é alta definição, e há programas na net que permitem fazer menus simples) num disco dvd dual layer, eu posso meter lá dentro cerca de 50 min com boa qualidade HD...se quiser mais tempo , divido o filme por 2 discos...até vir um novo formato, a mim parece-me uma solução alternativa...claro que tem de ser lido num pc com leitor de dvd e convém ter uma saída hdmi para ligar ao lcd.boas.

José Costa

#27
Boas.
Só um pequeno aparte, um pouco off-topic, para não me acusarem de monopolizar e querer converter os "infieis"  :tongue: à minha religião:

full HD
Imagens com uma resolução vertical de 1080 linhas e resolução horizontal de 1920 pixels são chamadas de full HD. Video HD é todo o sinal de video cuja resolução vertical e horizontal seja maior que o sinal de video SD. No entanto, para um sinal de video HD ser considerado full HD e não simplesmente HD, tem de ser um sinal  progressive scan.

Citação proveniente de um outra parte do fórum, que a devido tempo estará acessivel ãos Users.

E siga o debate... Boas.
O profissional inovador não segue a multidão. Ele tem lucidez para remar contra a maré e não se importa em ser taxado como "um estranho no ninho". - Luiz Roberto Carnier